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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!A Implementação do PDE Escola no Município de Londrina e as Implicações à Democratização da Gestão E Popular Versão: PDF
Atualização:  5/6/2017
Descrição:
RODRIGUES, Gisele de Paula

As políticas educacionais brasileiras, implementadas a partir da década de 1990,foram fortemente influenciadas pelo ideário neoliberal e pelas prescrições dosOrganismos Multilaterais, que direcionaram o processo de Reforma do Aparelho doEstado, empreendido pelo governo Fernando Henrique Cardoso, e acarretaram aadoção do modelo gerencial no âmbito da administração pública. O Plano deDesenvolvimento da Escola foi concebido em tal governo, no contexto do Fundescola, como uma ferramenta de planejamento estratégico a ser desenvolvida pelas escolas públicas com o intuito de melhorar os resultados e fortalecer a gestão.
Oriundo de um acordo internacional de financiamento entre o Ministério da Educação e o Banco Mundial, o Programa foi direcionado às regiões prioritárias do país que demonstraram menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH). Relançado no governo Lula, incorporado ao Plano de Desenvolvimento da Educação, tornou-se um Programa nacional, disponibilizado a todas as escolas públicas que apresentaram Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) abaixo da média nacional. Neste contexto foi divulgado como um Programa de apoio à gestão escolar, baseado no planejamento participativo, com o objetivo de fortalecer a gestão democrática e melhorar a qualidade do ensino. A presente pesquisa buscou promover uma análise acerca do processo de implementação do Programa em duas escolas municipais de Londrina, que executaram a política no biênio 2015/2016, com a finalidade de compreender as implicações do mesmo ao processo de democratização da educação, em especial, à gestão escolar. Com este intuito, procurou-se identificar como os sujeitos interpretaram e traduziram a política no chão da escola, bem como, os modelos de gestão expressos pelo Programa e os limites e possibilidades apresentadas em relação ao fortalecimento da gestão democrática e melhoria da qualidade do ensino. A investigação inseriu-se em uma abordagem qualitativa de pesquisa, na qual foram eleitos como procedimentos de coleta de dados: a pesquisa bibliográfica, a análise documental e a realização de entrevistas. Para interpretar a política de forma articulada ao seu contexto, vislumbrando seus desdobramentos, mediações e contradições, utilizou cinco categorias que têm a base no materialismo, sendo elas: contradição, totalidade, reprodução, mediação e hegemonia. Os resultados obtidos acenaram que o PDE Escola contribuiu com a melhoria das condições materiais das escolas, no entanto, não se configurou como uma ferramenta de gestão capaz de fortalecer uma gestão mais democrática e participativa na medida em que preservou uma lógica gerencialista, ancorada nos pressupostos neoliberais e nas prescrições dos Organismos Multilaterais, notadamente o Banco Mundial.

Palavras-chave: Política educacional. Gestão escolar. PDE escola.

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Fazer Download agora! Direitos Humanos e Educação Escolar Prisional: um Estudo de Caso na Penitenciária Estadual de Cruz Popular Versão: PDF
Atualização:  6/6/2017
Descrição:
SANTOS, Ivanete Aparecida da Silva

A palavra punição sempre esteve presente na evolução da história do homem. Até a ascensão da modernidade, o sacrifício do corpo era utilizado para punir àqueles que desrespeitassem as regras sociais de uma determinada sociedade. Com a ascensão do capitalismo, uma nova forma de punir surgiu, a privação de liberdade. De acordo com seus idealizadores, esse novo modelo visa a humanização da pena, primordial para a ressocialização do indivíduo. No Brasil, a Lei de Execução Penal de 1984, com base em leis internacionais, busca assegurar educação e trabalho ao privado de liberdade como método mais eficaz para o processo de ressocialização. Destarte, apesar das garantias legais, o sistema penitenciário brasileiro assim como em outros países parece não estar conseguindo alcançar seus objetivos, a ressocialização. A reincidência é uma realidade para a maioria dos presos. Assim, em meio a uma provável crise do Sistema Penitenciário Brasileiro, refletida na superlotação dos presídios, na dificuldade do acesso à justiça e nos maus tratos denunciados constantemente por organismos que defendem os direitos humanos, o presente trabalho vem indagar: O que a educação escolar pode fazer para humanizar o sistema prisional? A educação pode emancipar o sujeito encarcerado para que o mesmo possa livrar-se da ampla vulnerabilidade que o condena? Enfim, qual a função da escola dentro do sistema prisional brasileiro? Para tentar responder essas questões, realizamos uma pesquisa de campo, na Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste, em que alunos e professores apresentaram suas visões sobre a oferta da educação escolar dentro dessa Unidade Penal. A pesquisa bibliográfica permitiu construir um breve histórico sobre os direitos humanos, ressaltando quem são os tutelados por esses direitos e sobre a negação desses direitos aos excluídos da História, dentre eles os privados de liberdade. Ao abordar a prisão atual e sua evolução desde o século XVIII, buscou-se fazer uma ligação entre a ascensão capitalista e o surgimento da prisão como medida de execução penal. A pesquisa também analisou o perfil daqueles que estão em privação de liberdade na PECO e apontou algumas dificuldades na manutenção do direito humano, educação escolar, no sistema prisional. Ao final constatou-se a importância do trabalho em conjunto do Estado e sociedade na luta pela garantia da educação plena capaz de emancipar e reinserir o preso dignamente na sociedade, embora concluímos que, apesar do reconhecimento da grande importância da educação na vida intramuros, ela não pode resolver um problema que é inerente ao sistema. Por fim, verificamos que o sistema penitenciário nada mais é do que um reflexo da sociedade capitalista que exclui o pobre, a mulher, o negro, o ex-presidiário, enfim, todos aqueles que fogem do padrão construído historicamente e/ou que de alguma forma ameaçam a propriedade privada, razão de ser do sistema econômico vigente no Brasil.

Palavras-chave: Direitos humanos. Sistema penitenciário. Educação escolar.

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Fazer Download agora!Construção social do conceito de adolescência e suas implicações no contexto escolar Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
MELO, Marcia Cristina Henares de

Este trabalho tem como objeto de estudo a construção social do conceito de adolescência e suas implicações no contexto escolar. Os objetivos gerais da pesquisa são identificar a forma como professores e alunos do ensino médio percebem a adolescência e analisar a influênciadessas percepções nas relações que se estabelecem entre esses sujeitos e suas implicações no contexto escolar. Utilizou-se como fundamentação teórica, principalmente, as contribuições de Muuss (1966) sobre as principais teorias da adolescência postuladas pela Psicologia do Desenvolvimento, como a Teoria da Psicologia Biogenética, de S. Stanley Hall, a Teoria Psicanalítica, de Sigmund Freud e a Teoria do Estabelecimento da Identidade do Ego, de Erik Erikson. Os conceitos de Habitus, Campo e Violência simbólica, de Pierre Bourdieu (1992), e os conceitos de Estigma, Identidade social e real, de Erving Goffman (2004), direcionam, nesta pesquisa, a compreensão acerca da forma como se engendram as relações objetivas e subjetivas entre indivíduo e sociedade. A pesquisa de campo foi realizada em uma escola de Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino do Município de Ibaiti – PR, e utilizou os seguintes instrumentos de coleta de dados: a) a pesquisa documental, que recorreu aos registros da coordenação pedagógica sobre situações de conflitos envolvendo professores e alunos; e, b) a roda de conversa, uma adaptação da técnica do Grupo Focal, que contou com dois grupos distintos de participantes: um de professores e outro de alunos. Para análise e tratamento das informações, utilizou-se a técnica da Análise de Conteúdo (BARDIN, 1977). Os resultados alcançados indicam que: a) professores e alunos possuem uma imagem pré-concebida sobre a adolescência, fortemente ligada à ideia de curtição, adrenalina, prazer e irresponsabilidade; b) as percepções apresentam influência de discursos psicologizados, porém, apesar de não se apresentarem conectadas à ideia de crises, conflitos e turbulência, remetem à imagem do sujeito despreocupado, irresponsável e desinteressado do mundo adulto de maneira geral, o que permite inferir a presença de uma estigmatização do comportamento adolescente; c) o reconhecimento de uma identidade singular nas relações que se estabelecem no interior da escola é objeto de desejo tanto do aluno adolescente quanto do professor; d) apesar dos constantes conflitos que permeiam as relações entre adolescentes e adultos a presença de uma referência adulta é reivindicada pelos adolescentes participantes desta pesquisa; e) as dificuldades geradas pelos conflitos oriundos das percepções estigmatizadas sobre a condição adolescente promovem a demissão do ato educativo. Os resultados desta pesquisa apontam para uma necessária superação dos impactos provenientes da estigmatização da adolescência no cotidiano escolar. Direcionam também algumas provocações para o desvelamento das verdadeiras identidades dos sujeitos escolares e levantam reflexões acerca das possibilidades para que estes possam construir conjuntamente uma prática educativa interativa comprometida com as demandas dos indivíduos reais que compõem a escola.

Palavras-chave: Adolescência. Habitus. Estigma. Relações professor/aluno.

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Fazer Download agora! Um Olhar Investigativo sobre a Relação entre as Políticas Públicas Educacionais, as Tecnologias de Popular Versão: PDF
Atualização:  8/6/2017
Descrição:
TORQUATO, Rosane Andrade

Esta pesquisa teve como objetivo investigar a relação das políticas públicas educacionais, dos pressupostos teóricos necessários à formação continuada dos docentes do Ensino Médio na sua atividade pedagógica no uso de tecnologias de informação e comunicação (TIC). O problema enfatiza a importância da coerência entre políticas educacionais, espaços de formação continuada e uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC); assim se apresenta a questão: as políticas educacionais de formação continuada estão sendo suficientes para garantir a formação de docentes numa perspectiva de apropriação não apenas técnica, mas, também conceitual, cultural e pedagógica na utilização de tecnologias de informação e comunicação? A base metodológica utilizada foi a pesquisa qualitativa conduzida por revisão bibliográfica acerca da historicidade do Ensino Médio, da elaboração de recentes políticas educacionais de formação continuada de professores e uso de tecnologias. A pesquisa de campo ocorreu entre os meses de julho e agosto de 2015, numa escola pública da rede estadual de ensino, situada no município de Curitiba (PR). Os sujeitos investigados foram docentes do Ensino Médio. O estudo abrangeu duas etapas. A primeira caracterizou-se pela observação participante da prática docente em sala de aula em que se fez uso do Diário de Campo como instrumento de pesquisa, a fim de registrar as ações pedagógicas do docente em sua compreensão e uso de tecnologias. A segunda etapa especificou-se por entrevistas semidirigidas aplicada aos docentes em caráter individual. A análise dos resultados utilizou a técnica de Análise de Conteúdo que encontra referencias em Laurence Bardin. Os resultados obtidos evidenciaram que políticas educacionais referentes as tecnologias na escola estão sendo implementadas por meio de envio de equipamentos, dispositivos e realização de cursos de formação continuada para docentes. Entretanto, ainda permanecem contradições como o descompasso entre o envio de materiais e a viabilidade pedagógica refletida na ausência de manutenção periódica dos equipamentos e mínimas ações docentes no uso das tecnologias (TIC). Indica-se a necessidade constante de processos reflexivos e a promoção de ações que melhor articulem as políticas públicas educacionais, as TIC e formação continuada de professores do ensino médio atentando para cuidados específicos que daí decorrem ante realidades comunitárias e sociais emergentes das quais a escola faz parte.

Palavras-chave: Políticas Educacionais. Formação continuada de professores. Tecnologias de informação e comunicação.

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Fazer Download agora!Ensino médio organizado por blocos de disciplinas semestrais: avanços e limites no contexto escolar Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
TOMAZI, Jeovania Fabro

Inserida na linha de pesquisa Sociedade, Conhecimento e Educação do mestrado em Educação da UNIOESTE, campus de Francisco Beltrão PR, esta pesquisa inscreve-se no debate sobre educação, trabalho e políticas educacionais para o Ensino Médio. Teve como objeto de estudo o programa Ensino Médio organizado em blocos de disciplinas semestrais no estado do Paraná e como objetivo, analisar o processo de implantação, desenvolvimento e as contradições desta organização no espaço escolar. Parte-se da hipótese de que esta proposta representou uma ação emergencial de governo frente aos baixos resultados do Ensino Médio, sem alterarem-se as bases do sistema educacional. O embasamento teórico deste estudo segue a opção metodológica marxista por acreditar que esta fornece elementos que possibilitam compreender as contradições das políticas educacionais voltadas ao Ensino Médio, bem como, contribui na visualização de novas formas de entender a formação dos jovens nesta etapa de escolarização. O ponto de partida desta dissertação é o entendimento da relação educação e trabalho numa perspectiva marxista de formação humana omnilateral. No entanto, ao analisar as relações econômicas, políticas e culturais na sociedade capitalista, advindas de mudanças do processo produtivo, conclui-se que as reformas do estado e da educação caminham na direção de uma formação humana unilateral, baseada nos princípios neoliberais de flexibilização e empregabilidade. A pesquisa segue analisando o processo formativo dos jovens e as principais estratégias desenvolvidas pelo Estado no incentivo à organização de propostas focais, a fim de, suprir as carências do Ensino Médio brasileiro. Discute a aproximação da organização do Ensino Médio em blocos de disciplinas semestrais, no estado do Paraná,com as definições das políticas de resultado e com o discurso da autonomia escolar. Esta dissertação finaliza com a análise dos dados referentes à pesquisa qualitativa, realizada no ano 2013,com alunos, professores e equipe pedagógica de duas escolas da rede estadual que vivenciaram as reformas no Ensino Médio do estado nos últimos anos especificamente relacionada ao programa Ensino Médio em bloco de disciplinas semestrais.Assim, foi possível apontar as contradições no que se refere à construção, implantação e no processo de ensino e aprendizagem nesta organização.

Palavras Chaves:Ensino Médio. Políticas educacionais. Educação. Trabalho.

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Fazer Download agora! A Disciplina de Libras na Formação do Pedagogo da Universidade Estadual do Centro-Oeste - Unicent Popular Versão: PDF
Atualização:  4/1/2019
Descrição:
KENDRICK, Denielli

A presente pesquisa, de abordagem qualitativa, propõe atingir dois objetivos: analisar a constituição da Língua Brasileira de Sinais – Libras como disciplina curricular obrigatória no curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO, Guarapuava/PR, e investigar o lócus da disciplina de Libras no currículo do curso e sua possível contribuição para a formação do pedagogo. Fundamenta-se teoricamente em Bourdieu com conceitos-chave de habitus, capital, campo, violência simbólica, estratégia e hierarquia dos saberes, o que inspira, para além de conhecer e definir seus conceitos, aplicar seu modus operandi de investigação, observar como são forjadas as noções a partir do objeto de pesquisa e das relações entre agentes e estrutura. Para a produção de dados, optou-se por entrevista não-diretiva. Os agentes participantes foram os docentes da disciplina de Libras e os docentes do Departamento de Pedagogia da UNICENTRO/G. Com a pesquisa, foi possível averiguar que o curso de Pedagogia tem por centralidade na formação a docência para Educação Infantil e anos iniciais. Há uma ideia recorrente entre os docentes de que as disciplinas de Fundamentos ocupam mais espaço no currículo. A disciplina de Libras e sua implementação no curso é de ordem legal, com pouca ou nenhuma mobilidade dentro do currículo, e a ela tem se atribuído um papel de formadora do pedagogo para o ensino de surdos, na perspectiva da inclusão educacional. Contudo, a responsabilidade da Libras é muito grande para as condições reais que ela ocupa dentro do curso. Portanto, há urgência em se pensar a configuração da disciplina e os conhecimentos de que ela trata, pois mesmo atrelada ao discurso da inclusão, historicamente tem sido considerada insuficiente pelos surdos por ser ambiente de instrução prioritariamente monolíngue. Como o aluno surdo aprende e como ensiná-lo perpassa pela língua, mas são necessárias metodologias específicas, resultando numa carga horária da disciplina que se apresenta insuficiente para esse fim. Ainda, constata-se que o papel do professor de Libras na Universidade tem nuances ímpares, mas o fato de sentir-se pouco valorizado no espaço acadêmico é limitador de suas práticas. A formação do professor surdo que atua na graduação também se destaca pela dificuldade dos professores surdos em dar continuidade à sua formação stricto sensu e, com isso, a pouca existência de capital institucionalizado que lhes confira maior participação e mobilidade no campo acadêmico. Por fim, há os confrontos internos dentro da comunidade surda, a tensão entre surdos e ouvintes fluentes em Libras e a especificidade para ser professor de Libras no ensino superior. As discussões sobre o tema concentram-se na questão audiológica e não necessariamente em competência profissional.

Palavras-chave: Disciplina de libras. Formação do pedagogo. Lócus da disciplina.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Formação de Professores e Novas Tecnologias: Uma Mediação Possível? Popular Versão: PDF
Atualização:  3/1/2019
Descrição:
BRUSTOLIM, Adriana de Oliveira Correia

Este trabalho propôs-se a analisar de que forma o professor em sua prática e sala de aula pode mediar as novas tecnologias na formação docente em nível médio, para a construção do conhecimento sócio-histórico e científico-tecnológico em sala de aula. Para evidenciar tal questionamento, o objetivo geral foi analisar as possibilidades de mediação entre a formação de docentes e as novas tecnologias, tendo como categorias de análise que compunham esta pesquisa, a mediação, a práxis, o conhecimento e resistência. O problema da formação docente no Brasil está enraizado historicamente com o descompasso de políticas formativas, as quais nunca atenderam satisfatoriamente nos discursos, tampouco na prática. A formação docente hoje está pautada em atender as necessidades do mercado, apoiadas em políticas educacionais de uma lógica neoliberal. Este fato pode ser observado nos discursos aplicados aos currículos que segmentam a formação. Há um novo princípio educativo baseado nas novas tecnologias que trouxeram mudanças para o mundo do trabalho e consequentemente, para a educação. Desta forma, é imprescindível conceber uma pedagogia radical, entendida por Giroux (1992) como a base do novo princípio educativo, articular e apreender, enquanto professor intelectual estabelecer a mediação numa práxis que vise a transformação social e a emancipação em prol de uma luta de resistência contra a hegemonia. Com o intuito de analisar as considerações acima, foram elaborados como forma de investigação, a pesquisa de campo em educação, pesquisa bibliográfica e análise qualitativa dos dados. Diante disso, na pesquisa de campo foi elaborado um curso semipresencial, que foi realizado com professores da rede estadual de ensino, do Curso de Formação de Docentes de nível médio, das cidades de Guarapuava, cidade onde fica localizada a UNICENTRO, instituição na qual a pesquisadora faz o curso de scrictu sensu e Quedas do Iguaçu, cidade de residência da professora pesquisadora e um questionário aplicado na etapa presencial do Curso. Para efetivação do curso, foi elaborado um Projeto de Extensão. O Curso teve uma carga horária de 40 horas, com certificação através da Universidade Estadual do Centro-Oeste –UNICENTRO, com o apoio do Núcleo de Educação à Distância – NEAD, que viabilizou o curso na Plataforma Moodle da UNICENTRO. O curso teve como objetivo propiciar uma reflexão teórico-metodológica sobre as novas tecnologias. Desta forma, os instrumentos de análise que subsidiaram este trabalho foram: questionário, Curso - etapa presencial, Curso – atendimentos e Curso – fóruns e atividades que evidenciaram algumas questões debatidas ao longo da pesquisa. Através destes instrumentos foi possível verificar que há a possibilidade de mediação entre a formação de docentes e as novas tecnologias, no entanto, deve estar claro o conhecimento do novo princípio educativo: ciência, tecnologia e trabalho, a práxis como princípio curricular para que assim, professores intelectualizados possam lutar de forma a criar uma resistência contra a exploração e dominação do capital.

PALAVRAS-CHAVE: Formação docente. Mediação. Novas tecnologias. Práxis. Giroux.

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Fazer Download agora!O Aprender a Aprender de Professores de Licenciaturas de uma Instituição Pública do Norte no Paraná Popular Versão: PDF
Atualização:  17/4/2018
Descrição:
JERONYMO, Gisele Fermino Demarque

O presente estudo está embasado no referencial teórico da Psicologia Cognitiva/Processamento da Informação, que elucida como as pessoas aprendem, estruturam, armazenam e utilizam o conhecimento advindo do uso consciente das estratégias de aprendizagem pelo aprendiz. Na atualidade, existem estudos a respeito dos processos de aprendizagem dos alunos, contudo, ainda são escassos os que fazem referência aos professores como aqueles que aprendem, percebendo-se capazes de ensinar os alunos a tornarem-se autorregulados e aptos ao “aprender a aprender”. Esta pesquisa teve como objetivo geral analisar o processo de aprender a aprender dos professores de licenciaturas de uma Instituição Pública do norte do Paraná. De caráter exploratório, foi realizada com 56 professores de licenciaturas, sendo 57,14% do sexo feminino e 42,86% do sexo masculino. Para a coleta de dados, foram utilizados questionários sobre: perfil socioeconômico, o aprender a aprender (SANTOS, 2008) e a prática pedagógica do professor alusiva ao uso de estratégias de aprendizagem, bem como a Escala de Estratégia de Aprendizagem para Universitários (EEA-U) de Boruchovitch e Santos (2015). A pesquisa foi realizada on-line, utilizando as ferramentas disponíveis no Google Drive. A análise dos dados foi realizada por meio da estatística descritiva e inferencial e, nos relatos dos professores, foi feita a análise de conteúdo, conforme proposto por Bardin (2011). Os resultados obtidos demonstraram que 12,90% não têm claro o significado do aprender a aprender e 33,36% confundem as estratégias de aprendizagem com estratégias de ensino e que os professores utilizam com maior frequência, para aprender, as estratégias de aprendizagem de autorregulação cognitiva e metacognitiva, com destaque para as metacognitivas, sendo que os professores do Departamento de Letras se apresentaram como mais autorregulados. Na sua ação pedagógica, em geral os mesmos revelaram poucas ações no sentido de incentivar o aprender a aprender de seus alunos. Portanto, os resultados apresentados indicam a necessidade de formação dos professores das licenciaturas na perspectiva da Psicologia Cognitiva embasada na Teoria do Processamento da Informação, para que aprendam a utilizar com maior frequência as estratégias de autorregulação da aprendizagem de forma a se tornarem melhores aprendizes, e como consequência, promovam alunos mais autorregulados, que aprendam a aprender.

Palavras-chave: Aprender a Aprender. Estratégias de Aprendizagem. Formação de Professores. Ensino Superior.

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Fazer Download agora!Antecedentes Históricos do Currículo da AMOP Popular Versão: PDF
Atualização:  9/10/2017
Descrição:
NOFFKE, Ana Paula

Este trabalho apresenta antecedentes históricos do Currículo Básico para a Escola Pública Municipal, da AMOP, e a gênese desta Associação, a fim de conhecermos quais foram as influências para a produção desse material, procurando responder ao seguinte problema: como e por que uma associação de municípios, enquanto representação do Estado, de formação social capitalista, publicou um currículo com uma concepção dialética de educação? Partimos de informações trazidas no próprio documento, engendrado sob a coordenação do Departamento Pedagógico da AMOP (2003), criado após a extinção da ASSOESTE (2002), entidade criada pelo Projeto Especial Multinacional MEC/OEA, em 1980. Nossa hipótese era de que a influência da concepção de educação presente no Currículo tem origem, em grande medida, no trabalho realizado pela ASSOESTE. Então, a pesquisa buscou antecedentes históricos desse referencial, a fim de: conhecer a formação da Região Oeste e os eventos que implicaram na transformação do espaço, analisando os impactos causados na educação; conhecer a origem da AMOP, analisando o contexto histórico e político de sua criação, e o seu papel no desenvolvimento regional; conhecer o Projeto Especial Multinacional MEC/OEA, analisando, igualmente, o contexto histórico e político em que fora elaborado e executado, bem como algumas de suas contribuições para a educação da Região Oeste; conhecer a história da ASSOESTE, o contexto de sua fundação, algumas de suas contribuições para a educação do Oeste, seu processo de extinção e consequente criação do Departamento Pedagógico da AMOP. Para tanto, foram realizadas leituras de textos históricos, bibliográficos, atas, estatutos, leis, constituindo-se essa dissertação pela pesquisa exploratória e investigativa, partindo dos pressupostos de que a realidade é dinâmica, estando em constante devir, e, ainda, de que os homens fazem a história, e a fazem de acordo com as condições materiais de que dispõem. Os resultados alcançados com esse trabalho apontam que a criação da AMOP ocorreu por motivos estratégicos do governo militar, tendo ela papel fundamental para a consolidação da modernização conservadora da agricultura que provocou grandes mudanças na região, assim como a construção da Itaipu. Para promover a busca de soluções para os problemas causados por esses dois fenômenos, foi elaborado e executado o Projeto Especial MEC/OEA, o qual teve grandes contribuições para a educação, sendo uma delas a criação da ASSOESTE. A pesquisa sobre a ASSOESTE nos possibilitou comprovar nossa hipótese, de que o trabalho realizado por ela influenciou a concepção de educação do Currículo da AMOP. Nos proporcionou, ainda, compreender que sua extinção não se deu apenas por questões financeiras, mas também pela ideologia política assumida por seu Departamento Pedagógico.

Palavras-chave: AMOP. Projeto Especial MEC/OEA. ASSOESTE. Departamento Pedagógico da AMOP. Currículo básico para a escola pública municipal.

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Fazer Download agora!A Gestão do Currículo Escolar para a Educação em Tempo Integral Popular Versão: PDF
Atualização:  23/4/2018
Descrição:
PROVIN, Willie Anne Martins da Silva

Com o objetivo de refletir sobre as condições existentes para a gestão do currículo da escola pública em tempo integral, assim como seus impasses e desafios, este estudo analisa a estreita articulação das concepções dos termos gestão escolar, currículo escolar e educação integral com a implantação de uma educação em tempo integral nas escolas públicas estaduais do Estado do Paraná. A partir da análise das experiências já realizadas no país, assim como da análise das concepções de gestão escolar, currículo escolar e educação em tempo integral presentes nos documentos oficiais norteadores das políticas educacionais brasileiras, foi possível compreender e apresentar os motivos pelos quais as propostas já realizadas para a educação em tempo integral no Brasil ainda apresentam fragilidades e equívocos e relação à sua finalidade e modalidades de oferta. Diante das reformas educacionais realizadas pelo Estado, que levaram à educação pública algumas práticas de gestão empresarial em detrimento dos princípios democráticos como autonomia e participação efetiva da comunidade, torna-se necessária a mudança para uma abordagem inovadora que forneça os elementos necessários à emancipação da educanda e do educando. Com o auxílio dos estudos de autores como SANTOMÉ (2015), APPLE (1999), SILVA (2015), PARO (1988; 2015), LIBÂNEO (2012; 2015), DEMO (2009), FREIRE (2015; 2016), GENTILI (2013; 2015), EVANGELISTA e TRICHES (2012) e EVANGELISTA e SHIROMA (2004; 2006), foi possível compreender as reais intenções que cercam as políticas públicas para uma educação em tempo integral no Estado. Para o desenvolvimento desta pesquisa, além da análise bibliográfica e documental, adotou-se uma abordagem qualitativa subsidiada com os dados obtidos mediante aplicação de questionário aos diretores e diretoras de 12 unidades escolares do município de Curitiba, da região central. Com o intuito de conhecer as reais condições de trabalho para compreender o papel destes na gestão do currículo da educação em tempo integral nas escolas estaduais de Curitiba, foi utilizado como referência o estudo de Judith Bell (2008) e sua metodologia para análise de conteúdo. A partir desta análise, é possível concluir que não existe nos documentos oficiais analisados uma possibilidade concreta de superação dos problemas existentes na educação pública brasileira, que não seja apenas da ordem econômica. Diante desta constatação, será necessário ocorrer uma mudança do enfoque dado nestes documentos oficiais para uma abordagem transformadora que, principalmente, forneça os elementos necessários à emancipação e à formação do ser humano, assim como propiciar as condições para a implantação de uma educação em tempo integral.

Palavras-chave: Gestão escolar. Currículo escolar. Educação integral. Educação em tempo integral.

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