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Produções de Profissionais da Seed: Dissertações (10)


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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!Hobbes e uma teoria da ação humana Popular Versão: 
Atualização:  28/8/2013
Descrição:
GANCHO, Mariana A. V.

A teoria da ação humana de Hobbes, tanto se aplica ao homem em si mesmo, seus medos e anseios individuais, quanto à vida em sociedade, na qual o homem precisa se comunicar e se relacionar com outros homens. Toda a teoria está pensada e desenvolvida a partir do conhecimento científico e metódico do próprio homem, por isso é fundamental, antes de tratar da teoria da ação humana propriamente dita, falar a respeito de seu método e sistema.

Palavras-chave: Hobbes. Leviatã. Poder. Política.

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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!Educação Filosófica : uma proposta para a construção da cidadania Popular Versão: 
Atualização:  29/4/2013
Descrição:
OLIVEIRAl, Walace Soares de

As transformações do mundo reeditaram a cidadania ao longo da história. Para garantir um debate sobre o que é cidadania? Como se constrói? Qual a sua importância no mundo atual? devemos debater o papel da educação nessa construção. Assim, querendo nos aprofundar no tema, optamos por discutir a influência da educação filosófica junto à cidadania.

Palavras-chave: Educação. Filosofia. Cidadania. Educação. Educação política.

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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!O filosofar na arte da criança surda: construções e saberes Popular Versão: 
Atualização:  28/8/2013
Descrição:
CALDAS, Ana Luiza Paganelli

Esta dissertação analisou como se deu o filosofar na arte das crianças surdas e na busca por práticas estéticas visuais no processo da construção deste filosofar. Para isto, foram realizadas entrevistas (individuais e coletivas) com 10 sujeitos surdos de uma escola municipal de surdos de Gravataí no Estado do Rio Grande do Sul, onde foram apresentadas algumas pinturas dos artistas Da Vinci, Picasso, Portinari e Baird (artista surdo). O objetivo foi o de provocar uma reflexão destes sujeitos, a partir de experiências estéticas, no sentido de que cada um pudesse expressar seus saberes, praticar a vivência do olhar, trazendo suas hipóteses e compreensões sobre as pinturas, observando como estas experiências podiam colaborar para a construção dos filosofares na arte dos sujeitos surdos.

Palavra-chave: Arte. Educação. Arte. Filosofia. Baird. Charles Crawford Chuck. Deficiente da audição. Criança. Educação artística. Linguagem visual.

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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!A transformação do papel da metafísica na filosofia de Karl Popper Popular Versão: 
Atualização:  26/4/2013
Descrição:
RIBEIRO FILHO, Saul

Neste trabalho, iniciamos discorrendo primeiramente sobre o Círculo de Viena e seu principal intuito: a demarcação entre ciência e não-ciência. Em sua busca, o Círculo sempre pretendeu descartar o que não tinha correspondência com o mundo empírico e, portanto, dessa forma, descartava a metafísica. Popper não concordava com as ideias positivistas. Primeiro ele faz um ataque mordaz à indução e, depois defende seu método lógico científico, o qual julgava ser capaz de ajudar a delimitar claramente ciência de não-ciência.

Palavras-chave: Ciência. Ideias positivistas. Método.

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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!A passagem da moral à religião em Kant Popular Versão: 
Atualização:  26/4/2013
Descrição:
ZANELLA, Diego Carlos

Para Immanuel Kant (1724-1804), moral e religião estão ligadas de modo estreito, diferenciando-se apenas pelo fato de que na moral os deveres são praticados como princípios fundamentais de todo ser racional, e pelo fato de que esse último deve agir como membro de um sistema universal de fins, enquanto que na religião esses deveres são vistos como mandamentos de uma suprema vontade santa, pois que, as leis da moral são as únicas que estão de acordo com a ideia de uma suprema perfeição. No prólogo à primeira edição de A Religião nos Limites da simples razão (1793) Kant o abre com a afirmação de que a moral basta-se a si mesma. No entanto, se a moral de nenhum modo precisa da religião tanto objetivamente (com relação ao querer) quanto subjetivamente (com relação à capacidade) mas basta-se a si mesma; pergunta-se: por que a religião vê a lei moral como mandamento de uma suprema vontade santa? Ou ainda, por que existe uma relação entre moral e religião?

Palavras-chaves Moral. Imperativo categórico. Religião. Kant.

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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!A visão de homem em Nietzche e Paulo Popular Versão: 
Atualização:  26/4/2013
Descrição:
MEDEIROS, Humberto Duarte de

Neste trabalho busco analisar a visão básica de homem presente no pensamento do filósofo Nietzsche e do apóstolo Paulo. Nesse olhar dobrado procuro contemplar a relação existente na visão de homem nietzschiana e na visão paulina. Essa busca se dá a partir dos escritos dos autores e de seus comentadores, procurando identificar a fundamentação da visão de homem de cada um dos pensadores em foco. A primeira parte do texto procura identificar o conceito de corrupção do homem. Para Nietzsche, a corrupção presente no homem é resultado da realidade do cristianismo. Ele atribui à fé cristã a responsabilidade pela corrupção da humanidade. Esse processo se deu pela invenção da ideia de um Deus punidor e recompensador. Relacionada a ideia de Deus, o pecado e suas consequências também foi uma invenção cristã para manipular a humanidade. Assim, ele mostra que o homem precisa romper com essas ideias, por que elas negam, destroem a vida. Enquanto Nietzsche nega a realidade do pecado, Paulo edifica seu conceito de corrupção exatamente em cima disso. Ele apresenta um Deus responsável pela criação do homem a sua ‘imagem e semelhança’, o que implica o homem como um ser responsável, ético. Assim, o não viver em conformidade com o Criador consiste na corrupção do homem.

Palavras-chave: Pecado. Deus. Salvação. Ética. Além-do-homem. Eterno Retorno. Vontade Poder. Nietzsche. Paulo.

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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!Aportes filosóficos à compreensão do princípio da dignidade humana: os (des)caminhos do direito cons Popular Versão: 
Atualização:  30/4/2012
Descrição:
COPETTI, Alfredo Neto

O presente estudo trata da compreensão do Princípio da Dignidade Humana no Direito Constitucional. Tem o intuito de fazer um apanhado filosófico acerca de como o Homem foi visto no decorrer da história ocidental. Parte do exemplo privilegiado da literatura clássica, especificamente da obra Antígona de Sófocles, para trazer à tona a condição humana elementar, não-metafísica. Para tanto, auxilia-se no pensamento pré-socrático, sobretudo em Heráclito, lido a partir da Filosofia Hermenêutica. Depois, passa pelas metafísicas clássica e moderna, respectivamente, abordando as questões relacionadas ao homem com base em diversos autores. Termina apontando em direção do novo paradigma da Hermenêutica Filosófica como aquele condizente com a ordem constitucional contemporânea, cujo fundamento encontra-se no Princípio da Dignidade Humana.

Palavras-chave: Princípio da Dignidade Humana. Ethos. Metafísica clássica. Metafísica moderna. Dignidade Humana. Compreensão. Antropologia. Estado Democrático de Direito. Constitucionalismo. Homem. Mundo. Filosofia Hermenêutica. Standard de racionalidade.

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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!A noção de causalidade final na filosofia da natureza de Aristóteles Popular Versão: 
Atualização:  26/4/2013
Descrição:
FONTES, Luis Marcio Nogueira

Esta dissertação de mestrado investiga a teleologia natural de Aristóteles, seus pressupostos e implicações. Para uma melhor compreensão da teoria aristotélica, um estudo das críticas que ele dirige a seus antecessores - platônicos e materialistas - é realizado. Por um lado, ele expõe a deficiência destas teorias para explicar certos fatos naturais, como a constância da reprodução; por outro, ele aponta que essa deficiência se origina na ênfase que esses filósofos dão a apenas uma causa (material ou formal), e que uma solução para estes problemas só pode ser alcançada se levarmos em conta as quatro causas: material, formal, eficiente e final.

Palavras-chave: Teologia. História. Filosofia. Filosofia antiga. Metafisica.

Downloads 1648  1648  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Unicamp  Site 
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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!Uma defesa da razão pública no liberalismo político de John Rawls Popular Versão: 
Atualização:  30/4/2012
Descrição:
DIANA, Andrea Regina da Silva

O presente trabalho é uma análise sobre a justificação pública defendida por John Rawls na teoria do Liberalismo Político. Para o escopo desta pesquisa, justificar é apresentar razões. Estas devem garantir a validade e a legitimidade do que está sendo justificado. Dessa forma, a justificação pública relaciona-se a com solução razoável dos conflitos. Serve para o convencimento da razoabilidade dos princípios sobre os quais as pretensões e juízos estão fundados. Para Gerald Gaus e a teoria do Liberalismo justificatório, o Liberalismo Político falha na defesa da justificação pública por não considerar uma teoria da epistemologia da justificação. A crítica engloba análise das crenças e a relação destas com os indivíduos que convivem em sociedade.

Palavras-chave: Liberalismo. Razão pública. Epistemologia da justificação.

Downloads 1636  1636  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Universidade de Brasília  Site 
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Categoria: Filosofia Dissertações
Fazer Download agora!Do Argumento do Desígnio - David Hume  Popular Versão: PDF
Atualização:  30/4/2012
Descrição:
LAUX, Evelise Rosane Treptowe

Neste estudo nos propusemos a uma investigação das críticas de David Hume ao ‘Argumento do Desígnio’, existente em seu livro Diálogos sobre a Religião Natural. Críticas essas que têm por finalidade apontar as fragilidades do referido argumento, como fundamento da teoria que defende a criação do mundo a partir de Deus. Objetivamos também, explicitar o caminho dialético e rgumentativo humeano, que a partir de uma perspectiva empirista, propõe que todo o conhecimento pode, somente, provir da experiência sensível. Se Hume consegue ou não refutar e destruir esse argumento e, se propõe ou não alguma alternativa para substituição, é o que examinaremos no presente. De um total de quatro capítulos, começaremos por apresentar o ‘Argumento do Desígnio’, na forma em que ficou conhecido. A seguir entraremos, efetivamente em contato com o livro Diálogos sobre a Religião Natural, passando então à abordagem da construção das críticas elaboradas por Hume (Filo) para, finalmente demonstrarmos que, apesar de parecer ter Filo, sido vencido no diálogo - num feito que só corrobora a maestria linguística humeana - ratifica, sob um véu de discrição, a posição assumida durante todo o diálogo.

Palavras-chave: Hume. Crítica. Argumento do Desígnio. Religião Natural.

Downloads 1633  1633  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma PUCRS  Site http://
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