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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!O Uso das Tecnologias pelos Professores Corregentes no Município de Curitiba Popular Versão: PDF
Atualização:  16/10/2017
Descrição:
GARCIA, Joyce Cordeiro Heindyk

A presente pesquisa está inserida na Linha de Pesquisa - Teorias e Práticas de Ensino na Educação Básica, do Programa de Mestrado em Educação: Teoria e Prática de Ensino, no eixo de Educação e Tecnologias. O estudo traz a questão: como os professores corregentes do 3º ano do Ensino Fundamental de Curitiba, utilizam as tecnologias nas práticas pedagógicas? Para este fim, delimitou-se como objetivo geral: analisar e compreender como os professores corregentes, do 3º ano do Ensino Fundamental de Curitiba utilizam as tecnologias nas práticas pedagógicas. De modo a cumprir o objetivo geral, definiram-se os seguintes objetivos específicos: compreender a função do professor corregente na rede municipal de Educação de Curitiba – RME; identificar a concepção de tecnologia apresentada pelos professores corregentes da RME, em especial, daqueles que atuam no 3º ano do Ensino Fundamental; verificar se esses professores corregentes, já vivenciaram o uso de tecnologias em sua formação continuada e a sua aplicabilidade pedagógica; analisar quais tecnologias os professores corregentes utilizam em suas práticas pedagógicas e identificar e analisar os avanços, dificuldades e desafios a serem superados, no uso das tecnologias na escola. Esta pesquisa é de abordagem qualitativa, do tipo exploratória e pesquisa de campo. Buscou-se, primeiramente, fazer o levantamento bibliográfico das produções sobre tecnologia e educação que já existiam, para isso, pesquisou-se dissertações e teses da UFPR e UTFPR; produções nos bancos de dados da CAPES, Scielo e BVS. A partir do levantamento bibliográfico e verificação da problemática, utilizou-se como instrumentos de pesquisa o questionário e a entrevista semiestruturada. Os sujeitos da pesquisa foram os professores corregentes que atuaram no 3º ano do Ensino Fundamental nos anos de 2016 e 2017. Obtiveram-se 18 questionários respondidos das 185 escolas, por meio de formulário online e foi realizado 10 entrevistas com professores corregentes, sendo uma em cada regional de Curitiba, selecionado por meio randômico, não sendo os mesmos professores do questionário. Para a análise dos dados coletados utilizou-se a análise de Discurso, nas entrevistas (ORLANDI, 2007). Foram elencados 5 dispositivos analíticos, sendo eles: a função da corregência; concepção de tecnologia na escola; formação continuada em tecnologia; tecnologias utilizadas na prática pedagógica e potencialidades e desafios no uso das tecnologias na corregência. Os resultados mostram que todos os docentes acessam a internet em sua rotina do dia-a-dia. A maioria utiliza e-mails, redes sociais e aplicativos para pesquisas e lazer. Utilizam o computador na escola e em suas casas para preparar aula, para pesquisas diversas, preparar atividades, entre outros. Os docentes utilizam a tecnologia para seu uso pessoal e nas práticas pedagógicas, mas, é preciso avançar no uso das tecnologias em sala de aula. Nos discursos nota-se que muitos professores ainda não utilizaram as tecnologias no trabalho com a corregência. Os que já tiveram essa experiência, destacam trabalhos realizados na sala de informática ou nas aulas de Ciências. O uso de jogos eletrônicos, voltados para a alfabetização foi trazido por poucos docentes. Não se verificou nenhum trabalho que envolvesse a interação proporcionada pelas tecnologias e nenhuma ação voltada ao trabalho em sala de aula, com alunos que apresentam dificuldades.

Palavras-chave: Tecnologias e educação. Formação de professores. Professor corregente. Prática pedagógica. Ensino fundamental.

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Fazer Download agora!O Panorama de Uso da Experimentação no Ensino da Física em Municípios da Região Oeste do Paraná: uma Popular Versão: PDF
Atualização:  19/4/2018
Descrição:
HOFFMANN, Jairo Luiz

A temática relativa ao uso da experimentação no Ensino de Física apresenta relevância devido às contribuições das mudanças metodológicas e variações de recursos pedagógicos, como forma de oportunizar diferentes possibilidades na construção do conhecimento científico. As reflexões sobre o tema buscam contribuir para a melhoria da aprendizagem da Física e da significação dos conteúdos escolares para os estudantes. A perspectiva é contextualizar as teorias e leis bem como a utilização das estruturas físicas, materiais e instrumentos didáticos disponíveis nas escolas de Ensino Médio e a forma de compensar a ausência ou precariedade desses. Por outro lado, os relatos de alunos e professores que evidenciam dificuldades são constantes na compreensão dos conceitos, a falta de interesse pelas aulas e a escassez de atividades prático-experimentais. A carga horária da disciplina insuficiente e o grande número de alunos por turma justificam parte das dificuldades, em especial, com o trabalho experimental nas escolas. A presente investigação se propõe a analisar como ocorre o uso da experimentação no Ensino da Física no Ensino Médio das Escolas Públicas do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Toledo – PR. Reflete sobre a importância da experimentação no currículo escolar e as condições presentes nas escolas para tais atividades, além da compreensão dos profissionais do ensino acerca do uso da experimentação e o Ensino da Física. A pesquisa bibliográfica e a pesquisa de campo foram adotadas com a técnica de entrevista com professores, observação (diário de bordo) nos estabelecimentos de ensino e aplicação de questionários para docentes e discentes, a fim de se conhecer a realidade da experimentação em Física vivenciada no contexto escolar regional. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo, numa abordagem de pesquisa qualitativa. Identifica-se que, como resultado da pesquisa, embora a temática da experimentação esteja presente nas discussões sobre o Ensino de Física, no âmbito escolar, na formação inicial e continuada, encontra dificuldades na efetivação prática nos ambientes escolares em nível de Ensino Médio. Mas, se por um lado ela é indicada pelos estudantes como estimuladora ao interesse pela aprendizagem dos conteúdos escolares, por outro lado, percebe-se, a partir das falas dos professores, o predomínio das abordagens demonstrativas e de verificação frente ao caráter investigativo da experimentação. Isso justifica a continuidade dos debates para a superação das dificuldades elencadas no contexto da pesquisa, a fim de que se possa explorar o caráter investigativo da experimentação. Mesmo que se reconheça a importância dos experimentos a partir de materiais de baixo custo, é necessária a constante atualização dos laboratórios de ciências e de informática como ampliação de possibilidades para a experimentação.

Palavras-chave: Ensino de física. Ensino por investigação. Experimentação. Ensino médio.

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Fazer Download agora!O Aprender a Aprender de Professores de Licenciaturas de uma Instituição Pública do Norte no Paraná Popular Versão: PDF
Atualização:  17/4/2018
Descrição:
JERONYMO, Gisele Fermino Demarque

O presente estudo está embasado no referencial teórico da Psicologia Cognitiva/Processamento da Informação, que elucida como as pessoas aprendem, estruturam, armazenam e utilizam o conhecimento advindo do uso consciente das estratégias de aprendizagem pelo aprendiz. Na atualidade, existem estudos a respeito dos processos de aprendizagem dos alunos, contudo, ainda são escassos os que fazem referência aos professores como aqueles que aprendem, percebendo-se capazes de ensinar os alunos a tornarem-se autorregulados e aptos ao “aprender a aprender”. Esta pesquisa teve como objetivo geral analisar o processo de aprender a aprender dos professores de licenciaturas de uma Instituição Pública do norte do Paraná. De caráter exploratório, foi realizada com 56 professores de licenciaturas, sendo 57,14% do sexo feminino e 42,86% do sexo masculino. Para a coleta de dados, foram utilizados questionários sobre: perfil socioeconômico, o aprender a aprender (SANTOS, 2008) e a prática pedagógica do professor alusiva ao uso de estratégias de aprendizagem, bem como a Escala de Estratégia de Aprendizagem para Universitários (EEA-U) de Boruchovitch e Santos (2015). A pesquisa foi realizada on-line, utilizando as ferramentas disponíveis no Google Drive. A análise dos dados foi realizada por meio da estatística descritiva e inferencial e, nos relatos dos professores, foi feita a análise de conteúdo, conforme proposto por Bardin (2011). Os resultados obtidos demonstraram que 12,90% não têm claro o significado do aprender a aprender e 33,36% confundem as estratégias de aprendizagem com estratégias de ensino e que os professores utilizam com maior frequência, para aprender, as estratégias de aprendizagem de autorregulação cognitiva e metacognitiva, com destaque para as metacognitivas, sendo que os professores do Departamento de Letras se apresentaram como mais autorregulados. Na sua ação pedagógica, em geral os mesmos revelaram poucas ações no sentido de incentivar o aprender a aprender de seus alunos. Portanto, os resultados apresentados indicam a necessidade de formação dos professores das licenciaturas na perspectiva da Psicologia Cognitiva embasada na Teoria do Processamento da Informação, para que aprendam a utilizar com maior frequência as estratégias de autorregulação da aprendizagem de forma a se tornarem melhores aprendizes, e como consequência, promovam alunos mais autorregulados, que aprendam a aprender.

Palavras-chave: Aprender a Aprender. Estratégias de Aprendizagem. Formação de Professores. Ensino Superior.

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Fazer Download agora!Histórias e Sentidos da Institucionalização da Criança Pobre em Cianorte Popular Versão: PDF
Atualização:  17/4/2018
Descrição:
FERREIRA-CAMPIOTTO, Fabiana Fernandes

Este trabalho se insere no campo da infância e se propõe a conhecer, sistematizar e analisar a história institucional da criança pobre no município de Cianorte-PR por meio de Organizações Não Governamentais de assistência à infância. O recorte temporal baseia-se no início da fundação do município, em 1955, e vai até o ano 2000, correspondendo este último aos dez primeiros anos de implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. A pesquisa tem como objetivos específicos: registrar e organizar aspectos históricos de Organizações Não Governamentais de Cianorte a fim de preservar sua memória; relacionar e significar a história contada com a teoria sobre a institucionalização de crianças no Brasil. A metodologia, de caráter bibliográfico e documental, envolveu o estudo de oito organizações não governamentais do município de Cianorte, as quais apresentavam um acervo disperso no que se refere à infância, apontando a necessidade de organização e registro dos arquivos encontrados nestas instituições privadas sem fins lucrativos, já que não havia atendimentos institucionais governamental até o ano 2000. Na pesquisa, foram utilizados os seguintes documentos: atas de fundação e de diretoria, fotos, regimentos internos, estatutos sociais, recortes de jornais, ofícios, solicitações, convênios, orientações, lista de alunos, requerimentos, escritura, memorial, contrato de comodato, relatórios, convocação, certidões, projetos e plantas de casas. Com base no acervo acessado, foi encontrada uma variedade documental de instituições que prestaram/prestam atendimento à criança pobre no munícipio, evidenciando a relevância de seus trabalhos para o período estudado, sobretudo no que se refere à necessidade de valorizar a experiência prática. Para a efetivação desta investigação, foram entendidas como necessárias a nomeação e a sistematização dos documentos localizados, tais procedimentos de arquivística representam o início da visibilidade da história institucional da criança que, até então, não existia. O estudo teórico e a análise documental apontaram, entre outros resultados, a presença de uma forte cultura institucional de caráter filantrópico e caritativo para crianças pobres, apoiada por concepções de infância que dificultam o aperfeiçoamento de práticas igualitárias que contemplem o direito para todos independente da classe social. A institucionalização da criança tem se reconfigurado em diferentes épocas e, mesmo após a implantação do ECA, não têm ocorrido mudanças significativas na política municipal de atendimento. É possível observá-la nos atendimentos atuais chamados em meio aberto, como nas creches, ou instituições sociais voltadas para a assistência social. É possível afirmar que a institucionalização da criança é um dos mecanismos de controle social e da pobreza, apoiados por concepções constituídas na modernidade e criadas exclusivamente para a criança pobre, além da existência de controles velados destas instituições privadas, os quais afetam a participação política da comunidade local e de crianças em instâncias de decisão sobre temáticas infanto-juvenis.

Palavras-chave: Institucionalização da Criança. Infância. Entidades não governamentais de Cianorte/PR. Poder(es). Educação social.

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Fazer Download agora!Políticas Públicas Educacionais para Universalização da Alfabetização com Ênfase na Penitênciária de Versão: PDF
Atualização:  16/4/2018
Descrição:
ROGOWSKI, Delir Freitas

A dissertação investiga o desenvolvimento de políticas públicas educacionais para a universalização da alfabetização no Paraná, à população no contexto da privação de liberdade pela EJA e programa de governo, segundo a Constituição Federal/1988, a Lei de Execução Penal – Lei 7.210/1984, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/1996, com objetivo de desvendá-las. A metodologia da pesquisa descritiva e documental inclui análise da legislação na qualidade do tratamento penal, inclusive consulta no SPR em busca do perfil e dados escolares dos presos na PEC–Penitenciária Estadual de Cascavel/PR. O referencial teórico constitui-se por abordagens conceituais e contemporâneas de políticas públicas educacionais e penais, a partir do estudo além da legislação já citada, da Lei 10.172/2001, do Plano Ibero-Americano e na internet, inclusive em sites oficiais. A EJA, no início do século XXI, emerge como política da educação básica implementada e traz importantes transformações com respeito a diversidade e especificidades dos sujeitos. Em 1990, na Conferência Mundial de Educação para Todos, em Jomtien -Tailândia, alcançou-se valioso progresso de discussão e criação dos documentos básicos para erradicação do analfabetismo. Na América Latina, em 1º lugar está o Brasil, com 14 milhões e 815 mil (IBGE-2000), cria em 2003, o Programa Brasil Alfabetizado com meta de 50% de redução nas regiões com maior público alvo e por adesão, no estado, o denominado Paraná Alfabetizado, com ⅓ do investimento pela União. O compromisso do Plano Ibero-Americano, coordenado pela Organização dos ix Estados Ibero-Americanos (OEI), após estudos em 2006, indicou ações como
solução aos países, e ao Brasil: durante 9 anos, investimento de 3% do orçamento do MEC, porém aplicou-se somente 1%. Os marcos legais à educação prisional se fortaleceram a partir da cooperação e parceria governamental entre MEC/MJ e no Paraná, entre SEED/SEJU, à universalização da alfabetização, culminou na criação dos CEEBJA/APED específicos ao contexto da privação de liberdade e seleção de Servidor Público por edital. A criação da CEQP/DEPEN-PR em 2012, com demanda identificada de 799 presos analfabetos na triagem, (re) definiu ações e metodologias para ampliação da Assistência Educacional, elencando o analfabetismo, como prioridade entre os desafios a enfrentar. Assim, o programa de governo é implantado em 2013 para matrícula, por medida de segurança, daquele preso impossibilitado de frequentar aula diariamente, colaborando com a redução para 77 analfabetos em 2014 e proposta de superação do analfabetismo em 2016. Na PEC, do início da pesquisa, o maior índice foi em 2011 com 5,05% e em 2014 com 0%. Nos marcos operacionais, o Técnico Pedagógico SEJA-DEB/SEED concebe o nome do Monitor/Alfabetizador, selecionado por edital específico, com critérios estabelecidos à função, para ensinar até 05 Alfabetizandos (analfabeto), na cela. Em conclusão, no estado do Paraná, foram desenvolvidas duas formas de inserção do analfabeto à universalização da alfabetização: pela EJA (educação formal) e pelo PPA como resultado do consenso elaborado no âmbito nacional e internacional. É notória, a necessidade de ampliar oferta à educação prisional pela EJA, com mais investimentos inclusive para construção de salas de aula nas unidades penais.

Palavras-chave: Universalização da alfabetização. Educação de jovens e adultos. Educação prisional. Paraná Alfabetizado. PEC.


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Fazer Download agora!Percepções Docentes sobre o Ensino de Ciências e a Educação do Campo em Escolas do Município de Tole Popular Versão: 
Atualização:  9/4/2018
Descrição:
KLIEMANN, Claudia Regina Machado

Nos anos iniciais do século XXI, a educação formal brasileira ofertada para as populações de áreas rurais têm sido reformulada e ressignificada. Estruturou-se uma nova modalidade de ensino da Educação Básica, a Educação do Campo, que está regulamentada na esfera nacional, principalmente, pelas Diretrizes Operacionais da Educação do Campo (BRASIL, 2001a) e, na esfera estadual, pelas Diretrizes Curriculares da Educação do Campo (PARANÁ, 2006), na qual se pretende escolas no campo oferecendo uma Educação do Campo. O ensino de Ciências prevê um ensino significativo, histórico e contextualizado aos estudantes (KRASILCHIK, 2000) e essas preocupações são consideradas como basilares também para a Educação do Campo. Assim, o ensino de Ciências das escolas do campo oportunizado aos estudantes deve se apresentar de forma dialógica, no qual as problematizações estabelecidas sejam contextualizadas com a realidade dos estudantes, mobilizando os seus conhecimentos prévios, articulando os conceitos e estabelecendo os conhecimentos científicos. Como guia do processo, o professor orienta o caminho do processo dialógico do ensino de Ciências nas escolas do campo. Nesse sentido, essa pesquisa tem o objetivo de caracterizar a Educação do Campo e o ensino de Ciências nesse contexto, para isso verificando as percepções dos docentes da disciplina nas escolas estaduais do campo do município de Toledo/PR. Participaram da pesquisa 12 professores de Ciências das escolas estaduais do campo do município de Toledo/PR e dois técnicos do Núcleo Regional de Educação local. O instrumento de coleta de dados foi entrevista individual a partir de um questionário semiestruturado. As declarações prestadas nas entrevistas foram analisadas por meio da técnica da Análise de Conteúdo, conforme formulada pela pensadora francesa Laurence Bardin (1977). Os resultados apontam que os professores conhecem pouco a legislação da Educação do Campo e os respectivos documentos basilares, as escolas do campo são caracterizadas como espaços particulares devido ao contexto em que estão inseridas e, por isso, também os professores buscam assumir uma prática pedagógica diferenciada, com o intuito de aproximar os conteúdos curriculares da realidade dos estudantes. Há também a percepção de que as formações continuadas ofertadas pelo Núcleo Regional de Educação não abordaram a temática até o momento. Ficou evidente a considerável rotatividade dos professores, que é apontada como um dos fatores que mais dificulta o conhecimento da realidade dos estudantes. Assim, ações de caráter interno nas escolas e outras vinculadas à Secretaria de Estado da Educação precisam ser articuladas para viabilizar a efetivação da Educação do Campo nas escolas do Campo.

Palavras-chave: Educação do campo. Ensino de ciências. Professores. Escolas do campo.

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Fazer Download agora!A Robótica Educacional na Escola Indígena: Inovações na Formação de Professores Versão: pdf
Atualização:  9/4/2018
Descrição:
VARELA, Cândida Dolores Antunes

Esta é uma pesquisa-ação, qualitativa, com enfoque etnográfico, para verificar como professores em formação percebem a relevância da aplicação de um minicurso de robótica educacional em uma escola estadual indígena em Piraquara – Paraná, para a sua formação profissional. Esses professores, que atuarão na educação básica, tiveram uma formação em conceitos de robótica educacional, que contou com a participação e parceria do projeto “PIRE I”- Projeto Interdisciplinar de Robótica Educacional da UFPR. Auxiliaram nesta abordagem, observações durante a realização da aplicação do minicurso, relatos dos sujeitos participantes, conversas informais, fotos e vídeos. Foram utilizadas, como ponto de partida, pesquisas referentes à formação de professores e à robótica educacional, bem como os marcos legais sobre a educação escolar indígena e as novas tecnologias, ressaltando aspectos étnicos na aquisição do conhecimento. Esta pesquisa está pautada em pesquisadores como Paulo Freire, Papert e D’Ambrósio. Com o presente trabalho pretende-se, além de uma revisão bibliográfica, a descrição com enfoque etnográfico da dinâmica desenvolvida (o minicurso de robótica educacional), coordenado, elaborado e aplicado pelos professores em formação na escola indígena, com o objetivo de investigar a possibilidade de criar metodologias que acompanhem a dinamicidade da cultura brasileira e as novas tecnologias. A análise dos dados mostra a necessidade de aprofundar as pesquisas, o conhecimento a respeito da valorização a diferentes modos de ser e pensar e, como, a robótica educacional pode proporcionar essas atitudes para os futuros professores. A expectativa foi de contribuir para novas possibilidades, desafios, melhor atuação desses professores em formação, o uso de novas tecnologias e a diversidade cultural. Foi possível evidenciar a existência da necessidade de formar professores capazes de trabalhar com tecnologias educacionais e sua aplicação para a melhoria das relações sociais no mundo atual, e uma das possibilidades é a inserção na grade curricular da formação inicial de professores dos temas aqui abordados, concomitantemente, e de forma sensível, técnica e de respeito aos diferentes saberes.

Palavras-chave: Formação de professores. Educação escolar indígena. Robótica educacional.

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Fazer Download agora!A Educação não-formal praticada por movimentos sociais e suas implicações para identidade da comu Popular Versão: PDF
Atualização:  9/4/2018
Descrição:
MEIRA, Antonio Michel Kuller

Esta pesquisa tem como tema o processo de educação não formal em comunidades tradicionais de faxinais, que representam uma cultura típica da região centro sul do estado do Paraná, Brasil, tendo como eixo de análise a educação não formal praticada pelo Movimento Aprendizes da Sabedoria- MASA e Articulação Puxirão dos Povos Faxinalenses-APF, na comunidade de faxinal Marmeleiro de Baixo, no Município de Rebouças, Estado do Paraná. Como objeto de estudo, busca entender os processos de ensino aprendizagem da educação não formal, se esta colabora para o fortalecimento da identidade faxinalense. Ao longo da história, esses grupos tiveram suas identidades negadas, vivendo uma invisibilidade social, sendo muitas vezes marginalizados e expropriados por manter um modo de vida tradicional, isso colaborou para o enfraquecimento de diversas práticas e conhecimentos tradicionais, com risco de desaparecimento devido ao grande processo de repressão e de desterritorialização da comunidade. Assim, a pesquisa analisa o processo de educação não formal por meio da investigação de documentos produzidos pelos movimentos, como: Cartilhas, Fascículos, Boletim, Relatórios, Leis e Decretos, buscando compreender como se deu práxis educativa desses movimentos e suas implicações para o fortalecimento da identidade de Faxinalense. A pesquisa tem enfoque teórico sobre as transformações ocorridas na comunidade, os conceitos de educação não formal e um trabalho específico de análise dos documentos nas diversas dimensões da educação não formal; mostrando ainda a importância de processos educativos dos movimentos sociais, pautados em conteúdos dialogados diretamente com os sujeitos que participam da educação não formal.

Palavras-Chave: Faxinais. Educação não-formal. Movimentos Sociais.

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Fazer Download agora!Monteiro Lobato: Construção ou Denúncia do Pensamento Racista? Popular Versão: PDF
Atualização:  9/4/2018
Descrição:
FORMIGHIERI, Ana Paula de Souza

Nos últimos anos muitos questionamentos surgiram em relação ao suposto racismo expresso em cartas e na literatura de Monteiro Lobato. Neste embate, diversos segmentos se posicionam de formas diferenciadas, no que se refere à definição e à forma sobre como usar as obras de Lobato na educação escolar. Sem desconsiderar o debate, sentimos a necessidade de desenvolver uma pesquisa com a intenção de analisar Monteiro Lobato e sua produção literária em relação ao contexto histórico-social do autor. Buscamos compreender suas obras e seu pensamento na perspectiva do contexto histórico, contemplando os limites teóricos, científicos, culturais e legislativos de sua época. Da mesma forma, objetivamos verificar como Lobato dá voz a suas personagens no interior das obras: Negrinha e O Presidente Negro. Nesta questão, mais do que observar as palavras e/ou comportamentos individuais das personagens, buscamos averiguar em quais personagens ele situa o uso dos adjetivos pejorativos, quais são os seus comportamentos no conjunto da trama e quais mensagens são expressas sobre a questão racial. A metodologia de pesquisa utilizada foi a de revisão bibliográfica e pesquisa qualitativa, tendo em vista que, por se tratar de um trabalho voltado para a compreensão de Lobato no seu processo histórico, fez-se necessário efetivar leituras de teóricos, legislações e documentos que nos possibilitam compreender o momento que construiu o escritor enquanto sujeito histórico. Estabelecendo relações entre as afirmações dos personagens e o desenvolvimento da trama e entre a produção lobatiana e o seu contexto histórico, cuidamos para não cobrar do autor a consciência, a linguagem e a forma de abordagem que são próprias do século XXI, o que nos indica caminhos sobre a utilização e contribuições das obras Lobatianas no processo educativo. Desta forma, concluímos que Lobato foi um interlocutor dos diversos pensamentos expressados na primeira metade do século XX e, portanto, não podemos caracterizá-lo como racista ou promotor de segregação racial, baseando-se apenas em recortes de sua produção. Sua historia de vida e suas obras são importantes fontes históricas, que possibilitam indicar pistas sobre a complexidade social e racial em que foi constituída a história brasileira, complexidade esta que impera até os dias atuais.

Palavras chave: Monteiro Lobato. Análise histórica. Racismo. Educação.

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Fazer Download agora!A Política de Avaliação de Larga Escala e suas Implicações no Curriculo do Estado do Paraná nos Anos Versão: PDF
Atualização:  17/10/2017
Descrição:
SILVA JUNIOR, Silvio Borges da

Com a implantação do IDEB, em 2007, que atribui notas às escolas e redes de ensino a partir da combinação dos resultados da Prova Brasil, aplicada aos 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e do SAEB, para os 3º anos do Ensino Médio, com as taxas de rendimento escolar, tem-se notado uma grande preocupação no interior das escolas para elevar seus índices. Isso se deve, muito provavelmente, ao fato de que estados e municípios estão usando estas notas para ranquear as instituições escolares, estimulando a competição entre elas. Em alguns lugares, é oferecido bônus aos profissionais da educação de escolas que conseguirem elevar sua nota. Um dos problemas observados nessa corrida para elevar os índices das escolas é que o ensino está sendo cada vez mais focado nos conteúdos cobrados na Prova Brasil e os alunos têm sido submetidos, periodicamente, a testes baseados nos modelos dessa prova, para se familiarizarem com o formato das questões. Isso tem causado o que muitos autores chamam de estreitamento curricular. O estado do Paraná tem uma importante história na elaboração de Currículos fundamentados nas teorias pedagógicas contra-hegemônicas, com ênfase na formação integral e crítica do ser humano para a transformação da realidade. O primeiro documento da rede estadual de ensino com essa perspectiva foi o Currículo Básico para a Escola Pública do Paraná, publicado em 1990, o qual apresentava como sua matriz teórica o materialismo histórico-dialético. Atualmente o documento oficial que norteia a prática pedagógica das escolas são as Diretrizes Curriculares Orientadoras da Educação Básica do Paraná (DCE’s), publicadas em 2008, e construídas de forma coletiva. A partir dessas considerações e de observações feitas no interior das escolas estaduais, enquanto professor, e das políticas educacionais adotadas pelo governo do Paraná nos anos de 2011 e 2012, pôde-se perceber a influência das políticas de avaliação de larga escala no currículo da rede estadual de ensino do Paraná. Exemplo disso foi a criação em 2012, do Saep e a redução da carga horária das disciplinas de História, Geografia, Arte e Educação Física para a ampliação do número de aulas de Língua Portuguesa e Matemática. Nesse contexto o objetivo geral dessa pesquisa é verificar se, concretamente, está havendo uma mudança nas orientações curriculares do Paraná, por meio da política de avaliação de larga escala, com o objetivo de aumentar a nota do estado no IDEB.

Palavras-chave: IDEB. avaliações de larga escala. Currículo. Políticas educacionais do Paraná.

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