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Produções de Profissionais da Seed: Dissertações (11)


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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!Estudo eletroquímico de tinta anticorrosiva com carga mineral lamelar Popular Versão: 
Atualização:  12/5/2008
Descrição:
LOPES, Evandro Jose

A ação do sol, da chuva e de toda interferência atmosférica é implacável contra qualquer substrato metálico pintado. Para que o desgaste ocorra mais lentamente, as tintas que revestem o aço e outros metais precisam agir contra a corrosão provocada por ambientes agressivos, como o litorâneo, por exemplo. A quantidade e qualidade de cargas que se adiciona à tinta podem interferir em suas propriedades, inclusive modificando a reprodutibilidade de cores do produto. As tintas são formadas por resinas, corantes e outros elementos na forma de pó chamados cargas. Entre as substâncias que formulam uma carga estão os óxidos de titânio e de zinco, carbonato de cálcio, talco, barita e o agalmatolito. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial funcional e anticorrosivo (pelo efeito barreira) de um mineral lamelar denominado Filito, encontrado na região metropolitana de Curitiba - Paraná, como carga em tinta à base de resina epóxi, em comparação com outro mineral lamelar de grande utilização no mercado de tintas anticorrosivas. Para tal empregaram-se ensaios pertinentes à indústria de tintas, na funcionalidade do processo fabril e de produto final, assim como testes da ação anticorrosiva através de ensaios de simulação de ambientes agressivos, névoa salina e descolamento catódico e também espectroscopia de impedância eletroquímica juntamente com análises microscópicas. Foi possível verificar que o mineral possui todas as propriedades necessárias ao processo fabril, assim como os de qualidade do produto final, no caso a tinta, e apresenta um bom potencial para ser empregado como ativo anticorrosivo (pelo efeito barreira), bem como o mineral algamatolito, já utilizado comercialmente. Também foi constatado que a técnica de espectroscopia de impedância eletroquímica tem maior sensibilidade do que as técnicas convencionais, com relação as mudanças que ocorrem nas propriedades da camada orgânica (tintas).

Palavras-chave: Filito. Impedância. Tinta.

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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!Utilização de recursos de multimídia no ensino de Química do Nível Médio Popular Versão: 
Atualização:  27/4/2012
Descrição:
MORETTI, Vânia de Albuquerque

Este trabalho apresenta um conjunto piloto de oito aulas eletrônicas, elaboradas com o uso do aplicativo Flash e direcionadas para o Ensino Médio. As aulas focalizam os tópicos ácidos, bases e sais e o resultado de sua eficiência foi avaliado por meio de questionários respondidos por professores e alunos. Na opinião dos alunos, uma das vantagens do material é que ele pode ser utilizado em qualquer lugar, a qualquer momento, bem como possui um apelo visual bastante esclarecedor e estimulante. Na opinião dos professores, a utilização desses recursos, além de despertar a atenção e o interesse dos alunos, facilita o aprendizado mesmo daqueles que, normalmente, apresentam mais dificuldade de assimilação. Segundo eles, a grande maioria dos professores que atuam tanto no ensino público quanto no privado estaria preparada para utilizar o material. Estes resultados indicam que a aplicação desse recurso pode contribuir para a formação e melhoria da qualidade de vida das pessoas, diminuindo os contrastes entre o ensino público e o privado.

Downloads 7696  7696  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Unicamp  Site http://
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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!A construção de uma tabela periódica interativa: uma análise pela perspectiva cultural do modo de en Popular Versão: 
Atualização:  10/5/2012
Descrição:
GOULART, Ivo Aparecido

Esta dissertação tem por objetivo fazer uma narrativa dos modos de endereçamento em ação para produzir uma tabela periódica interativa, em construção no Laboratório Desenvolvimento de Instrumentação e Analítica (DIA) do Departamento de Química, da Universidade Estadual de Londrina. A perspectiva teórica e metodológica articula-se com os Estudos Culturais das Ciências, na vertente que busca uma compreensão dos processos educacionais atuais, marcadamente influenciados pelas “novas” mídias, incluídas aqui a televisão, as revistas e, sobretudo, a internet e os mecanismos de publicidade a ela relacionados. Esses meios entram na teia social e vêm transformando a cultura, assumindo um lugar privilegiado na rede educacional, pois, por intermédio deles, jovens interagem “naturalmente”, ao mesmo tempo em que aprendem sobre si mesmos, sobre sua relação com os outros e com o mundo. A inspiração analítica provém dos textos de Elizabeth Ellsworth, no que tange aos modos de endereçamento. Nessa dissertação, pretende-se adotar desse conceito os aspectos que auxiliam na compreensão das supostas orientações assumidas pelos construtores da tabela (alunos e pesquisadores do DIA), para dar conta de um programa de arranjos notadamente pedagógicos, destinados a um tipo particular de receptor e de um modo de dizer específico; da relação de interdependência entre emissores e receptores na construção da tabela e do seu estilo. Nessa perspectiva, podemos dizer que o conceito de modo de endereçamento refere-se à maneira como os estagiários se relacionam com um suposto público a partir da construção de uma tabela, que os identifica e os diferencia dos demais. O procedimento metodológico constituiu-se do acompanhamento da produção da tabela por pesquisadores e estagiários no laboratório DIA. Os dados de observação foram registrados por meio de gravação em áudio e anotações em diário de campo, seguindo procedimentos de coleta e narrativa, oriundos de uma pesquisa qualitativa. A narrativa do material aponta que os possíveis públicos que os construtores estão propondo para a tabela buscam atingir um tipo particular de “crianças” dinâmicas e curiosas, alunos do ensino fundamental I e II das escolas públicas e particulares que possuam, ao menos, noções básicas de informática.

Palavras-chave: Tabela periódica interativa. Estudos culturais. Modos de endereçamento.

Downloads 2623  2623  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma UEL - Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciênc  Site 
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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!O ensino de Química na perspectiva dialógico-problematizadora: uma possibilidade para a formação do  Popular Versão: 
Atualização:  7/3/2019
Descrição:
BRANCO, Maria Isabel Moutinho

O presente estudo objetiva investigar como o planejamento da ação do docente de Química na perspectiva dialógico-problematizadora pode contribuir para promover a formação de professores reflexivos de sua prática.

Palavras-chave: Ensino de Química. Formação docente. Professor reflexivo. Três Momentos Pedagógicos.

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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!Aspectos sociocientíficos em Química do nono ano do ensino fundamental: do livro didático ao relato  Popular Versão: 
Atualização:  7/3/2019
Descrição:
DACOREGIO, Gisa Aparecida

Esta pesquisa questiona: que contribuição Livros Didáticos de Ciências do nono ano do Ensino Fundamental, aprovados pelo Programa Nacional do Livro Didático, podem oferecer para a abordagem de Aspectos Sociocientíficos sobre os conteúdos químicos.

Palavras-chave: Aspectos sociocientíficos. Ensino de Ciências. Livro didático.

Downloads 1518  1518  Tamanho do arquivo 3.03 KB  Plataforma UFPR  Site http://
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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!Pesquisa Colaborativa e Comunidades de Aprendizagem: possíveis caminhos para a formação continuada Popular Versão: 2007
Atualização:  9/8/2013
Descrição:
MENDES, Mírian Rejane Magalhães

Neste trabalho, discorremos sobre a construção e desenvolvimento de uma proposta de formação continuada com um grupo de professores de Química do Ensino Médio. Os questionamentos que originaram este trabalho estão relacionados as nossas angústias pessoais, decorrentes de uma prática docente isolada e dificuldade de acesso a programas de formação continuada. Posteriormente, no âmbito do mestrado profissional em Ensino de Ciências, tais questionamentos passaram a ter uma maior abrangência e envolver a lógica da racionalidade técnica que direciona os programas de formação docente inicial e continuada tradicionalmente desenvolvidos. Buscando formas de superar tais problemas, propusemos aos professores de Química do Ensino Médio de Januária, Minas Gerais, uma parceria, na forma de pesquisa colaborativa, para desenvolver uma proposta de formação continuada em perspectiva crítico-reflexiva. O grupo constituído, o qual denominamos Comunidade Formação Permanente em Ensino de Química, construiu a proposta enquanto a vivenciava. Na perspectiva por nós adotada, investigação e formação se entrelaçam em um único processo. A investigação sobre a prática docente, exercida de forma colaborativa, envolveu a identificação de aspectos problemáticos relativos a essa prática e de teorias que subjazem as ações docentes. A partir desse conhecimento, foram levantados questionamentos, pesquisados novos aportes teóricos e a prática docente foi analisada à luz desses aportes. O objetivo era (re)construir conhecimentos que pudessem desencadear e alicerçar transformações que contribuíssem para a melhoria do ensino de Química e para o desenvolvimento pessoal e profissional de todos os envolvidos. Como não pretendíamos uma ação que fosse concebida e construída unilateralmente e a priori, buscamos caminhos alternativos, pelos quais pudéssemos envolver os professores não como objetos, mas como sujeitos dos processos desenvolvidos. Os posicionamentos teórico-metodológicos assumidos nos possibilitaram articular conceitos como formação continuada em uma perspectiva crítico-reflexiva, pesquisa colaborativa e comunidades de aprendizagem na implementação do nosso processo investigativo/formativo. Dos dados gerados no decorrer do processo emergiram dois focos de análise, o desenvolvimento da comunidade e o desenvolvimento do processo formativo. Embora a tarefa de análise dos dados seja tradicionalmente individual, tal perspectiva não seria coerente com o processo colaborativo por nós vivenciado até então. Assim consideramos a necessidade de incorporar as vozes dos professores-parceiros também nessa etapa. Fundamentados na concepção de que na pesquisa colaborativa pesquisadores e professores desempenham papéis diversos, porém complementares, entendemos que a contribuição dos professores-parceiros para essa etapa da nossa pesquisa não seria realizar conosco a análise sistemática, nos moldes dos trabalhos científicos, mas poderia se dar por meio de uma reflexão sobre os focos de análise identificados no processo de tratamento dos dados. A essência do nosso processo formativo, coletivo e colaborativo, é a elaboração, apropriação e aplicação de um conhecimento sistematizado, embasado na articulação teoria-prática. Dessa forma, nos constituímos sujeitos-autores dos nossos processos de formação e das nossas práticas e ampliamos nossa autonomia, enquanto construímos e percorremos os caminhos do nosso desenvolvimento pessoal e profissional.

Downloads 377  377  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma UnB, PPGEC, 2007.  Site 
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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!Contextualização no ensino de química: ideias e proposições de um grupo de professores Popular Versão: 2007
Atualização:  7/8/2013
Descrição:
SILVA, Erivanildo Lopes da. Contextualização no ensino de química: ideias e proposições de um grupo de professores. Dissertação (Mestrado) - Universidade de São Paulo. Instituto de Química. Depto. Química Fundamental. São Paulo, 2007.

Esta pesquisa teve o objetivo investigar as ideias e proposições de um grupo de professores a respeito da contextualização no ensino de química. Especificamente, procuramos conhecer que significados atribuem ao se referirem a práticas de ensino nas quais os conteúdos são socialmente contextualizados, como refletem sobre essa temática frente a novos conhecimentos e como tais reflexões se manifestam nos materiais instrucionais por eles elaborados.Tais ideias foram investigadas a partir de um curso de formação continuada, que procurou promover discussões e reflexões sobre a temática da pesquisa e a construção de materiais instrucionais pelos próprios professores (unidades didáticas). Foram discutidas e analisadas quatro perspectivas de contextualização no ensino, baseadas nos trabalhos de M. Lutfi, D. Auler e G. Aikenhead. Os materiais instrucionais foram analisados de modo a verificar quais concepções sobre a contextualização se refletiram nas unidades didáticas elaboradas pelos professores. A investigação foi realizada por meio de questionários abertos, atividades, relatos de professores gravados em áudio e vídeo, análise de documentos e entrevistas semiestruturadas. Os resultados desta pesquisa mostraram uma ampliação das concepções dos professores, que caracterizavam, inicialmente, o ensino de Química contextualizado como simples exemplificação e descrição de fatos ou situações do cotidiano com o intuito de ensinar química e passaram a compreender ideias de contextualização como a abordagem de questões sociais, com vistas a desenvolver atitudes e valores e à transformação da realidade social. Os dados também mostraram que as unidades didáticas foram elaboradas com diferentes perspectivas, que nem sempre refletiam as ideias dos professores. Três grupos foram observados: as unidades didáticas que refletiam as idéias manifestadas pelos professores que ampliaram seus entendimentos, as que representavam ideias de contextualização menos elaboradas do que as manifestadas pelo professor e aquelas unidades que refletiam ideias tão simplistas quanto as manifestadas inicialmente. O nível pouco elaborado de contextualização foi justificado pelo o número elevado de aulas que os professores ministram, o que os impossibilita de preparar materiais com esse perfil e a dificuldade de realizarem aulas dialogadas. Levantamos também, a questão da falta de entendimento, por parte de alguns professores, de como desenvolver materiais instrucionais com enfoque na contextualização social dos conteúdos. Percebemos dois fatores subjacentes às suas justificativas um de cunho epistemológico, que diz respeito à formação tradicional do professor fundada no conhecimento específico da Química, e outro de natureza prático-profissional, que diz respeito ao seu preparo pessoal e de suas aulas, o que exigiria maior demanda de trabalho, de maneira a resguardar o papel de professor como soberano absoluto da sala de aula.

Downloads 1745  1745  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma USP  Site 
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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!Representações de estruturas submicroscópicas no ensino de ciências da natureza e suas tecnologias:  Popular Versão: 2010
Atualização:  9/8/2013
Descrição:
SANGIOGO, Fábio André

Considerando-se que é incipiente o número de estudos sobre o uso de representações de estruturas submicroscópicas em livros didáticos e em aulas da área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, esta pesquisa analisa tais representações, focalizando reflexões sobre o uso das mesmas numa perspectiva direcionada à promoção de conhecimentos científicos escolares mais significativos e socialmente relevantes. Foram analisados livros didáticos de Biologia e Química do ensino médio, bem como interações de sujeitos em formação para o ensino, na área. Para isso, foram desenvolvidos e acompanhados módulos de interação em aulas de componentes curriculares dos cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas e em Química da Unijuí, com aplicação de questionários e registro de depoimentos sobre representações de estruturas submicroscópicas, em reuniões com sujeitos participantes do módulo. Com base na vertente teórica bachelardiana, a atenção se volta para alguns obstáculos epistemológicos que acompanham o ensino das Ciências. Por outro lado, a partir do referencial histórico-cultural, o olhar se volta para processos de construção de conhecimentos escolares mediante interações típicas a aulas de Ciências da Natureza, considerando-se a multiplicidade de contextos socioculturais em que professores e estudantes aprendem e se desenvolvem. Resultados indicam a importância de discussões sobre limites e potencialidades no uso de representações de estruturas submicroscópicas que acompanham abordagens de conteúdos/conceitos escolares. Conclui-se o trabalho ressaltando a necessidade da mobilização de saberes docentes importantes de serem considerados no processo de mediação didática de conteúdos/conceitos que envolvem o uso de representações de estruturas submicroscópicas. Abordagens, discussões e reflexões sobre as mesmas no ensino e na formação de professores podem contribuir no enfrentamento de obstáculos que limitam o acesso a conhecimentos científicos escolares que sejam coerentes com as Ciências e, também, relevantes para a formação de uma cidadania socialmente responsável.

Palavras-Chave: Formação de professores; Ensino de Ciências; Interações; Obstáculos epistemológicos; Representações de estruturas submicroscópicas.

Downloads 2473  2473  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma UNIJUÍ  Site 
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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!Proposta de guia para apoiar a prática pedagógica de professores de Química em sala de aula inclusiv Popular Versão: 2010
Atualização:  27/4/2012
Descrição:
PIRES, Rejane Ferreira Machado

O ensino a alunos com deficiência visual é hoje uma realidade em nosso sistema educacional. Por isso, há qualquer momento, o professor pode deparar-se com um ou mais alunos com deficiência visual em suas classes regulares. Porém, muitos professores podem se sentir “despreparados” para trabalhar com esses alunos, principalmente no que se refere ao desenvolvimento de materiais adaptados apoiadores, que possam servir de base para organizar suas estratégias de ensino. Outra questão é a falta de materiais orientadores que possam apoiar a prática pedagógica do professor de alunos com deficiência visual. Daí surgiu nosso problema de pesquisa: como desenvolver um guia básico contendo orientações para adaptação e dicas de convivência para apoiar os professores que recebem alunos com deficiência visual? Este trabalho descreve o desenvolvimento de um material para apoiar a prática pedagógica de professores da educação básica que tenham alunos com deficiência visual em sua sala de aula. Embora aborde questões metodológicas mais voltadas para a disciplina Química, seu conteúdo geral pretende também ser útil a professores de quaisquer disciplinas. Desenvolvemos este trabalho tendo como base a teoria histórico cultural Vigotskiana. A proposta foi avaliada por professores e estudantes de licenciaturas durante uma oficina na IX Semana de extensão da Universidade de Brasília. Para isso, utilizamos instrumentos variados de análise das informações, proposto por González Rey (2002, 2005) com objetivo de compreender o ponto de vista dos professores e estudantes de licenciaturas quanto à aplicabilidade do guia. A análise das informações apontou para a real necessidade do desenvolvimento de um material apoiador, que forneça orientações metodológicas a professores de alunos com deficiência visual.

Palavras-chave: Deficiência visual. Inclusão. Ensino de Química.

Downloads 1224  1224  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma UnB, PPGEC, 2010.  Site 
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Categoria: Química Dissertações
Fazer Download agora!Construção de uma matriz de planejamento e avaliação em Ensino de Química Popular Versão: 2009
Atualização:  27/4/2012
Descrição:
LIMA JÚNIOR, Carlos Torquato de

Este trabalho relata o processo de construção de uma Matriz de Planejamento e Avaliação para o Ensino de Química. Insere-se no contexto do Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências da Universidade de Brasília, especificamente na linha de pesquisa Ensino de Química: Materiais de Ensino de Química. O trabalho contempla as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais, que preconiza o desenvolvimento de competências básicas para a inserção de nossos jovens na vida adulta. Destinamos grande parte do trabalho ao embasamento teórico dos conceitos: matriz, planejamento, avaliação, competências. Para tanto, recorremos à literatura especifica, além dos documentos oficiais. Confiantes nos referenciais adotados, construímos uma Matriz de Planejamento e Avaliação para o Ensino de Química.Após a construção, utilizamos a Matriz como instrumento para planejarmos uma Unidade de Ensino, cujo tema foi: Química e atmosfera. A Unidade foi desenvolvida em duas turmas de primeiro ano do Centro Educacional 01, Escola de Ensino Médio do Riacho Fundo 1, uma Região Administrativa de Brasília. Toda a Unidade de Ensino foi desenvolvida em 23 aulas no segundo semestre do ano letivo de 2008. O processo avaliativo teve a intenção formativa, com a utilização de portfólio como instrumento de avaliação, além de uma prova, construída com a utilização da Matriz. Como proposta de ação profissional, descrevemos o procedimento deconstrução de uma Matriz de Planejamento e Avaliação, bem como algumas sugestões para sua utilização em sala de aula. A intenção é que esse material seja utilizado por outros professores de Química do Ensino Médio.

Palavras-chave: Matriz. Planejamento. Avaliação. Ensino de Química.

Downloads 582  582  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma UnB, PPGEC, 2009.  Site 
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