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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Formação do Professor para Uso da Internet: o Que Querem os Professores Popular Versão: PDF
Atualização:  8/6/2017
Descrição:
MIKOSZ, Marco Aurelio

Esta pesquisa está inserida na linha de pesquisa Cultura, Escola e Ensino, do Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná – UFPR, tendo como Área de Concentração em Educação, Cultura e Tecnologia. O fato de a tecnologia adentrar no espaço escolar vem provocando mudanças no cotidiano da sala de aula. Os professores percebem que disputam a atenção dos alunos com um elemento "invisível", mas presente - A internet. Muitos professores, ou quase todos já são
usuários do ciberespaço, porém poucos fazem uso deste meio em suas aulas. Alegação de senso comum é de não estar preparado para tal utilização. A partir deste entendimento, definiu-se como problema de pesquisa: o que os professores do ensino médio, de uma escola pública, estadual, precisam em sua formação continuada para utilizar a internet em sala de aula? Como objetivo da pesquisa queremos identificar o que é necessário ser trabalhado numa formação continuada dos professores para uso da internet em sala de aula. O contexto para o desenvolvimento desta investigação dividiu-se em duas etapas, tendo como instrumento de coleta de dados um questionário, na primeira etapa da pesquisa e uma entrevista semiestruturada, realizada na segunda etapa. Participaram da pesquisa 12 professores de uma escola estadual de Curitiba/PR, que responderam de forma espontânea os questionários e destes foram selecionados 4 para participar da entrevista. A estruturação metodológica da pesquisa seguiu os princípios da pesquisa qualitativa, tomando por base os estudos de Alves-Mazzotti e Gewandsznadjer (1998), Laville e Dionne (1999), Lessard-Hébert, Goyette e Boutin (1990) e Günther (2006). O referencial teórico utilizado para a construção das reflexões sobre os envolvidos na formação do professor para uso da internet em sala de aula foram Marcelo-Garcia (1999), Lévy (1999), Moran (1997, 2001, 2011), Chantraine-Demailly (1995), Brito e Purificação (2011) e Abreu (2009) entre outros. Para a análise dos dados obtidos, utilizou-se a proposta de análise de conteúdo de Bardin (1977). Os resultados indicaram que a formação técnica é ainda a principal necessidade dos professores para ser trabalhada em cursos de formação para uso da internet em sala de aula. Dentre outros pontos que a análise apresentou, verificamos também que o grupo, embora sem ter em sua formação inicial preparação para uso da internet, já vivenciou uma prática com seus alunos.

Palavras-chave: Internet. Formação continuada. Sala de aula.

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Fazer Download agora!Contribuições da Psicologia Histórico-Cultural para o Ensino Médio: conhecendo a adolescência Popular Versão: PDF
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
BARBOSA, Luciana Mara Tachini


Os embates presentes na realidade educacional brasileira pela legitimação de uma educação de qualidade associados à crescente necessidade de se pensar a educação escolar dos adolescente motivaram o desenvolvimento desta pesquisa. Tem como objetivo investigar a visão que as escolas de Educação Básica têm sobre a adolescência, as sim como qual a apropriação que fazem da Psicologia Histórico-Cultural na fundamentação do trabalho com o Ensino Médio. A análise e a reflexão desenvolvida tiveram como aporte teórico a Pedagogia Histórico-Crítica e a Psicologia Histórico-Cultural, ambas da base materialista histórico-dialética. Na efetivação do trabalho, foram organizadas três Seções: na Seção 1 intitulada Trabalho, Educação e Ensino Médio foi estudado, inicialmente, como a educação escolar se constituiu no decorrer da história da humanida de, orientada pela concepção da Pedagogia Histórico Crítica, juntamente com o estudo da última etapa da Educação Básica –o Ensino Médio; na Seção 2 intitulada Explicações e concepções da Psicologia Histórico-Cultural sobre o processo ensino-aprendizagem foram desenvolvidos os estudos da história e dos postulados da Psicologia Histórico-Cultural, algumas reflexões de em seguida, evidenciou-se como a Psicologia Histórico-Cultural se estabelece como um referencial para a pedagogia e a visão que esta teoria tem acerca da adolescência; por fim, na Seção 3 intitulada A Pesquisa: O Projeto Político Pedagógico foram apresentados os dados e respectiva análise da pesquisa que priorizou o estudo de Projetos Políticos Pedagógicos como documentos norteadores para a compreensão da realidade das escolas públicas pesquisadas. Os procedimentos adotados foram a pesquisa bibliográfica e a pesquisa documental. Nesta última, foram analisados sete Projetos Políticos Pedagógicos de escolas públicas estaduais da região noroeste do Paraná. Os pontos fundamentais encontrados nos Projetos Políticos Pedagógicos das escolas pesquisadas foram: a presença da Psicologia Histórico-Cultural; a presença ou não de conceitos, reflexões e debates acerca da adolescência; o desafio de se pensar uma educação emancipatória para o Ensino Médio. Com base nas informações obtidas, constatou-se que a adolescência não foi alvo de preocupação e reconhecimento, já que mais de 40% das escolas pesquisa das não abordaram este assunto; a apropriação da Psicologia Histórico-Cultural ocorre com pouca frequência, tendo sido encontradas apenas quatro obras de Vigotski e seus colaboradores. Conclui-se pela necessidade de aprofundamento nos estudos sobre a adolescência no universo educacional e ampliação do acesso dos educadores às produções da Psicologia Histórico-Cultural, por se defender, sobretudo, uma educação que priorize a mediação dos conteúdos sistematizados pela humanidade e que favoreça a formação omnilateral do sujeito no Ensino Médio.

Palavras-chave: Adolescência. Educação. Ensino Médio. Psicologia Histórico-Cultural.

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Fazer Download agora!Alfabetização Matemática: um ato lúdico Popular Versão: PDF
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
MARTINS, Iloine Maria Hartmann


Esta pesquisa, apresentada sob a forma de um texto dramático, composto de episódios e cenas, versa sobre a Alfabetização Matemática com enfoque no letramento. Esta ação lúdica, envolveu professores e crianças, protagonistas do primeiro ciclo de alfabetização, com propósito de constituir fontes orais sobre o tema. Tais fontes foram construídas a partir de relatos a respeito das relações estabelecidas com a Matemática pelos professores na infância, na formação acadêmica e em sua prática de sala de aula, assim como as relações que estabelecem com seus alunos na atualidade. Ainda, para a consubstanciação dessas fontes orais, foram ponderadas as reflexões realizadas pelas Formadoras de Matemática e Língua Portuguesa, que participam do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). O estudo está fundamentado nos pressupostos da Teoria Histórico-Cultural, notadamente nas ideias de Vigotski, e para a constituição das fontes orais foram realizadas entrevistas baseadas na metodologia da História Oral Temática. O desenvolvimento das referidas entrevistas, por sua vez, deu-se a partir de dois questionamentos: o primeiro, endereçado aos professores, foi formulado por meio da seguinte questão: Como foi a Alfabetização Matemática? O segundo questionamento, dirigido aos professores e alunos, foi o seguinte: Como é a Alfabetização Matemática? As entrevistas deram cabo às fontes que, após transcritas e textualizadas, foram organizadas em forma de narrativas e as Formadoras foram convidadas a dialogar sobre elas a partir de suas próprias experiências, estabelecendo relações e conexões, instituindo, desse modo, outro olhar, novos sentidos e perspectivas sobre o tema.

Palavras-chave: Alfabetização Matemática. Lúdico. Contar histórias. História Oral. Letramento. Formação de professores.

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Fazer Download agora!O liberalismo e as proposições de John Dewey para a educação elementar Popular Versão: PDF
Atualização:  22/6/2016
Descrição:
MEDEIROS, Verenice Mioranza de

Nosso propósito com a realização desta pesquisa é a análise do liberalismo em seu processo histórico de rearticulação. Fazemos esta análise a partir do estudo das proposições do teórico John Dewey para a educação elementar, aqui entendida com o aquela destinada a ensinar os rudimentos mínimos para os trabalhadores, como diria Adam Smith no século XVIII. Esse estudo justifica-se pela necessidade que sentimos de aprofundar os subsídios teóricos para que nos permitam analisar as políticas sociais e educacionais implementadas por estados liberais. Entendemos que o estudo de Dewey nos possibilita compreender as implicações do liberalismo para o campo educacional. Na introdução apresentamos nosso objeto, a organização do estudo e considerações a respeito da concepção de Estado e de políticas sociais que orientam nossa análise. Na seção intitulada “O pensamento liberal em suas diferentes fases”, discorremos sobre as fases do liberalismo e seus processos de crise e rearticulação com o sistema capitalista. No terceiro capítulo, situamos Dewey e o movimento da escola progressista no contexto social, político e econômico dos Estados Unidos. Na seção “John Dewey e as proposições para a educação elementar: relações com o liberalismo”, situamos o pensamento de Dewey como um clássico em diálogo com as questões sociais, políticas e econômicas de seu tempo e apresentamos reflexões sobre suas proposições para a educação elementar. Nas considerações finais, recuperamos algumas questões apresentadas ao longo do texto e destacamos nossa compreensão a respeito de que John Dewey, como os demais liberais de seu tempo, temiam perder o comando para os grupos socialistas ou fascistas em ascendência no período. Nessa direção, a saída proposta por Keynes,na segunda fase do liberalismo, juntou-se ao modelo educacional proposto por Dewey, resultando em uma reforma ideológica ampla que obteve total apoio dos capitalistas, a qual chega até nossos dias.

Palavras-chave: Liberalismo. Educação Elementar e John Dewey.

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Fazer Download agora!Representações e atitudes linguísticas na (re)construção da identidade indígena dos Guarani do Pinha Popular Versão: PDF
Atualização:  22/6/2016
Descrição:
KONDO, Rosana Hass

Este trabalho tem por finalidade investigar a relação que se estabelece entre representações e atitudes linguísticas –em relação às línguas e culturas presentes na comunidade –e (re)construção da identidade indígena dos Guarani da Aldeia do Pinhalzinho, Tomazina, Paraná, de modo que a comunidade possa, a partir de uma maior compreensão sobre si mesma, vislumbrar formas de construir políticas linguísticas que possibilitem uma educação de fato específica, que atenda suas necessidades, desejos e direitos. Através dele discutimos alguns aspectos relativos à identidade indígena, representação de identidade indígena e formação de professores indígenas, mais especificamente a forma como estes se situam diante da exigência de alcançar uma educação específica, diferenciada, intercultural e bilíngue (RCNEI, 1998). As informações de análise desta dissertação reúnem dados gerados a partir de observações, entrevistas semiestruturadas (gravadas em áudio e vídeo), diário de campo e intervenções colhidos etnograficamente (LÜDKE; ANDRÉ, 1986). A pesquisa em questão é de cunho qualitativo/interpretativista com proposta de intervenção (ANDRÉ, 1995; TELLES, 2002; BARBIER, 2007; THIOLLENT, 2011), uma vez que nosso objetivo não foi simplesmente coletar e comprovar dados, mas também a partir deles fazermos uma investigação sobre as necessidades e desejos da comunidade no que diz respeito à língua Guarani e demais línguas faladas na região e aspectos que (re)definem o que é ser índio (MAHER, 1996) na sociedade atual, para posteriormente, juntos com a comunidade indígena, discutirmos e refletirmos sobre propostas e ações que possam subsidiar o trabalho dos professores em sala de aula de forma que a educação destinada para essa comunidade indígena os preparem para o enfrentamento de políticas contrárias advindas da sociedade dominante. Ao todo, participaram da pesquisa quatorze (14) pessoas, as quais desempenham na comunidade e/ou escola importantes papeis, quais sejam: um (01) membro da liderança indígena da comunidade e, da escola Yvy Porã, dois (02) membros da equipe pedagógica, dois (02) professores indígenas, quatro (04) professores não-indígenas e cinco (05) alunos indígenas. O aparato teórico que deu sustentação ao trabalho norteou-se por contribuições advindas da Linguística Aplicada (CESAR,CAVALCANTI, 2007; MAHER, 1996, 1998, 2007a, 2007b), dos Estudos Culturais (HALL, 1997; WOODWARD, 2009),da Antropologia (CUCHE, 1999; MOTA, 1994, 2006), dentre outros. Os resultados obtidos na análise dos dados sugerem que: a) a educação (escolar) indígena possui grande influência na formação de líderes críticos e atuantes tanto na comunidade indígena quanto na sociedade não-indígena; b) falta autonomia e há verticalização das políticas educacionais, isto é, os aspectos relativos à educação não estão sendo construídas em conjunto com a comunidade; c) há ausência de formação continuada específica para professores indígenas e não-indígenas; d) as atitudes da Secretaria Estadual de Educação e de alguns professores não-indígenas a respeito de língua, cultura e identidade muitas vezes são etnocêntricas; e) a representação que os Guarani apresentam sobre língua, cultura e identidade indígena são influenciadas pelas concepções do que os não-indígenas elegeram como critérios definidores para tal. Nossa expectativa é que esta pesquisa possa subsidiar o trabalho dos professores (indígenas e não-indígenas) na construção de uma educação condizente com suas necessidade e desejos, com currículos interculturais de formação de docentes que possibilitem que as vozes dos Guarani se façam presentes na sociedade de modo a ao menos amenizar o processo de exclusão do qual esse grupo minoritário é vítima.

Palavras chave: Identidade indígena. Representação. Educação
(escolar) indígena. Formação de professor indígena.

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Fazer Download agora!Modas e modos domésticos: os manuais de instrução e a educação da mulher – décadas de 1950 e 1960 Popular Versão: PDF
Atualização:  22/6/2016
Descrição:
TOMÉ, Dyeinne Cristina.

O presente estudo tem como principal objetivo o de examinar os ensinamentos e as normatizações veiculadas no Brasil entre as décadas de 1950 e 1960 pelos manuais de instrução femininos – “Economia Doméstica e Puericultura”, “Aprenda a ser Esposa e Mãe”, “Noções de Economia Doméstica”, “Boas Maneiras (Em Família): casa, higiene, beleza e personalidade”, “Aparência Pessoal: conselhos à minha filha” e “Coleção feminina” – . Considerados como artefatos que fazem parte das pedagogias culturais, ensinam, por meio de seus conselhos e dicas, determinadas formas de ser, de ver, de estar e de agir no mundo. Assim, educavam as mulheres a partir de normas e representações sociais, que se mostravam inocentes e não intencionais, acerca de um modelo de feminino e feminilidade compreendido como ideal. É a respeito dessa relação entre processo de educação e representações de um padrão ideal de mulher, centrado no casamento, no lar e na aparência física, que se pretende tratar no presente estudo. Sendo assim, tais manuais de instrução femininos são direcionados às mulheres casadas ou em vistas de adquirir matrimônio, alfabetizadas, urbanas e pertencentes às classes sociais mais abastadas. Com base nos ensinamentos veiculados pelos manuais de instrução femininos, o casamento, compreendido como sinônimo de felicidade eterna e indissolúvel. Com isso, a conservação e manutenção dessa instituição era tarefa de toda mulher que pretendesse ser agraciada com o título de boa esposa e excelente dona de casa; contudo, para isso, era necessário que tivessem domínio em relação às prendas domésticas, fossem peritas no bom relacionamento conjugal e nunca deixassem de lado a boa aparência física. Nesse sentido, compostos de indicações e orientações minuciosas, os manuais cumpriram um importante papel na educação das mulheres ao regular e controlar impulsos, tendo em vista a adequação dos comportamentos e das ações femininas ao que era considerado e aceito como função própria do gênero durante o período investigado.

Palavras-chave: Manuais de instrução femininos. Mulher. Dona de casa. Esposa.

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Fazer Download agora!A APP-Sindicato e a formação política das/os educadoras/es na abrangência do núcleo sindical de Fran Popular Versão: PDF
Atualização:  22/6/2016
Descrição:
COELHO, Denila.

A organização da classe trabalhadora ao longo da história teve papel fundamental na conquista de direitos e de melhores condições de trabalho. No intuito de conhecer melhor a história de luta e a organização das/os trabalhadoras/es em educação do Paraná, realizamos esta pesquisa, com o objetivo de conhecer e entender as influências e os impactos provocados pela Escola de Formação da APP-Sindicato na formação política e sindical das/os educadoras/es do Núcleo Sindical de Francisco Beltrão -NSFB, no período de 2007 à 2014. O método de pesquisa utilizado foi o materialismo histórico dialético e as fontes de investigação foram: bibliografias; documentos produzidos pela APP-Sindicato, sendo eles: matérias no site institucional, jornal 30 de Agosto, vídeos, cadernos de formação, projetos e relatórios de estudos, fichas de inscrição e listas de presença da formação, atas do NSFB, estatuto da entidade; dados retirados do site da Secretaria de Estado da Educação –SEED, legislação do Estado e do Brasil, além de questionários respondidos por cinquenta educadoras/es do NSFB. A formação política sindical se configurou em um importante instrumento de socialização de conhecimento, ampliação de consciência e organização das/os trabalhadoras/es em educação no Estado do Paraná. Apontamos os limites e possibilidades da formação oferecida pela Escola de Formação da APP-Sindicato e a partir dos resultados apresentamos uma proposta de formação para o NSFB. Concluímos que apesar das dificuldades enfrentadas pela escola, a experiência foi/é um importante trabalho que precisa ser intensificado para que atinja o maior número possível de educadoras/es. Entendemos que a formação das/os educadoras/es é estratégica, pois estes profissionais desempenham uma tarefa importante que é a escolarização, ou seja, atuam diretamente na educação de toda a sociedade. Enfatizamos que somente uma educação pensada pela classe trabalhadora será capaz de possibilitar condições para a realização da transformação social tão almejada pelas/os trabalhadoras/es.

Palavras-chave: Formação Política e Sindical. Organização das/os trabalhadoras/es em educação. APP-Sindicato.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Direito Educacional e a Educação Básica: a necessária participação democrática por meio do cont Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
FELET, Gabriel Santos

O presente trabalho analisa a importância da participação democrática da família e da sociedade na vida da escola de educação básica, com ênfase na atuação dos Municípios, ante os princípios e garantias previstos na Constituição Federal de 1988, ponderando a educação como um direito de todos e dever do Estado e da família, cuja promoção e controle devem contar com a indispensável participação da sociedade. Nesse foco foram pesquisados o Direito Educacional, os órgãos de apoio à educação municipal, as políticas públicas na educação básica de competência dos Municípios e a gestão educacional nos Municípios localizados na região do Norte Pioneiro do Estado do Paraná, jurisdicionados ao Núcleo Regional de Educação da cidade de Jacarezinho. Dessa forma, foram objetos de estudos a Constituição de 1988, a legislação infraconstitucional pertinente e as políticas públicas educacionais. Na pesquisa de campo investigou-se a gestão educacional municipal sob os aspectos de políticas públicas e de participação das famílias e da sociedade, de forma direta ou por meio dos órgãos de apoio à educação, tendo a educação como um direito social fundamental e de acesso obrigatório para crianças e adolescentes.Ressalva-se, por meio de decisões do Poder Judiciário, que o Poder Público não é o único responsável pela educação básica, embora tenha o dever de garantir a efetivação do ensino obrigatório a toda criança e adolescente, é preciso ponderar princípios como o da subsidiariedade, razoabilidade e proporcionalidade. Enfim, ao longo do trabalho procurou-se analisar o quanto pode ser benéfico para a educação, desenvolver políticas educacionais dentro dos parâmetros legais com a efetiva participação dos agentes co-responsáveis por meio do controle social. A pesquisa foi desenvolvida sob a perspectiva da linha de pesquisa da construção do saber jurídico.

Palavras-chave: Direito educacional. Educação Básica. Políticas públicas educacionais. Gestão educacional municipal. Participação democrática

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Fazer Download agora!Descrição morfossintática do nome e do verbo no Kaingang Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
DOMINGUES, Gislaine

Esta dissertação apresenta a descrição morfossintática das classes gramaticais dos nomes e dos verbos no Kaingang, língua indígena pertencente à família Jê, Tronco Macro-Jê, falada por aproximadamente 30.000 indígenas distribuídos nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Neste trabalho aponto os passos metodológicos seguidos durante o desenvolvimento da pesquisa: elaboração do questionário, informações acerca do informante, coleta e seleção dos dados. Apresento, em linhas gerais, os trabalhos linguísticos voltados à língua Kaingang, realizados por diversos pesquisadores da área da linguagem. Em seguida, trago informações acerca do povo e da língua Kaingang. Partindo de uma abordagem tipológico-funcionalista (focalizando especificamente no modelo dos protótipos givoniano), descrevo as duas classes mais comuns de serem observadas entre as línguas naturais do mundo, isto é, nome e verbo. A partir das análises dos dados, foi possível observar que, quanto às propriedades distribucionais, os nomes no Kaingang desempenham função de sujeito e objeto. Em relação às propriedades estruturais, recebem modificadores (numerais, especificadores, marcação de plural, dentre outros). Também comprovou-se, por meio dos dados, que há definida, na língua Kaingang, a classe dos adjetivos. Sobre a posse nominal, os dados apontam para a marcação do tipo pronominal. Em relação aos verbos, estes se dividem em intransitivos e transitivos. Os intransitivos se dividem em simples (ativo e estativo/ descritivo) e estendido. Os verbos transitivos, por sua vez, dividem-se em ativos e estendidos. Foram apresentados, também, alguns fatores que condicionam a alternância de forma do verbo no Kaingang (mudança de estativo para ativo, marcação do plural, mudança segundo a forma do objeto). A análise deste trabalho se fundamentou nos preceitos de Anderson (1984), Dik (1997), Givón (1984, 2001), Payne (1997) e Thompson (1988).

Palavras-chave: Kaingang. Morfossintaxe. Classe de palavras. Nome. Verbo.

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Fazer Download agora!A libras como elemento de acessibilidade informacional para o surdo no mercado de trabalho Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
MEZZARI, Vanessa Caroline

Vygotsky afirma que a aprendizagem acontece por meio da interação social, mediada por instrumentos e signos, sendo que o principal signo é a linguagem (MOREIRA, 2011). A língua oral é compartilhada pelos ouvintes, enquanto a língua de sinais é compartilhada pelas pessoas surdas; assim surdos e ouvintes, geralmente não compartilham uma língua com um, não interagindo, nem mesmo despertando o compartilhamento de informações e consequente aprendizado. Uma das possibilidades de se garantir o aprendizado é por meio do acesso e uso da informação, que levam de forma subjacente à escolarização, qualificação e inserção no mercado de trabalho. Pesquisa exploratória e descritiva, de natureza aplicada, do tipo mista. Utilizou-se no método de pesquisa uma survey com questões direcionadas aos surdos de Foz do Iguaçu com idade entre 15 e 59 anos. Acrescida de entrevistas com empresas e de outro questionário com professores de surdos da mesma cidade. A amostragem é não probabilística, do tipo intencional. Este estudo analisa a acessibilidade informacional do surdo, bem como sua inserção no mercado de trabalho por meio do uso da Libras. Mapeia as políticas públicas e legislação vigente no Brasil que beneficiam a inclusão social do surdo. Investiga a Libras como elemento de interação social e consequente aprendizagem. Mapeia os motivos que levam o surdo ingressar ou não no mercado de trabalho. Enumera os fatores motivadores da entrada ou não do surdo no mercado de trabalho, pelo viés das empresas. Investiga, sob a ótica dos professores, a realidade vivenciada pelo aluno surdo em sala de aula, que, mesmo de forma subjacente, modifica sua inserção no mercado de trabalho. Os principais resultados levantados foram: importância da língua de sinais na interação do surdo em sociedade; falta de qualificação do surdo como elemento que motiva o seu não ingresso ao mercado de trabalho; falta de comunicação entre surdos e ouvintes como dificuldade no momento de contratar o surdo; dificuldades dos surdos no domínio da Língua Portuguesa; acesso à informação desigual entre surdos e ouvintes; Ensino Médio insuficiente na preparação para o mercado de trabalho; e lei como dispositivo de inclusão social. Conclui que o não compartilhamento de uma língua comum entre surdos e ouvintes é a principal dificuldade enfrentada pelo surdo em sociedade e consequentemente
na sua inserção no mercado de trabalho, visto que impede que o acesso e o uso da informação por parte do surdo aconteça de forma espontânea e eficaz. A disseminação da Libras entre os ouvintes é uma das formas de minimizar as barreiras enfrentadas pelos surdos. Empresas, surdos e professores já compartilham este entendimento da importância da língua de sinais para a interação social do surdo, gerando aprendizagem e inserção no mercado de trabalho.

Palavras-chave: Libras. Uso da informação. Mercado de trabalho. Aprendizagem.

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