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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Relações entre as estratégias de ensino do professor, com as estratégias de aprendizagem e a motivaç Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
MOREIRA, Ana Elisa da Costa

As relações entre as estratégias de ensino, as estratégias de aprendizagem e a motivação podem influenciar a qualidade motivacional dos sujeitos para aprender. Esta pesquisa relacionou essas variáveis especificamente voltadas à Teoria da Autodeterminação. Apresentou como objetivo geral: avaliar as relações entre as estratégias de ensino de um grupo de professores, as estratégias de aprendizagem e a motivação de alunos do Ensino Fundamental 1. Os objetivos específicos visaram investigar as estratégias de ensino que os professores do Ensino Fundamental 1 utilizavam para ensinar; identificar as estratégias de aprendizagem e a motivação dos alunos; buscar possíveis relações das estratégias de ensino do professor com as estratégias de aprendizagem e a motivação no contexto escolar. O método utilizado para a análise dos dados foi o descritivo com delineamentos de levantamento e correlacional. Os sujeitos da pesquisa foram 348 crianças entre 6 e 13 anos de duas escolas municipais do norte do Paraná e seus respectivos professores. A média de idade dos estudantes foi de 9 anos e dos professores participantes de 45 anos. Para a coleta de dados, foi utilizada uma escala de estratégias de aprendizagem, uma escala de Motivação de Estudantes do Ensino Fundamental e um questionário sobre as estratégias de ensino do professor. Os resultados demonstraram que os alunos possuíam os níveis mais autônomos de motivação. Os resultados demonstraram que os alunos mais novos apresentaram pontuação mais elevada no uso da Escala de Estratégias de Aprendizagem e se assemelharam à média das demais turmas em relação ao continuum motivacional. Sobre as possíveis relações entre as estratégias de ensino com as estratégias de aprendizagem e a motivação dos alunos, os resultados apontaram que um trabalho sistematizado para a utilização de estratégias de aprendizagem por parte de professores, na escola, pode ser eficaz na manutenção de uma boa qualidade motivacional dos estudantes. Os resultados também contribuem para conhecer o perfil estratégico de um grupo de professores e um grupo de alunos, podendo perceber as necessidades específicas deste grupo e construir um conjunto de informações relevantes tanto para o aprimoramento profissional quanto para a formação de cidadãos estratégicos.

Palavras-chave: Estratégias de ensino. Estratégias de aprendizagem. Motivação no contexto escolar.

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Fazer Download agora!Alfabetização Matemática: um ato lúdico Popular Versão: PDF
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
MARTINS, Iloine Maria Hartmann


Esta pesquisa, apresentada sob a forma de um texto dramático, composto de episódios e cenas, versa sobre a Alfabetização Matemática com enfoque no letramento. Esta ação lúdica, envolveu professores e crianças, protagonistas do primeiro ciclo de alfabetização, com propósito de constituir fontes orais sobre o tema. Tais fontes foram construídas a partir de relatos a respeito das relações estabelecidas com a Matemática pelos professores na infância, na formação acadêmica e em sua prática de sala de aula, assim como as relações que estabelecem com seus alunos na atualidade. Ainda, para a consubstanciação dessas fontes orais, foram ponderadas as reflexões realizadas pelas Formadoras de Matemática e Língua Portuguesa, que participam do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). O estudo está fundamentado nos pressupostos da Teoria Histórico-Cultural, notadamente nas ideias de Vigotski, e para a constituição das fontes orais foram realizadas entrevistas baseadas na metodologia da História Oral Temática. O desenvolvimento das referidas entrevistas, por sua vez, deu-se a partir de dois questionamentos: o primeiro, endereçado aos professores, foi formulado por meio da seguinte questão: Como foi a Alfabetização Matemática? O segundo questionamento, dirigido aos professores e alunos, foi o seguinte: Como é a Alfabetização Matemática? As entrevistas deram cabo às fontes que, após transcritas e textualizadas, foram organizadas em forma de narrativas e as Formadoras foram convidadas a dialogar sobre elas a partir de suas próprias experiências, estabelecendo relações e conexões, instituindo, desse modo, outro olhar, novos sentidos e perspectivas sobre o tema.

Palavras-chave: Alfabetização Matemática. Lúdico. Contar histórias. História Oral. Letramento. Formação de professores.

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Fazer Download agora!O liberalismo e as proposições de John Dewey para a educação elementar Popular Versão: PDF
Atualização:  22/6/2016
Descrição:
MEDEIROS, Verenice Mioranza de

Nosso propósito com a realização desta pesquisa é a análise do liberalismo em seu processo histórico de rearticulação. Fazemos esta análise a partir do estudo das proposições do teórico John Dewey para a educação elementar, aqui entendida com o aquela destinada a ensinar os rudimentos mínimos para os trabalhadores, como diria Adam Smith no século XVIII. Esse estudo justifica-se pela necessidade que sentimos de aprofundar os subsídios teóricos para que nos permitam analisar as políticas sociais e educacionais implementadas por estados liberais. Entendemos que o estudo de Dewey nos possibilita compreender as implicações do liberalismo para o campo educacional. Na introdução apresentamos nosso objeto, a organização do estudo e considerações a respeito da concepção de Estado e de políticas sociais que orientam nossa análise. Na seção intitulada “O pensamento liberal em suas diferentes fases”, discorremos sobre as fases do liberalismo e seus processos de crise e rearticulação com o sistema capitalista. No terceiro capítulo, situamos Dewey e o movimento da escola progressista no contexto social, político e econômico dos Estados Unidos. Na seção “John Dewey e as proposições para a educação elementar: relações com o liberalismo”, situamos o pensamento de Dewey como um clássico em diálogo com as questões sociais, políticas e econômicas de seu tempo e apresentamos reflexões sobre suas proposições para a educação elementar. Nas considerações finais, recuperamos algumas questões apresentadas ao longo do texto e destacamos nossa compreensão a respeito de que John Dewey, como os demais liberais de seu tempo, temiam perder o comando para os grupos socialistas ou fascistas em ascendência no período. Nessa direção, a saída proposta por Keynes,na segunda fase do liberalismo, juntou-se ao modelo educacional proposto por Dewey, resultando em uma reforma ideológica ampla que obteve total apoio dos capitalistas, a qual chega até nossos dias.

Palavras-chave: Liberalismo. Educação Elementar e John Dewey.

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Fazer Download agora!A perspectiva da ONU sobre o menor, o infrator, o delinquente e o adolescente em conflito com a lei Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
ZANELLA, Maria Nilvane

A dissertação de mestrado intitulada, A perspectiva da ONU sobre o menor, o infrator, o delinquente e o adolescente em conflito com a lei: as políticas de socioeducação possui como objetivo compreender a influência da ONU sobre a implementação das políticas de socioeducação no Brasil, em especial do Estatuto da Criança e do Adolescente. A pesquisa centra-se em uma análise documental primária, alicerçada em um referencial teórico-metodológico de perspectiva crítica, que busca desvelar os interesses ideológicos da ONU, de seus Organismos Internacionais e das ONGs nacionais e internacionais que atuam sob a sua égide. A partir das análises realizadas evidenciamos que a Liga das Nações e a ONU influenciaram a elaboração das três normativas que tratam do atendimento de adolescentes em conflito com a lei no Brasil: o Código de Menores de 1927, o Código de Menores de 1979 e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Depois da análise das normativas internacionais, promulgadas pela Organização concluímos que: a) o conjunto normativo da ONU exprime o entendimento de que o conceito menor se aplica tanto aos adolescentes que cometeram atos infracionais quanto àqueles que necessitam de medidas de proteção, estabelecendo também que pode ser institucionalizado tanto ao adolescente, que cumpre medidas socioeducativas como àquele que cumpre medidas socioassistenciais; b) a atuação dos organismos internacionais no que tange a política de juventude possui dois focos: o primeiro, a construção de programas e documentos com vistas a apaziguar os conflitos sociais promovidos por jovens e, o segundo, mantê-los apreendidos quando essas políticas não surtem os efeitos desejados; c) as medidas privativas de liberdade sofreram um perceptível aumento, desde que o Estatuto foi promulgado, ainda que, no mesmo período o número de adolescentes tenha diminuído em relação à população em geral; e, d) a execução da política de crianças e adolescentes foi influenciada pelas ONGs nacionais e internacionais que atuam em consonância com empresas privadas e públicas para defender seus interesses políticos e econômicos na elaboração, na construção e na implementação das políticas da juventude e de socioeducação. Para atingir este propósito o estudo se organiza em cinco seções: na seção 1, estruturamos a introdução do trabalho e explicitamos as fontes de pesquisa; na seção 2, investigamos a atuação da ONU e o seu papel ideológico na construção do sistema de justiça juvenil e de suas normativas, durante o século XX; na seção 3, nos propusemos a compreender o papel dos organismos internacionais da ONU, no Brasil, bem como sua atuação na elaboração de políticas e programas, na área da juventude; na seção 4, procuramos identificar os interesses políticos e econômicos das instituições que contribuíram para a elaboração da Lei; e, na seção 5 expusemos as conclusões da investigação realizada.

Palavras-chave: ONU. Educação.Políticas de socioeducação. Estatuto da Criança e do Adolescente. Adolescente em conflito com a lei.

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Fazer Download agora!De "Laboriosos e Morigerados" a Empecilhos Para a Nação: Colonização e Escolarização dos Imigrantes  Popular Versão: PDF
Atualização:  7/1/2019
Descrição:
KRUK, Fábio

Esta pesquisa tem como tema a educação de imigrantes e pretende investigar o processo de escolarização polonesa em Irati-Paraná, entre 1900 e 1939. O recorte temporal corresponde à chegada dos primeiros imigrantes poloneses até a nacionalização compulsória do ensino. Algumas escolas de colonização polonesa foram instituídas nesse município, entre elas, destacamos a do Alto da Serra, a Sociedade Liberdade e a Escola das Irmãs da Caridade. Essas escolas faziam a educação ser um componente da cultura, que unia e identificava esses imigrantes e seus descendentes. A imigração foi acompanhada por uma política nacionalista brasileira e as escolas de imigrantes foram alvo dessa política que buscava a integração de todos os sujeitos e regiões em função de um projeto comum caracterizado pela modernização e desenvolvimento do Brasil. A valorização dessa proposta tinha como empecilho a diversidade de interesses dos trabalhadores e imigrantes. Nesse sentido, o Estado precisou fortalecer e assumir o controle do processo, o que implicou numa série de medidas repressivas. A escolarização polonesa sofreu imposições diante do projeto nacionalista. Sendo assim, pergunta-se: por que os imigrantes poloneses se tornaram um empecilho se eram importantes e necessários para o desenvolvimento econômico do Brasil? Como ocorreu a interação entre os aspectos legais e as experiências dos poloneses em relação à educação? As categorias de cultura, costume e experiência de E. P. Thompson trazem à cena os silêncios desses sujeitos por meio de uma lógica histórica que interroga fontes documentais e bibliográficas. Para tanto, apresenta-se uma análise sobre a política de imigração e sobre a política nacionalista que inseriu os imigrantes no projeto de desenvolvimento da nação, mas considerou, nesses mesmos processos, a diversidade como um obstáculo. Depois, mostra-se a ambiguidade do Estado brasileiro em relação aos imigrantes poloneses, considerados importantes para o desenvolvimento econômico, mas tidos como empecilhos, ao mesmo tempo, para a nação brasileira e à educação como estratégia nacionalista. Para finalizar, apresenta-se a investigação das experiências vividas pelos imigrantes poloneses em Irati-Paraná em relação ao controle e à resistência das suas escolas. As leis pretendiam instituir os grupos escolares como modelo de escola e diante das imposições legais para inserir os imigrantes nesse modelo, algumas experiências de resistência foram realizadas diante do controle. A pesquisa torna-se relevante para ampliar a história dos imigrantes no Paraná e para aprofundar a história da educação na Primeira República (1889-1930), bem como a história local-regional e das instituições escolares paranaenses, por meio de aspectos que foram silenciados e que compõem os processos de resistência dos imigrantes e de seus descendentes à política de nacionalização de suas escolas. Os resultados podem fornecer dados e motivar pesquisas que envolvam a escolarização dos imigrantes, principalmente nos demais municípios colonizados pelos poloneses.

Palavras-chave: Escolas polonesas. Imigração polonesa. Escolarização polonesa. Resistência polonesa.

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Fazer Download agora!A violência na educação: o que expressam professores das escolas públicas da rede estadual no municí Popular Versão: PDF
Atualização:  20/4/2018
Descrição:
CARVALHO, Mirian Alves

A presente dissertação expõe os resultados de pesquisa desenvolvida de 2015 a 2016, com os objetivos de realizar estudos teóricos que permitam compreender a violência relacionada à educação apoiados na Psicologia Histórico-Cultural (PHC) e conhecer o que expressam professores das escolas públicas da rede estadual no município de Cascavel/PR que passaram por situações de violência no dia 29 de abril de 2015. Justifica-se a realização da presente pesquisa, pois, ao se buscar por uma escola básica de qualidade, ainda são necessários estudos a respeito do que a faz perder seus propósitos, sendo que um dos fatores é a violência contra ou envolvendo o professor. Consideramos que a Psicologia, enquanto ciência e profissão, pode contribuir para o enfrentamento de algo tão sério, e que a sociedade precisa ter mais elementos que permitam maior compreensão do que ocorreu com os professores e funcionários da educação do Estado do Paraná. A pesquisa desenvolveu-se com estratégias de investigação teórica e de campo. A respeito da primeira, apresentamos diferentes estudos do tema violência, que abordam causas, conceitos, manifestações e ações de enfrentamento às diferentes formas de violência, como, por exemplo, os realizados por Guimarães (1984), Martin-Baró (1997), Spósito (1998), Chauí (1999), Abramovay (2002), Silva (2006), Vázquez (1977/2007), Barroco e Costa (2014), entre outros. Também discutimos sobre a Psicologia Histórico-Cultural em relação à concepção de desenvolvimento humano, com base em autores clássicos, tais como Vigotski (1993, 1994, 1996), Leontiev (1978a, 1978b) e Luria (1986, 1991). Sobre a investigação de campo, o desenvolvimento realizou-se por meio de entrevistas semiestruturadas com quatorze professores que estiveram em Curitiba no dia 29/04/2015, abordando-se quais foram os reflexos da violência sofrida para suas vidas e atuações profissionais. Importava-nos saber quem eram esses professores, como eles percebiam a violência na escola, o que relatariam sobre a estadia em Curitiba no citado dia, como se sentiram ao retornar ao trabalho após o episódio de violência, quais seriam as suas perspectivas em relação à educação e à vida pessoal. Os resultados da investigação bibliográfica apontam para os fatores multicausais da violência na escola, mas com ênfase na intrínseca relação com a reprodução da vida sob o capitalismo. Pela PHC se reafirma a impossibilidade de constituição das personalidades à parte das relações sociais sob tal reprodução. A investigação de campo aponta que a violência do dia 29/04/2015 promoveu grande sofrimento psicológico e físicoaos participantes, impactando negativamente suas personalidades; suas vidas pessoal e profissional. Conclui-se que o ocorrido corrobora com o processo de desvalorização dos professores e da escola pública, dentro de uma lógica neoliberal, e que os entrevistados demonstraram muita indignação pelos fatores conjunturais e políticos que culminam com tamanha violência. Porém, mesmo tendo passado pelas situações relatadas expressaram o desejo de continuar na profissão de professor, lutando contra as violências do Estado para com os trabalhadores da educação.

Palavras-chave: Violência. Educação. Professores. Psicologia histórico-cultural. Psicologia escolar.

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Fazer Download agora!A (re)construção de identidade de imigrantes na região de fronteira: um estudo a partir de uma escol Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
FERNANDES, Valéria de Oliveira

O estudo compreende e analisa a Escola Árabe Brasileira enquantoum espaço de valorização e (re)construção de identidade da comunidade árabe em Foz do Iguaçu. Segue os objetivos de: compreender os processos migratórios contemporâneos da comunidade árabe no Brasil no decorrer do século XIX e XX, perpassando pelo contexto escolar; identificar os espaços de (re)construção de identidades da comunidade árabe em Foz do Iguaçu; compreender como um estabelecimento escolar se constitui como espaço para formular, ordenar ou reordenar a identidade do grupo populacional árabe; e, por fim, analisar, a partir das fontes orais, a visão dos pais sobre a educação de seus filhos, bem como suas relações de ensino, cultura e religião nessa escola. O recorte espacial e temporal tem como foco a comunidade escolar árabe de Foz do Iguaçu a partir de meados dos anos de 1980. As análises pautam-se em estudos bibliográficos que versam sobre a diversidade populacional e as diversas facetas da comunidade árabe da região, bem como as que relacionam os processos migratórios e a educação. Além disso, se ancoram em fontes vinculadas à Escola Árabe Brasileira e permitem compreender que a escola propõe ações que possibilitam manter viva a cultura, reforçando particularidades valorizadas pela comunidade escolar, formada por árabes e descendentes, nas referências vinculadas ao povo árabe, à religião Islâmica e à nação libanesa. A prática metodológica se pauta em quatro perspectivas de geração de registros: bibliográfica, documental, fontes orais e observações de campo. No trabalho interdisciplinar foram abordados conceitos teóricos como pluralidade, intersubjetividade e identidade na fronteira (CUCHE, 1999; HALL, 2006; SILVA, 2008); a fronteira como lugar plural e de relações intersubjetivas (CERTEAU, 1994; KLAUCK, 2010; SHALLENBERGER, 2011); imigração, educação e grupos étnicos estabelecidos no Brasil (TRUZZI, 1997; KREUTZ, 1994, 1998, 2000, 2004; BARTH, 1998; CANCLINI, 2009). A estrutura compõe-se, no primeiro capítulo, da imigração e educação da comunidade árabe no Brasil entre os séculos XIX e XX, descritas de maneira geral. Os processos migratórios seguem desde as primeiras imigrações de sírios e libaneses no Brasil até as imigrações na região sul do Brasil, destacando-se a cidade de Foz do Iguaçu como palco principal deste cenário. No segundo capítulo, da contextualização dos espaços de (re)construção de identidades: religião, língua, gastronomia e participação política, que procura ordenar o grupo através das referências culturais a partir de suportes de memória. No terceiro capítulo, da escola como um espaço de interação e (re)construção de identidades, apresenta as análises em contexto escolar a partir de fontes documentais e depoimentos orais. No último capítulo, discute-se o ensino de línguas e de religião e suas relações em âmbito familiar, bem como o papel da escola como espaço de sociabilidade e de reforço dos laços de pertencimento. As análises permitem compreender como a escola, através de sua prática educativa, procura valorizar e reforçar a cultura da comunidade árabe em Foz do Iguaçu. Essas práticas, por sua vez, encontram-se vinculadas às questões religiosas, familiares e sociais nas quais este grupo encontra-se inserido.

Palavras-chave: Árabes. Imigração. Foz do Iguaçu. Educação. Identidade.

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Fazer Download agora!História do ensino primário rural em Cianorte- PR (1950 - 1990) Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
LIMA, Rosangela de

Este trabalho se insere no campo da História e Historiografia da Educação e se consubstancia em uma representação da história do ensino primário rural no Município de Cianorte, Estado do Paraná, entre as décadas de 1950 e 1990. Inclui-se, portanto, nos estudos acerca da Educação Rural sob uma perspectiva regional. O recorte temporal marca, na década de 1950, a fundação do Patrimônio de Cianorte em 1953, sua elevação a município em 1955 e a construção das primeiras unidades escolares rurais em 1956. Nos anos de 1990, ocorreu a nucleação e, em seguida, a extinção das escolas primárias rurais, mediante a transferência da última escola rural e dos alunos para a zona urbana. A pesquisa, de caráter bibliográfico e documental, pautou-se na análise de fontes históricas e na historiografia produzida na área, tendo como objetivo investigar a contribuição das escolas primárias rurais para a escolarização do município. A existência de um acervo documental expressivo, porém disperso, sobre tais instituições no município apontou a necessidade de intervenção nos arquivos, consubstanciando em um inventário de fontes, que, além de subsidiar esta e outras pesquisas, contribui para a preservação do patrimônio histórico escolar da comunidade em questão. Com base em tais documentos, na bibliografia sobre o tema e em documentos oficiais da época, como a legislação educacional e mensagens e relatórios de secretários e governos do Estado do Paraná, foram caracterizadas as escolas primárias rurais quanto à organização do ensino. Como resultado, considera-se que o ensino primário rural teve papel relevante frente à escolarização primária no município. Concomitante a este processo, os documentos favorecem o entendimento de que a questão da cessação das atividades escolares nestas instituições ocorreu de maneira compulsória tanto em relação aos processos de nucleação das escolas rurais quanto à sua extinção. São apontados, dentre os fatores, a municipalização do ensino de 1ª à 4ª séries, no início da década de 1990 no Estado do Paraná, e questões referentes à subvenção das escolas. Como consequência tem-se a reorganização da administração municipal com o intuito de atender às demandas impostas pelo aumento do número de matrículas neste nível de ensino.

Palavras-chave: História da Educação. Educação rural. Ensino Primário Rural em Cianorte-PR.

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Fazer Download agora!A Educação Multicultural na Perspectiva de Peter McLaren Popular Versão: PDF
Atualização:  14/1/2019
Descrição:
MANFREDO, Yasmin Coelho Figueiredo

Esta pesquisa buscou compreender a proposta de educação multicultural na perspectiva do educador canadense Peter McLaren, para quem a educação escolar e a práxis docente devem ser compreendidas a partir de uma vertente crítica para a construção de um multiculturalismo revolucionário que promova, de fato, a transformação social. Para tanto, buscamos compreender o advento do movimento multiculturalista e sua relação com a educação. Também abordamos a polissemia do termo e os seus diferentes usos, para, em seguida, situarmos o referido autor e sua proposta de educação multicultural. O desenvolvimento da pesquisa realizou-se a partir da reconstrução da trajetória intelectual, seguida da análise crítica das obras de Peter McLaren. Crítico ferrenho do capitalismo e da globalização, McLaren denuncia que o projeto neoliberal tem voltado os olhos para a educação escolar como forma de reconfigurar as relações de exploração e dominação da classe trabalhadora. Nesse sentido, defende que os processos que envolvem as relações de classe, etnia, gênero devam ser pensados organicamente, posto que estas últimas podem introduzir mudanças nas condições para as transformações nas primeiras, ou seja, a análise de classe deve incluir os processos sociais e culturais. Em se tratando da cultura dos grupos subalternos ou marginalizados, é fundamental que suas vozes sejam ouvidas para que a educação escolar não continue a cumprir apenas uma função reprodutiva da escolaridade na sociedade capitalista tardia.

Palavras-chave: Peter McLaren. Multiculturalismo. Pedagogia crítica. Ensino.

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Fazer Download agora!Monteiro Lobato: Construção ou Denúncia do Pensamento Racista? Popular Versão: PDF
Atualização:  9/4/2018
Descrição:
FORMIGHIERI, Ana Paula de Souza

Nos últimos anos muitos questionamentos surgiram em relação ao suposto racismo expresso em cartas e na literatura de Monteiro Lobato. Neste embate, diversos segmentos se posicionam de formas diferenciadas, no que se refere à definição e à forma sobre como usar as obras de Lobato na educação escolar. Sem desconsiderar o debate, sentimos a necessidade de desenvolver uma pesquisa com a intenção de analisar Monteiro Lobato e sua produção literária em relação ao contexto histórico-social do autor. Buscamos compreender suas obras e seu pensamento na perspectiva do contexto histórico, contemplando os limites teóricos, científicos, culturais e legislativos de sua época. Da mesma forma, objetivamos verificar como Lobato dá voz a suas personagens no interior das obras: Negrinha e O Presidente Negro. Nesta questão, mais do que observar as palavras e/ou comportamentos individuais das personagens, buscamos averiguar em quais personagens ele situa o uso dos adjetivos pejorativos, quais são os seus comportamentos no conjunto da trama e quais mensagens são expressas sobre a questão racial. A metodologia de pesquisa utilizada foi a de revisão bibliográfica e pesquisa qualitativa, tendo em vista que, por se tratar de um trabalho voltado para a compreensão de Lobato no seu processo histórico, fez-se necessário efetivar leituras de teóricos, legislações e documentos que nos possibilitam compreender o momento que construiu o escritor enquanto sujeito histórico. Estabelecendo relações entre as afirmações dos personagens e o desenvolvimento da trama e entre a produção lobatiana e o seu contexto histórico, cuidamos para não cobrar do autor a consciência, a linguagem e a forma de abordagem que são próprias do século XXI, o que nos indica caminhos sobre a utilização e contribuições das obras Lobatianas no processo educativo. Desta forma, concluímos que Lobato foi um interlocutor dos diversos pensamentos expressados na primeira metade do século XX e, portanto, não podemos caracterizá-lo como racista ou promotor de segregação racial, baseando-se apenas em recortes de sua produção. Sua historia de vida e suas obras são importantes fontes históricas, que possibilitam indicar pistas sobre a complexidade social e racial em que foi constituída a história brasileira, complexidade esta que impera até os dias atuais.

Palavras chave: Monteiro Lobato. Análise histórica. Racismo. Educação.

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