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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!Dificuldades interpretadas nos discursos de professores dos anos iniciais do ensino fundamental  Popular Versão: pdf
Atualização:  8/10/2012
Descrição:
LANGHI, Rodolfo; NARDI, Roberto

Este artigo, que relata as dificuldades de professores em relação ao ensino da Astronomia, faz parte de um estudo exploratório para a inserção da Astronomia na formação de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Esse estudo leva em consideração as concepções alternativas de alunos e professores sobre fenômenos astronômicos, os erros conceituais em livros didáticos e as sugestões de conteúdos de Astronomia constantes nos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais). Caracterizar as dificuldades dos professores é a questão central deste texto, apontando para o objetivo de contribuir com subsídios para um futuro programa de formação continuada neste tema. O estudo se justifica mediante o fato de que planejamentos de cursos como estes só se adequarão à realidade do professor (e do aluno) se houver uma investigação antecipada sobre o que os docentes precisam saber e saber fazer a respeito da Astronomia, o que se concretizou em nosso caso pela interpretação dos discursos de uma amostra de professores coletados através de entrevistas semi-estruturadas, utilizando para interpretação os princípios e métodos da análise do discurso em sua linha francesa. Os resultados da pesquisa indicaram dificuldades de ordem pessoal, metodológica, de formação, de infra-estrutura e outras relacionadas às fontes de informações para docentes.
Palavras-chave: Formação inicial e continuada de professores; ensino da Astronomia; concepções alternativas; erros conceituais em livros didáticos; análise do discurso.

Downloads 669  669  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma RELEA, n. 2, p. 75-92, 2005  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!Mitos e estações no céu Tupi-Guarani Popular Versão: pdf
Atualização:  8/10/2012
Descrição:
AFONSO, Germano Bruno

Com astronomia própria, índios brasileiros definiam o tempo de colheita, a contagem de dias, meses e anos, a duração das marés, a chegada das chuvas. Desenhavam no céu histórias de mitos, lendas e seus códigos morais, fazendo do firmamento esteio de seu cotidiano.

Downloads 2802  2802  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Scientific American Brasil  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!O ensino da astronomia por meio de oficinas, experimentos interativos e atividades lúdicas  Popular Versão: pdf
Atualização:  8/10/2012
Descrição:
CRUZ, Lívia Camargos; CARDOSO, Walmir Thomazi

O presente trabalho visa mostrar o resultado do desenvolvimento de materiais lúdicos/interativos e a aplicação de dinâmicas em oficinas de baixo custo para ensino e divulgação da astronomia, aplicados desde 2009 na Escola Municipal de Astrofísica (EMA) e no planetário “Professor Aristóteles Orsini” (Parque do Ibirapuera, Departamento de Educação Ambiental – DEA, da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo – SVMA). A metodologia empregada no trabalho foi qualitativa (flick, 2007), considerando a interação de componentes metodológicos e teorias, assim como as abordagens de problemas.
Palavras-chave: oficinas de Astronomia, experimentos de baixo custo, atividades údicas de Astronomia.

Downloads 1045  1045  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia (FCET)  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A evolução dos instrumentos de observação astronômica e o contexto histórico-científico Popular Versão: pdf
Atualização:  8/10/2012
Descrição:
FORÇA, Ana Claudia; PEREZ, Everton Piza; QUINTILIO, Maria Salete Vaceli; ALVES, Vagner Camarini

A visão de um céu estrelado numa noite límpida tem fascinado a Humanidade desde os tempos pré-históricos. O homem começou a “fazer ciência” a partir do momento em que se perguntou o que eram as estrelas e porque estavam ali, desenhando a aparência do céu e tentando predizer os fenômenos celestes. A partir do momento em que Galileu apontou sua luneta para céu, iniciou-se uma estreita relação entre a evolução dos instrumentos astronômicos, a tecnologia, a história e a ciência. Para isso, basta citarmos a grande revolução cósmica, iniciada por Nicolau Copérnico, que nos tirou da idade das trevas e nos guiou ao Renascimento. Usando uma luneta, Galileu deu suporte às idéias de Copérnico, culminando com a teoria da Gravitação Universal de Newton (Kaufmann 1994; Jatenco-Pereira et al. 2000). Atualmente, muitas pesquisas têm sido realizadas dentro da temática da melhoria do ensino de Ciências. No entanto, a História da Ciência ensinada nos ensinos fundamental e médio, e até no superior, apresenta problemas, como erros factuais e conceituais (Bastos 1998). Na área de Astronomia, por exemplo, não é raro folhear livros didáticos e encontrar dezenas de erros grosseiros. Outro problema é a falta de contextualização dos poucos textos disponíveis, que, em geral, não mostram a relação entre Ciência e Sociedade. Portanto, podemos seguir o caminho de evolução dos instrumentos de observação astronômica, ligando-a a produção de conhecimento científico, implementação da tecnologia e sua influência na História. No presente trabalho estuda-se a evolução desses instrumentos a partir do olho humano, considerado o mais importante dentre os instrumentos de observação visual. Esse trabalho se desenvolve a partir de uma análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM), de como os textos didáticos trabalham a Óptica e a Astronomia e faz uma proposta didática para o ensino de Óptica fundamentado nos equipamentos da astronomia. A intenção é que a metodologia aqui proposta possa ser aplicada no Ensino Médio, dentro da realidade educacional das escolas públicas ou privadas de nosso estado e também do país.

Downloads 65946  65946  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Unoeste -SP  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!Os professores de ciências e suas formas de pensar a astronomia Popular Versão: 
Atualização:  8/10/2012
Descrição:
LEITE, Cristina; HOSOUME, Yassuko

O modo de pensar dos professores de Ciências do ensino fundamental sobre os elementos da Astronomia é o objeto de pesquisa presente neste artigo, cuja metodologia consiste em entrevistas semi-estruturadas, filmadas em vídeo e centradas numa perspectiva tridimensional dos elementos astronômicos, possibilitando um mapeamento das concepções das formas e das dimensões da Terra, do Sol, da Lua, dos planetas e das estrelas, bem como da concepção de céu e de Universo como um todo. Os resultados indicam um Universo contendo: Sol, estrelas, planetas e Lua, onde o Sistema Solar é parte do todo. Algumas vezes o Universo é concebido como o próprio Sistema Solar. Os objetos estão no céu ou no Universo o qual, para muitos, se restringe ao espaço que está acima da Terra. A forma plana dos objetos astronômicos e a estrutura espacial da montagem do Universo são características marcantes. Muitos indicam Sol e estrelas como coisas diferentes: Sol é um objeto quente e as estrelas são frias. Esses resultados nos preocupam e certamente sinalizam uma urgência de programas de formação continuada para professores no conteúdo de astronomia, uma vez que os PCN ́s indicam fortemente o ensino desse conteúdo.
Palavras-Chave: Educação; Astronomia; concepções alternativas; ensino de astronomia; ensino fundamental; professor de Ciências.

Downloads 836  836  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma RELEA, n. 4, p. 47–68, 2007  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!O entendimento de conceitos de astronomia por alunos da educação básica: o caso de uma escola públi Popular Versão: pdf
Atualização:  8/10/2012
Descrição:
MACHADO, Daniel Iria; SANTOS, Carlos dos

Apresentam-se os resultados de uma investigação sobre a compreensão de conceitos astronômicos básicos, da qual participaram 561 estudantes da quinta série do Ensino Fundamental ao terceiro ano do Ensino Médio de uma escola pública da cidade de Foz do Iguaçu. Um teste com 20 questões de múltipla escolha foi aplicado para identificar as concepções mais comuns expressadas pelos alunos. Esse instrumento de coleta de dados foi elaborado com base na literatura sobre concepções alternativas e abordou os seguintes temas: o ciclo dia-noite; os fusos horários; as estações do ano; as fases da Lua; o movimento da Lua; o movimento aparente do Sol na esfera celeste; os eclipses; as dimensões e distâncias no Universo; o brilho das estrelas e sua observação da Terra. Embora se tenha verificado um pequeno progresso na proporção de respostas cientificamente aceitáveis ao se cotejar a oitava série do Ensino Fundamental com a quinta, e a terceira série do Ensino Médio com a primeira, houve o predomínio de concepções alternativas em relação à maior parte dos temas explorados, as quais persistiram até o último ano da Educação Básica. A comparação com dados encontrados em investigações realizadas em outros contextos socioculturais revelaram, em muitos aspectos, noções e dificuldades similares manifestadas pelos estudantes.
Palavras-chave: ensino de Astronomia; concepções alternativas.


Downloads 705  705  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma RELEA, n. 11, p. 7-29, 2011  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!Uma avaliação diagnóstica para o ensino da astronomia Popular Versão: pdf
Atualização:  8/10/2012
Descrição:
SILVEIRA, Felipa Pacifico Ribeiro de Assis; SOUSA, Célia Maria Soares Gomes de; MOREIRA, Marco Antonio

Este artigo tem como objetivo apresentar os resultados de uma avaliação diagnóstica, utilizada como instrumento para a coleta de dados sobre o conhecimento prévio de conceitos científicos, necessários à compreensão do tema Terra e Universo, de um grupo composto por 47 estudantes, da 6a série do Ensino Fundamental. A ação pedagógica de diagnosticar os conhecimentos prévios, do estudante, antes de ensiná-los, tem fundamento na teoria da Aprendizagem Significativa, proposta por David Ausubel. Essa avaliação diagnóstica foi composta por 25 questões, cujas respostas foram analisadas e categorizadas visando sua interpretação, o que permitiu compreender os significados atribuídos pelo estudante a esses conceitos. Conclui-se, a partir da avaliação diagnóstica, que a maioria dos estudantes pesquisados apresentou dificuldades em expor conceitos científicos sobre o tema Terra e Universo ao iniciar a 6a série. Entretanto, foram identificadas ideias e representações relevantes que contribuíram para a (re)significação dos conceitos científicos propostos para o ensino do tema nessa série. Os resultados da avaliação diagnóstica serviram como referência para a organização do plano de ensino, viabilizando o processo de aprendizagem, por adequar a sequência didática às características dos estudantes e ao contexto da sala de aula. É esperado que o instrumento apresentado nesse artigo possa ser utilizado também por outros pesquisadores em investigações relacionadas ao tema.
Palavras-chave: aprendizagem significativa; avaliação diagnóstica; conhecimento prévio; Terra e Universo.

Downloads 2163  2163  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma RELEA, n. 11, p. 45-62, 2011  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!Astronomia Indígena Popular Versão: pdf
Atualização:  5/2/2013
Descrição:
AFONSO, Germano Bruno

Os conhecimentos astronômicos empíricos dos indígenas, relativos aos movimentos do Sol, da Lua, da Via-Láctea e de suas constelações, associados à biodiversidade local, suficientes para a sobrevivência em sociedade, são desconhecidos por muitos historiadores da ciência. Nesta artigo, apresentamos uma parte desses conhecimentos, que conseguimos resgatar, utilizando documentos históricos, que relatam a importância da astronomia no cotidiano das famílias indígenas; vestígios arqueológicos, tais como a arte rupestre e os monumentos rochosos, que possuem conotação astronômica; diálogos informais e observações do céu com pajés de todas as regiões brasileiras.

Palavras-chave: Astronomia indígena, Astros, constelações.

Downloads 545  545  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma   Site http://
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A Importância da Biodiversidade Popular Versão: PDF
Atualização:  19/2/2013
Descrição:
SANTOS, Fernando Santiago dos.

Diversas são as definições que podem ser aplicadas ao termo biodiversidade, incluindo as mais simples (riqueza do número de espécies) e outras mais abrangentes e complexas (variedade de seres vivos da Terra, fruto de bilhões de anos de evolução, moldada pelos processos de seleção natural e também pelas interferências antrópicas). A biodiversidade pode ser interpretada do ponto de vista da variação intra-específica e incluir, em maior escala, a variedade de tipos de comunidades ou ecossistemas de dada região. Ainda não há consenso entre os pesquisadores acerca do número de espécies existentes atualmente em nosso planeta. A disparidade numérica (entre três e 30 milhões de espécies) deve-se, entre outros fatores, às dificuldades de identificação e descrição dos grupos biológicos, além da extinção de espécies que sequer chegam a ser inventariadas e catalogadas. Algumas estimativas recentes apontam o Brasil como um dos países mega-diversos, com cerca de 50 mil espécies de fanerógamas e com 13% do total mundial de espécies de plantas, animais e fungos. Além disto, poucas unidades federativas brasileiras dispõem de listagens de plantas e animais. São Paulo e Santa Catarina, por exemplo, têm sido apontados como os estados com trabalhos mais completos de suas faunas e floras, destacando-se, no primeiro, os esforços do programa Biota da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Biota – FAPESP). Em dez anos de trabalho, cerca de duas mil novas espécies foram catalogadas nesse programa. Com o intuito de preservar o patrimônio genético em nosso planeta, 25 áreas de alto endemismo e fortes pressões antropogênicas (hot spots) foram reconhecidas: estas áreas detêm 44% de espécies de plantas do mundo e 35% de espécies de vertebrados (excluindo peixes). O bioma atlântico e o cerrado são dois hot spots brasileiros com expressividade no panorama mundial. Particularmente no cenário brasileiro, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), visando à preservação e à conservação do patrimônio biológico nacional, reconhece diversas Unidades de Conservação (UCs) como as UCs de Proteção Integral (Parques Nacionais e Reservas Biológicas, por exemplo) e as UCs de Uso Sustentável (Florestas Nacionais, Reservas Particulares do Patrimônio Natural, por exemplo). Muitas são as ameaças à biodiversidade, principalmente nas regiões intertropicais (favorecidas, em milhões de anos, por alternância entre períodos quentes e de glaciações, que modificaram o clima e a estrutura da Terra): destruição de habitats, introdução de espécies exóticas oriundas de água de lastro, por meio de trânsito de sementes etc., diminuição de endemismo, contrabando, caça e pesca predatórias, extinção de espécies, entre outras. Neste contexto, é importante a investigação acerca do papel desempenhado pelas espécies-chave nas funções ecológicas dos ecossistemas e o comprometimento destes em função da extinção dessas espécies, além da suscetibilidade a doenças e dizimações em massa existente entre populações cujos indivíduos possuem pouca variação genética. Levantamentos da Convenção sobre a Diversidade Biológica da ONU apontam taxas de perda de espécies que chegam a cem vezes à da extinção natural. Tais taxas têm tido um crescimento exponencial recentemente. Em face desta situação, é premente a ação de governos e sociedade civil organizada para a tomada de decisões que visem a alternativas viáveis que conciliem desenvolvimento sem comprometimento da imensa riqueza biológica de nossa biosfera.


Downloads 21363  21363  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Revista Paidéi@, Vol. 2, n. 4, 2010  Site http://revistapaideia.unimesvirtual.com.br
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!O uso de imagens nas aulas de ciências naturais Popular Versão: PDF
Atualização:  29/5/2013
Descrição:
GUIDO, Lúcia de Fátima Estevinho Guido; BRUZZO, Cristina

O texto discutirá o uso de imagens nas aulas de Ciências, serão enfatizadas imagens que trazem narrativas a respeito do mundo natural. A intenção de utilizar as imagens na educação é tentar compreender o discurso apresentado pela mídia, que é revelado a partir de um olhar mais atento para as imagens. No caso das imagens de natureza, vários discursos podem ser observados. Neste texto será enfatizado o discurso ecológico. Muitas vezes a veiculação desse discurso se faz com recurso à espetacularização da natureza, sendo esta utilizada pelos meios de comunicação para seduzir seu público. Pesquisas realizadas tanto no Brasil como na Europa e nos EUA têm mostrado que professores e alunos utilizam os meios de comunicação para obter informações ambientais. Fica evidente a importância de encararmos a televisão como divulgadora de informações ecológicas interferindo na visão de natureza, de ambiente, não apenas de alunos e professores, como também do público em geral, o que torna urgente colocar a televisão e outras mídias como ferramenta de trabalho na sala de aula, não apenas como uma ilustração do conteúdo a ser ensinado, mas como algo que deve ser analisado, criticado.

Palavras-chave: Imagem. Natureza. Meios de Comunicação de Massa.

Downloads 463  463  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Em Extensão, Uberlândia, V. 7, 2008  Site 
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