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Produções de Profissionais da Seed: Teses (10)


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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!A dimensão da educação nacional: um estudo sócio-histórico sobre as estatísticas oficiais da escola Popular Versão: PDF
Atualização:  24/10/2013
Descrição:
GIL, Natália de Lacerda

Esta tese é resultado de um estudo sócio-histórico que teve por objetivo compreender como se configuraram as relações entre educação e estatística no Brasil no período de 1871 até a década de 1940. A partir da análise de documentos de Estado - publicados pela Diretoria Geral de Estatística, pelo Ministério da Educação e Saúde, pelo Serviço de Estatística de Educação e Saúde, pelo INEP e pelo IBGE - foi possível identificar como se consolidou a legitimidade que usufruem as estatísticas educacionais para a condução de decisões políticas e de que maneira estas estatísticas colaboraram na formulação de representações sobre a escola primária brasileira.

Palavras-chave: Discursos sobre educação. Estatísticas educacionais. História da educação brasileira. História da escola. História da estatística. Representações.

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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!Vida e morte Miramar: Memórias urbanas nos espaços soterrados da cidade Popular Versão: PDF
Atualização:  24/10/2013
Descrição:
NONNENMACHER, Marilange

A cidade vive num processo de constante metamorfose, se reconstrói a cada instante, criando e recriando seus nichos. Este trabalho historiográfico propõe um estudo da cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, como texto a ser lido, interpretado e problematizado. Uma cidade antropofágica, que segue inquieta um processo paradoxal de construção/destruição dos suportes materiais de manutenção das suas memórias urbanas,que é a condição do ato criativo, artístico e mnemônico. Um processo que traz em si a condição do novo, do original, do inusitado, do Ursprung benjaminiano. Para isso, o Bar e Trapiche Miramar surge como mediador. Ele aparece travestido em várias metáforas (de atracadouro, de mirante, de bar, de teatro, de estacionamento; de modelo para os artistas; de lugar para os pensadores, de pescadores, de poetas, de cantores, de políticos, de carnavalescos, de crianças brincalhonas; de abrigo para os desavisados das chuvas e vento sul, para os amores ilícitos e furtivos, para os bêbados boêmios) que se revelam nesse trabalho, ou melhor, surge como uma porta de entrada para o estudo das memórias, das artes, dos sentidos, das ressignificações, dos esquecimentos, dos ressentimentos, dos silêncios que se propagam pelo espaço de uma cidade invisível que habita as subjetividades. Dessa maneira, o trabalho foi dividido em três capítulos: Registro de uma morte anunciada – (A Perda), que opera diretamente com a dinâmica da trilogia destruição/preservação/criação. Versa sobre as potencialidades do monumento Memorial ao Miramar, construído em 2001, como “signo” revelador das arritmias urbanas e da tentativa frustrada de monumentalização da memória do Trapiche como obra representativa da antiga maritimidade. No capítulo seguinte, intitulado Teatro Trapiche: arte da resistência (Na iminência da perda), apresento um dos lugares descobertos entre as ruínas da história: o Teatro Trapiche. O Miramar, depois de abrigar os boêmios, poetas, escritores, jornalistas, por décadas - que o tinham, inclusive, como "lugar de criação" -, na iminência de sua demolição, num ato de resistência, acolheu ainda, em 1972, o primeiro Teatro de Arena. Artes e Rascunhos da memória (A do Estado de Santa Catarina. No terceiro capítulo, Produtividade da Perda), o Miramar é ainda lugar e objeto de produção artística. As obras de três artistas plásticos, contemporâneos e freqüentadores do Miramar: Domingos Fossari, Tércio da Gama e José Cipriano, são tomadas como narrativas pictóricas. Por meio deles, de suas técnicas e memórias, surgem “Miramares” matizados e anacrônicos.

Palavras-chave: Trapiche Miramar. Memorial. Cidade. Memória. Arte.

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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!Manifestações autoritárias: o Integralismo nos Campos Gerais (1932-1955) Popular Versão: PDF
Atualização:  23/10/2013
Descrição:
DITZEL, Carmencita de Holleben M.

Este estudo analisa a trajetória do AIB (Ação Integralista Brasileira) ao PRP (Partido de Representação Popular) nos Campos Gerais, especialmente em Ponta Grossa, cidade-pólo regional. Procura-se compreender a formação sócio-histórica regional em relação com a repercussão do Movimento integralista nos anos 30 e sua rearticulação partidária em 1946. A identificação de particularidades regionais, dos imaginários construídos sobre a cidade e dos projetos que disputaram espaço nesse processo, mostrou-se fundamental para a elucidação dessa trajetória. O jogo rupturas e permanências, a mediação simbólica de atores sociais definidos (imprensa, Igreja, partidos, intelectuais), os textos produzidos nortearam esta reflexão. Ponta Grossa é vista como uma cidade plural na qual conviveram diferentes projetos e imaginários que disputaram permanentemente o poder.

Palavras-chave: Integralismo. Cidade. Imaginário. Projeto. Cultura e poder.

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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!Paranismo: arte, ideologia e relações sociais no Paraná: 1853-1953 Popular Versão: PDF
Atualização:  23/10/2013
Descrição:
CAMARGO, Geraldo Leão V. de

Com a Emancipação do Paraná em 1853, suas elites buscam definir as características simbólicas da nova Província. Intelectuais vindos das famílias estabelecidas elaboram suas idéias e artistas plásticos, descendentes de imigrantes de formação profissionalizante, sua apresentação visual, e, ao mesmo tempo, sua interpretação das formas modernas em arte. Neste contexto, em 1927, é definida a noção de Paranismo. Nessas trocas enxergamos contratos não escritos em que agentes de diferentes estratos sociais se relacionam para benefício mútuo. A partir daí, vemos no cenário paranaense uma produção ligada às formas das artes decorativas e a um paisagismo de teor simbolista, em que a imagem do pinheiro paranaense e do pinhão passam a ser o assunto dominante.

Palavras-chave: Paranismo. Arte. Raça. Relações sociais. Nacionalismo. Modernidade.

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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!Um ritmo espontâneo: o organicismo em Raízes do Brasil e Caminhos e Fronteiras, de Sérgio Buarque  Popular Versão: PDF
Atualização:  24/10/2013
Descrição:
EUGÊNIO, João Kennedy

Há uma fonte comum a Raízes do Brasil e Caminhos e fronteiras: o organicismo, com seus tópicos característicos: senso de realidade e aversão a fantasias ou programas; crescimento espontâneo, a partir das próprias forças do organismo cultural; adaptabilidade ou plasticidade;singularidade cultural, isto é, a consideração da tradição e da identidade de um povo; cultura como totalidade dotada de um "filtro" que atua nas trocas culturais. Nos dois livros há um trecho-síntese da concepção organicista de cultura, que permanece praticamente idêntico nos trinta anos que vão da primeira edição de Raízes do Brasil (1936) à edição de Caminhos e fronteiras (1957). Mas há diferenças entre as narrativas. Raízes do Brasil possui um movimento textual feito de oposições – de matrizes rivais: organicismo x sociologia no nível médio das seções, filosofia da vida x sociologia no nível micro dos tópicos. As referências principais são: Weber, na sociologia; Klages, Simmel e Heráclito, na filosofia da vida; Simmel e Aristóteles no organicismo. Sérgio Buarque delineia um organicismo que integra a noção de forma (princípio de individuação) e ritmo (o curso do mundo). Sérgio Buarque compreende vida e história como feitas de oposições em equilíbrio e deseja que a cultura brasileira combine raízes e inovações, tradição e experimentação. Como os organismos vivos, que crescem segundo uma lei interna, mas adaptando-se à realidade envolvente, a cultura precisa se realizar segundo um padrão intrínseco, mas adaptando-se ao contexto geral; ela precisa entrelaçar tradição cultural e modernidade, Volkgeist e Zeitgeist, physis (caráter) e nomos (norma), espírito e vida, em um acordo de antagonismos que seria a lei da vida. Em 1948 publicou-se a segunda edição de Raízes do Brasil, com acréscimos e reformulações. Entre as mudanças está a emergência do viés político progressista. O organicismo sofre uma atenuação plausível: o ensaio é um organismo que cresce e se adapta às novas circunstâncias; realiza em si o que propõe para o Brasil. E as mudanças se integram na economia do contraponto que rege o ensaio: antagonismos em equilíbrio. Mas é preciso reconhecer que a partir de 1948 o ânimo de Sérgio Buarque muda quanto ao organcismo, que ele critica em vários artigos, de forma injusta e exagerada. Em Raízes do Brasil a concepção "orgânica" deparava com um obstáculo: os brasileiros teimavam em agir de forma não adaptativa, renegavam sua tradição histórica e contradiziam na prática o postulado do ensaio de que toda cultura só absorve de outras os traços que são compatíveis com os seus quadros de vida. Já em Caminhos e fronteiras, se as marcas do organicismo são menos visíveis, o organicismo lá é inteiro (sem matriz rival), amplo e sereno. Desviando o olhar da história do Brasil como um todo, Sérgio Buarque vê a realização do crescimento orgânico e da adaptação à realidade na história de São Paulo, sem os dilemas que marcaram a sociedade brasileira do latifúndio monocultor escravista. Nesse livro Sérgio Buarque faz história de inspiração antropológica e isto já revela um traço do organicismo – afinal as raízes da antropologia cultural se ligam à noção aristotélica de forma como princípio de individuação e à valorização das coisas particulares como dotadas de teleologia (princípio de crescimento) própria. Em Caminhos e fronteiras a pesquisa disciplinada e a narrativa histórica são guiadas pela imaginação "orgânica": os tópicos característicos (crescimento orgânico, adaptação à realidade, singularidade cultural) estão por toda parte e os capítulos compõem um tácito argumento organicista. Mais que um erudito livro de história, Caminhos e fronteiras é uma intervenção velada no debate sobre a história do Brasil e as vias de acesso à modernidade.

Palavras-chave: Historiografia. Organicismo. Lebensphilosophie. Contraponto. Forma orgânica. Sérgio Buarque de Holanda.

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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!Imagens do candomblé e da umbanda: etnicidade e religião no cinema brasileiro nos anos 1970 Popular Versão: PDF
Atualização:  23/10/2013
Descrição:
SANTIAGO JÚNIOR, Francisco das Chagas F.

A tese que se apresenta visa mostrar as diferentes disputas que se formaram ao redor das imagens do Candomblé e da Umbanda no cinema brasileiro dos anos 1970. Identificamos as instituições que forneceram sentido aos filmes e os principais debates culturais que se constituíram na relação da sociedade brasileira com as imagens das chamadas "religiões populares". Observamos que o campo cinematográfico partiu de sua tradição de reflexão sobre o nacional e o popular e começou a constituir clivagens nas identidades brasileiras quando propôs fazer filmes que contemplassem os "valores populares". Naquele período ocorreu uma mudança no foco da identidade nacional, antes tida como homogênea, e que seria fraturada em múltiplas facetas. Os filmes que mostravam a Umbanda e o Candomblé, as "religiões populares", se constituíram em conflagrações e disputas pela afirmação da etnicidade e da nacionalidade no Brasil setentista. Começou a emergir uma nova etnicidade, uma etnicização das imagens cinematográficas advinda das fraturas identitárias produzidas no debate cultural brasileiro. Nossa pesquisa acompanha os diversos agenciamentos que os filmes realizaram, bem como as maneiras como foram agenciados por membros do campo cinematográfico, tais como cineastas e críticos de cinema, e membros de outros campos sociais, como antropólogos, ativistas de movimentos sociais e outros críticos culturais. Observamos pela análise de cinco películas (O Amuleto de Ogum, Tendas dos Milagres, Cordão de Ouro, A Força de Xangô, Prova de Fogo) como a etnicidade e a religiosidade se aproximavam e se distanciavam.

Palavras-chave: Religião Afro-brasileira. Cinema Brasileiro. História e Cinema. Etnicidade.

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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!Entre histórias, fotografias e objetos: imigração italiana e memórias de mulheres Popular Versão: PDF
Atualização:  23/10/2013
Descrição:
PEREIRA, Syrléa Marques

Este trabalho busca analisar a história da “grande migração italiana” para o Brasil, ocorrida entre 1870 e 1920, a partir da transferência de um grupo de famílias da aldeia de Oneta, localizada na região da Toscana, para o distrito de Nossa Senhora do Amparo, no estado do Rio de Janeiro, e posteriormente na cidade de Passa Quatro, em Minas Gerais. O processo migratório foi reconstruído especialmente por meio da memória de mulheres brasileiras e italianas que exercem a função de guardiãs da memória familiar, privilegiando-se um suporte de memória: as chamadas caixinhas de lembrança. Nelas, fotografias e pequenos objetos pessoais foram por elas colecionados e conservados através do tempo, compondo uma narrativa. Tais relíquias familiares, pelo fato de terem pertencido ou retratarem seus antepassados, apontam a origem peninsular desses imigrantes e conectam a aldeia de Oneta ao Brasil. O argumento central defendido na tese é o de que a identidade italiana entre os descendentes brasileiros é construída no solo do mundo privado/íntimo, para posteriormente se projetar no universo do público. A prática memorial se assenta no trabalho desenvolvido pelas mulheres que, durante encontros familiares, exibem suas caixinhas de lembranças e narram histórias sobre o deslocamento de seus antepassados para o Brasil, atualizando continuamente a memória do grupo familiar e unindo as duas pontas envolvidas no processo migratório.

Palavras-chave: Deslocamentos transnacionais. Imigração italiana. Mulheres. Memória familiar. Objetos.

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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!"Nós não somos de origem": Populares de ascendência açoriana e africana numa freguesia do Sul  Popular Versão: PDF
Atualização:  21/10/2013
Descrição:
FERREIRA, Sérgio L.

O presente trabalho faz uma história cultural a partir dos dados demográficos da freguesia de Nossa Senhora das Necessidades da Praia Comprida (atual Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis, SC). A população desta freguesia foi constituída basicamente por açorianos e africanos. O comportamento demográfico e cultural da população livre no século XVIII era muito semelhante à matriz demográfica dos Açores no período. Ao longo do século XIX esta população foi se afastando dessa matriz açoriana e se "abrasileirando", a ponto de chegar ao final do século XIX sem lembrar mais de sua ascendência açoriana. No século XX esta população se proclamará "sem origem". No final do século XX, o movimento de valorização da açorianidade precisou buscar nos documentos esta ascendência que a memória já tinha esquecido. Por outro lado, estes mesmos documentos também revelaram que a presença africana não foi tão insignificante como a historiografia tradicional tem apregoado. Aos descendentes de africanos não se perguntará se têm origem, a cor de sua pele os colocam entre os descendentes de escravos, tenham sido seus antepassados escravos ou não. A origem que se lhes atribui é o cativeiro, não uma origem étnica ou geográfica. No entanto, assim como os descendentes de açorianos, os descendentes de africanos não serão considerados como "de origem", o que os coloca no rol dos "sem origem" ao lado dos descendentes de açorianos.

Palavras-chave: Açorianos. Africanos. História demográfica. Identidade.

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Categoria: História Teses
Fazer Download agora! A contribuição de Andrés Torres Queruga: uma releitura moderna do cristianismo Popular Versão: PDF
Atualização:  21/10/2013
Descrição:
COSTA, Juarez A.

Esta tese mostra que as mudanças culturais proporcionadas pela modernidade possibilitaram uma crise no cristianismo. Andrés Torres Queiruga descortina na modernidade uma consequência das principais virtudes do cristianismo, indicando horizontes para o diálogo entre cristianismo e modernidade, contribuindo para uma releitura e reinterpretação moderna dessa religião para que ela possa se manter firme e contextualizada na sua proposta.

Palavras-chave: Cristianismo. Modernidade. Catolicismo. Repensar.

Downloads 6142  6142  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma CRE - PUC/SP  Site http://www.pucsp.br/pos-graduacao/mestrado-e-doutorado/ciencias-da-religiao
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Categoria: História Teses
Fazer Download agora!A árvore e o fruto: a promoção dos intelectuais no século XIX Popular Versão: PDF
Atualização:  21/10/2013
Descrição:
ANDRADE, Débora El-Jaick

Esta tese propõe-se a investigar a formação do campo literário no Brasil no período regencial até as primeiras décadas do Segundo Reinado. Parte da trajetória de quatro dos mais consagrados escritores do Império, Manuel de Araújo Porto Alegre, Domingos José Gonçalves de Magalhães, Joaquim Manuel de Macedo e Gonçalves Dias, para perceber as relações estabelecidas dentro do campo literário, a relação com outros campos em formação, com o Estado e com a classe dirigente imperial. Eles dedicaram-se a efetivar a independência cultural do Brasil, empenhando-se em organizar a cultura a partir das agências do Estado e de instituições por ele criadas ou mantidas. Esses escritores atuaram no jornalismo literário, nas principais revistas do período, a revista Niterói (1836), a Minerva Brasiliense (1843-1845) e o Guanabara (1849-1855), participando da promoção da literatura e principalmente dos literatos, poetas, artistas e eruditos. Esta promoção compreendia, sobretudo, a construção da autoimagem do escritor, que se destinava a mudar a mentalidade da sociedade em relação aos poetas e artistas e poder integrá-los definitivamente à classe dirigente. Através das revistas, discursos, cartas e obras compreende-se sua visão de mundo, seu projeto para a sociedade e para o homem, ligado ao movimento intelectual do Romantismo.

Palavras-chave: Intelectuais. Organização da Cultura. Campo Literário. Brasil Imperial.

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