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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!A perspectiva da ONU sobre o menor, o infrator, o delinquente e o adolescente em conflito com a lei Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
ZANELLA, Maria Nilvane

A dissertação de mestrado intitulada, A perspectiva da ONU sobre o menor, o infrator, o delinquente e o adolescente em conflito com a lei: as políticas de socioeducação possui como objetivo compreender a influência da ONU sobre a implementação das políticas de socioeducação no Brasil, em especial do Estatuto da Criança e do Adolescente. A pesquisa centra-se em uma análise documental primária, alicerçada em um referencial teórico-metodológico de perspectiva crítica, que busca desvelar os interesses ideológicos da ONU, de seus Organismos Internacionais e das ONGs nacionais e internacionais que atuam sob a sua égide. A partir das análises realizadas evidenciamos que a Liga das Nações e a ONU influenciaram a elaboração das três normativas que tratam do atendimento de adolescentes em conflito com a lei no Brasil: o Código de Menores de 1927, o Código de Menores de 1979 e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Depois da análise das normativas internacionais, promulgadas pela Organização concluímos que: a) o conjunto normativo da ONU exprime o entendimento de que o conceito menor se aplica tanto aos adolescentes que cometeram atos infracionais quanto àqueles que necessitam de medidas de proteção, estabelecendo também que pode ser institucionalizado tanto ao adolescente, que cumpre medidas socioeducativas como àquele que cumpre medidas socioassistenciais; b) a atuação dos organismos internacionais no que tange a política de juventude possui dois focos: o primeiro, a construção de programas e documentos com vistas a apaziguar os conflitos sociais promovidos por jovens e, o segundo, mantê-los apreendidos quando essas políticas não surtem os efeitos desejados; c) as medidas privativas de liberdade sofreram um perceptível aumento, desde que o Estatuto foi promulgado, ainda que, no mesmo período o número de adolescentes tenha diminuído em relação à população em geral; e, d) a execução da política de crianças e adolescentes foi influenciada pelas ONGs nacionais e internacionais que atuam em consonância com empresas privadas e públicas para defender seus interesses políticos e econômicos na elaboração, na construção e na implementação das políticas da juventude e de socioeducação. Para atingir este propósito o estudo se organiza em cinco seções: na seção 1, estruturamos a introdução do trabalho e explicitamos as fontes de pesquisa; na seção 2, investigamos a atuação da ONU e o seu papel ideológico na construção do sistema de justiça juvenil e de suas normativas, durante o século XX; na seção 3, nos propusemos a compreender o papel dos organismos internacionais da ONU, no Brasil, bem como sua atuação na elaboração de políticas e programas, na área da juventude; na seção 4, procuramos identificar os interesses políticos e econômicos das instituições que contribuíram para a elaboração da Lei; e, na seção 5 expusemos as conclusões da investigação realizada.

Palavras-chave: ONU. Educação.Políticas de socioeducação. Estatuto da Criança e do Adolescente. Adolescente em conflito com a lei.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!A Política de Avaliação de Larga Escala e suas Implicações no Curriculo do Estado do Paraná nos Anos Versão: PDF
Atualização:  17/10/2017
Descrição:
SILVA JUNIOR, Silvio Borges da

Com a implantação do IDEB, em 2007, que atribui notas às escolas e redes de ensino a partir da combinação dos resultados da Prova Brasil, aplicada aos 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e do SAEB, para os 3º anos do Ensino Médio, com as taxas de rendimento escolar, tem-se notado uma grande preocupação no interior das escolas para elevar seus índices. Isso se deve, muito provavelmente, ao fato de que estados e municípios estão usando estas notas para ranquear as instituições escolares, estimulando a competição entre elas. Em alguns lugares, é oferecido bônus aos profissionais da educação de escolas que conseguirem elevar sua nota. Um dos problemas observados nessa corrida para elevar os índices das escolas é que o ensino está sendo cada vez mais focado nos conteúdos cobrados na Prova Brasil e os alunos têm sido submetidos, periodicamente, a testes baseados nos modelos dessa prova, para se familiarizarem com o formato das questões. Isso tem causado o que muitos autores chamam de estreitamento curricular. O estado do Paraná tem uma importante história na elaboração de Currículos fundamentados nas teorias pedagógicas contra-hegemônicas, com ênfase na formação integral e crítica do ser humano para a transformação da realidade. O primeiro documento da rede estadual de ensino com essa perspectiva foi o Currículo Básico para a Escola Pública do Paraná, publicado em 1990, o qual apresentava como sua matriz teórica o materialismo histórico-dialético. Atualmente o documento oficial que norteia a prática pedagógica das escolas são as Diretrizes Curriculares Orientadoras da Educação Básica do Paraná (DCE’s), publicadas em 2008, e construídas de forma coletiva. A partir dessas considerações e de observações feitas no interior das escolas estaduais, enquanto professor, e das políticas educacionais adotadas pelo governo do Paraná nos anos de 2011 e 2012, pôde-se perceber a influência das políticas de avaliação de larga escala no currículo da rede estadual de ensino do Paraná. Exemplo disso foi a criação em 2012, do Saep e a redução da carga horária das disciplinas de História, Geografia, Arte e Educação Física para a ampliação do número de aulas de Língua Portuguesa e Matemática. Nesse contexto o objetivo geral dessa pesquisa é verificar se, concretamente, está havendo uma mudança nas orientações curriculares do Paraná, por meio da política de avaliação de larga escala, com o objetivo de aumentar a nota do estado no IDEB.

Palavras-chave: IDEB. avaliações de larga escala. Currículo. Políticas educacionais do Paraná.

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Fazer Download agora!A produção acadêmica em política educacional no Estado do Paraná: um estudo mediado pela Teoria do C Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
PEREIRA, Alessandra Farias Lima Gonçalves Pereira

Este trabalho expõe uma síntese possível da pesquisa que analisou as especificidades do espaço da produção acadêmica em política educacional no Estado do Paraná, por meio das propriedades individuais e distintivas dos pesquisadores/orientadores inseridos nesse espaço, no interregno de 2003 a 2013. A proposta de análise do mundo científico de Pierre Bourdieu orientou a pesquisa empírica e, sobretudo, forneceu elementos de pensamentos universais para a apropriação da problemática da ciência, especialmente da Sociologia da Ciência, sem os quais não seria possível realizar um trabalho sério de aproximação com o objeto. A pesquisa teve como ponto de partida a construção de um estudo teórico que visou, ao mesmo tempo, entender os aspectos epistemológicos e de campo que giram em torno da problemática da produção do conhecimento, e, aperfeiçoar a apropriação do referencial teórico de Pierre Bourdieu e de seu modo de pensar. Esse ponto de partida foi essencial tanto no sentido de compreender o universo das pesquisas sobre a produção do conhecimento em política educacional – universo no qual este trabalho pretende inserir-se – quanto no sentido de mediar o processo de apreensão cognitiva do objeto. O trabalho destaca as discussões sobre a problemática da produção do conhecimento em política pública no âmbito do campo das Ciências Sociais e, também, os debates sobre a produção do conhecimento em política educacional empreendidos no campo científico da Educação. A pesquisa empírica revelou, por meio de indicadores de capital científico (grau acadêmico; bolsa de fomento à pesquisa; publicações globais; citações; coautorias; cargos em instituições de pesquisas) que os agentes desse espaço atuam de modo diferenciado, mas com o mesmo objetivo: conquistar reconhecimento no campo científico da educação.

Palavras Chaves: Produção acadêmica. Espaço acadêmico. Campo científico. Política educacional.

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Fazer Download agora!A Robótica Educacional na Escola Indígena: Inovações na Formação de Professores Versão: pdf
Atualização:  9/4/2018
Descrição:
VARELA, Cândida Dolores Antunes

Esta é uma pesquisa-ação, qualitativa, com enfoque etnográfico, para verificar como professores em formação percebem a relevância da aplicação de um minicurso de robótica educacional em uma escola estadual indígena em Piraquara – Paraná, para a sua formação profissional. Esses professores, que atuarão na educação básica, tiveram uma formação em conceitos de robótica educacional, que contou com a participação e parceria do projeto “PIRE I”- Projeto Interdisciplinar de Robótica Educacional da UFPR. Auxiliaram nesta abordagem, observações durante a realização da aplicação do minicurso, relatos dos sujeitos participantes, conversas informais, fotos e vídeos. Foram utilizadas, como ponto de partida, pesquisas referentes à formação de professores e à robótica educacional, bem como os marcos legais sobre a educação escolar indígena e as novas tecnologias, ressaltando aspectos étnicos na aquisição do conhecimento. Esta pesquisa está pautada em pesquisadores como Paulo Freire, Papert e D’Ambrósio. Com o presente trabalho pretende-se, além de uma revisão bibliográfica, a descrição com enfoque etnográfico da dinâmica desenvolvida (o minicurso de robótica educacional), coordenado, elaborado e aplicado pelos professores em formação na escola indígena, com o objetivo de investigar a possibilidade de criar metodologias que acompanhem a dinamicidade da cultura brasileira e as novas tecnologias. A análise dos dados mostra a necessidade de aprofundar as pesquisas, o conhecimento a respeito da valorização a diferentes modos de ser e pensar e, como, a robótica educacional pode proporcionar essas atitudes para os futuros professores. A expectativa foi de contribuir para novas possibilidades, desafios, melhor atuação desses professores em formação, o uso de novas tecnologias e a diversidade cultural. Foi possível evidenciar a existência da necessidade de formar professores capazes de trabalhar com tecnologias educacionais e sua aplicação para a melhoria das relações sociais no mundo atual, e uma das possibilidades é a inserção na grade curricular da formação inicial de professores dos temas aqui abordados, concomitantemente, e de forma sensível, técnica e de respeito aos diferentes saberes.

Palavras-chave: Formação de professores. Educação escolar indígena. Robótica educacional.

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Fazer Download agora!A violência na educação: o que expressam professores das escolas públicas da rede estadual no municí Popular Versão: PDF
Atualização:  20/4/2018
Descrição:
CARVALHO, Mirian Alves

A presente dissertação expõe os resultados de pesquisa desenvolvida de 2015 a 2016, com os objetivos de realizar estudos teóricos que permitam compreender a violência relacionada à educação apoiados na Psicologia Histórico-Cultural (PHC) e conhecer o que expressam professores das escolas públicas da rede estadual no município de Cascavel/PR que passaram por situações de violência no dia 29 de abril de 2015. Justifica-se a realização da presente pesquisa, pois, ao se buscar por uma escola básica de qualidade, ainda são necessários estudos a respeito do que a faz perder seus propósitos, sendo que um dos fatores é a violência contra ou envolvendo o professor. Consideramos que a Psicologia, enquanto ciência e profissão, pode contribuir para o enfrentamento de algo tão sério, e que a sociedade precisa ter mais elementos que permitam maior compreensão do que ocorreu com os professores e funcionários da educação do Estado do Paraná. A pesquisa desenvolveu-se com estratégias de investigação teórica e de campo. A respeito da primeira, apresentamos diferentes estudos do tema violência, que abordam causas, conceitos, manifestações e ações de enfrentamento às diferentes formas de violência, como, por exemplo, os realizados por Guimarães (1984), Martin-Baró (1997), Spósito (1998), Chauí (1999), Abramovay (2002), Silva (2006), Vázquez (1977/2007), Barroco e Costa (2014), entre outros. Também discutimos sobre a Psicologia Histórico-Cultural em relação à concepção de desenvolvimento humano, com base em autores clássicos, tais como Vigotski (1993, 1994, 1996), Leontiev (1978a, 1978b) e Luria (1986, 1991). Sobre a investigação de campo, o desenvolvimento realizou-se por meio de entrevistas semiestruturadas com quatorze professores que estiveram em Curitiba no dia 29/04/2015, abordando-se quais foram os reflexos da violência sofrida para suas vidas e atuações profissionais. Importava-nos saber quem eram esses professores, como eles percebiam a violência na escola, o que relatariam sobre a estadia em Curitiba no citado dia, como se sentiram ao retornar ao trabalho após o episódio de violência, quais seriam as suas perspectivas em relação à educação e à vida pessoal. Os resultados da investigação bibliográfica apontam para os fatores multicausais da violência na escola, mas com ênfase na intrínseca relação com a reprodução da vida sob o capitalismo. Pela PHC se reafirma a impossibilidade de constituição das personalidades à parte das relações sociais sob tal reprodução. A investigação de campo aponta que a violência do dia 29/04/2015 promoveu grande sofrimento psicológico e físicoaos participantes, impactando negativamente suas personalidades; suas vidas pessoal e profissional. Conclui-se que o ocorrido corrobora com o processo de desvalorização dos professores e da escola pública, dentro de uma lógica neoliberal, e que os entrevistados demonstraram muita indignação pelos fatores conjunturais e políticos que culminam com tamanha violência. Porém, mesmo tendo passado pelas situações relatadas expressaram o desejo de continuar na profissão de professor, lutando contra as violências do Estado para com os trabalhadores da educação.

Palavras-chave: Violência. Educação. Professores. Psicologia histórico-cultural. Psicologia escolar.

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Fazer Download agora!Alfabetização Matemática: um ato lúdico Popular Versão: PDF
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
MARTINS, Iloine Maria Hartmann


Esta pesquisa, apresentada sob a forma de um texto dramático, composto de episódios e cenas, versa sobre a Alfabetização Matemática com enfoque no letramento. Esta ação lúdica, envolveu professores e crianças, protagonistas do primeiro ciclo de alfabetização, com propósito de constituir fontes orais sobre o tema. Tais fontes foram construídas a partir de relatos a respeito das relações estabelecidas com a Matemática pelos professores na infância, na formação acadêmica e em sua prática de sala de aula, assim como as relações que estabelecem com seus alunos na atualidade. Ainda, para a consubstanciação dessas fontes orais, foram ponderadas as reflexões realizadas pelas Formadoras de Matemática e Língua Portuguesa, que participam do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). O estudo está fundamentado nos pressupostos da Teoria Histórico-Cultural, notadamente nas ideias de Vigotski, e para a constituição das fontes orais foram realizadas entrevistas baseadas na metodologia da História Oral Temática. O desenvolvimento das referidas entrevistas, por sua vez, deu-se a partir de dois questionamentos: o primeiro, endereçado aos professores, foi formulado por meio da seguinte questão: Como foi a Alfabetização Matemática? O segundo questionamento, dirigido aos professores e alunos, foi o seguinte: Como é a Alfabetização Matemática? As entrevistas deram cabo às fontes que, após transcritas e textualizadas, foram organizadas em forma de narrativas e as Formadoras foram convidadas a dialogar sobre elas a partir de suas próprias experiências, estabelecendo relações e conexões, instituindo, desse modo, outro olhar, novos sentidos e perspectivas sobre o tema.

Palavras-chave: Alfabetização Matemática. Lúdico. Contar histórias. História Oral. Letramento. Formação de professores.

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Fazer Download agora!Antecedentes Históricos do Currículo da AMOP Popular Versão: PDF
Atualização:  9/10/2017
Descrição:
NOFFKE, Ana Paula

Este trabalho apresenta antecedentes históricos do Currículo Básico para a Escola Pública Municipal, da AMOP, e a gênese desta Associação, a fim de conhecermos quais foram as influências para a produção desse material, procurando responder ao seguinte problema: como e por que uma associação de municípios, enquanto representação do Estado, de formação social capitalista, publicou um currículo com uma concepção dialética de educação? Partimos de informações trazidas no próprio documento, engendrado sob a coordenação do Departamento Pedagógico da AMOP (2003), criado após a extinção da ASSOESTE (2002), entidade criada pelo Projeto Especial Multinacional MEC/OEA, em 1980. Nossa hipótese era de que a influência da concepção de educação presente no Currículo tem origem, em grande medida, no trabalho realizado pela ASSOESTE. Então, a pesquisa buscou antecedentes históricos desse referencial, a fim de: conhecer a formação da Região Oeste e os eventos que implicaram na transformação do espaço, analisando os impactos causados na educação; conhecer a origem da AMOP, analisando o contexto histórico e político de sua criação, e o seu papel no desenvolvimento regional; conhecer o Projeto Especial Multinacional MEC/OEA, analisando, igualmente, o contexto histórico e político em que fora elaborado e executado, bem como algumas de suas contribuições para a educação da Região Oeste; conhecer a história da ASSOESTE, o contexto de sua fundação, algumas de suas contribuições para a educação do Oeste, seu processo de extinção e consequente criação do Departamento Pedagógico da AMOP. Para tanto, foram realizadas leituras de textos históricos, bibliográficos, atas, estatutos, leis, constituindo-se essa dissertação pela pesquisa exploratória e investigativa, partindo dos pressupostos de que a realidade é dinâmica, estando em constante devir, e, ainda, de que os homens fazem a história, e a fazem de acordo com as condições materiais de que dispõem. Os resultados alcançados com esse trabalho apontam que a criação da AMOP ocorreu por motivos estratégicos do governo militar, tendo ela papel fundamental para a consolidação da modernização conservadora da agricultura que provocou grandes mudanças na região, assim como a construção da Itaipu. Para promover a busca de soluções para os problemas causados por esses dois fenômenos, foi elaborado e executado o Projeto Especial MEC/OEA, o qual teve grandes contribuições para a educação, sendo uma delas a criação da ASSOESTE. A pesquisa sobre a ASSOESTE nos possibilitou comprovar nossa hipótese, de que o trabalho realizado por ela influenciou a concepção de educação do Currículo da AMOP. Nos proporcionou, ainda, compreender que sua extinção não se deu apenas por questões financeiras, mas também pela ideologia política assumida por seu Departamento Pedagógico.

Palavras-chave: AMOP. Projeto Especial MEC/OEA. ASSOESTE. Departamento Pedagógico da AMOP. Currículo básico para a escola pública municipal.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Aprender a ser Professor: Contribuições da Educação Histórica na Formação Inicial de Professores (PI Versão: PDF
Atualização:  7/1/2019
Descrição:
TOMAZINI, Elizabete Cristina de Souza

Esta pesquisa teve como objetivo central analisar a participação de licenciandos do curso de História da Universidade Estadual de Londrina, no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), financiado pela Coordenação do Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior (CAPES) e as possíveis apropriações por esses sujeitos sobre os pressupostos da Educação Histórica no que se refere ao ensino de História, de maneira a poder interferir na formação desses futuros profissionais da área de História. Para tanto, foi estabelecido um recorte temporal que contemplou o subprojeto de História do referido programa entre os anos de 2011 e 2013, pelo fato de nesse período terem sido realizadas atividades pensadas a partir de diálogos com a Teoria da Educação Histórica. Pesquisadores deste campo teórico, como Barca (2001a;2011), defendem que devemos ter um olhar atento sobre a formação inicial ofertada graduandos. Sobre esse tema, recorremos aos estudos de Nóvoa (1992), Saviani (2009), Cainelli (2002), (2009), Ramos (2011), bem como escolhemos realizar esta pesquisa a partir da Metodologia Qualitativa, que nos possibilitou flexibilidade, principalmente quanto às técnicas de coleta de dados, incorporando aquelas mais adequadas à investigação. Como fonte da nossa análise, optamos por documentos produzidos pelos alunos (bolsistas) durante sua participação no programa como relatórios e artigos publicados em revista científica voltada para o ensino de História. Posteriormente, realizamos uma investigação por meio de questionários semiestruturados aplicados em dois momentos da pesquisa, durante um estudo piloto e durante o estudo principal. Com esse procedimento, buscamos identificar como se deu a apropriação de alguns conceitos teóricos que os egressos do PIBID tinham acerca da docência em História. Recorremos também a dados provenientes de uma entrevista com ex-pibidianos que assumiram a função de professores da Educação Básica para investigarmos como estes se utilizaram de conceitos da Educação Histórica em suas aulas, em especial na aula-oficina. Conceitos esses propostos por Lee (2001), Barca (2004a) e Schmidt (2009) tais como conhecimentos prévios, conteúdos substantivos e de segunda ordem. Como resultado, esta pesquisa traz contribuições para as reflexões sobre a formação inicial de professores de História, no sentido de entender que é necessário integrar os conhecimentos teóricos e práticos nos currículos dos cursos de licenciatura. Tais reflexões perpassaram o planejamento das atividades bem como o processo de intervenção didática no subprojeto do PIBID investigado. A Educação Histórica entende o professor como um pesquisador social (BARCA, 2004a), desse modo, esperamos que esta pesquisa fomente discussões e futuras pesquisas acerca da necessidade de futuros professores de História, inseridos em um contexto real de atuação, ocuparem o papel de agentes em seu processo de formação.

Palavras-chave: PIBID. Formação inicial de professor. Educação histórica. Ensino de História.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Avaliação do Ensino e Aprendizagem Escolar: Relações entre as Políticas Públicas de Avaliação e a Pr Versão: PDF
Atualização:  4/1/2019
Descrição:
FANTINEL, Cristiane A.

A avaliação, atividade contínua de análise sobre os resultados alcançados em contradição com os objetivos determinados, gera movimento no processo de ensino e aprendizagem na relação com os métodos e conteúdos. Elemento da ação educativa, ganhou ênfase nas políticas públicas educacionais com o advento do neoliberalismo. Tema amplo e multifacetado, está presente no cotidiano da escola, permeado por questionamentos constantes sobre sua função e sua prática, em um contexto social meritocrático e excludente. Diante de tal contexto, buscamos investigar como se constituem as práticas avaliativas dos docentes do ensino fundamental, anos finais, frente às orientações para a avaliação do ensino e aprendizagem escolar emanadas das políticas públicas de avaliação para a educação básica. A investigação delineou-se por um estudo de caso, com análise documental e entrevista semiestruturada. A análise considerou a realidade socioeconômica e política à qual os dados estão relacionados. Com o objetivo de compreender as relações entre as políticas públicas de avaliação e a prática avaliativa do ensino e aprendizagem escolar, nos anos finais do ensino fundamental em um colégio estadual no município de Pato Branco/PR, historicizamos a avaliação e denotamos a relação intrínseca entre o modo de produção de cada período histórico e o modelo educacional vigente, o que condiciona o formato avaliativo de acordo com a concepção de homem, sociedade e trabalho hegemônicas, com maior destaque para o final do século XX, e a incidência das perspectivas neoliberais, condição que se desdobra pelo século XXI e que influencia a educação até a atualidade; analisamos as políticas públicas que orientam a avaliação da aprendizagem escolar na educação básica do estado do Paraná com o estudo dos documentos oficiais e orientações advindos dos órgãos gestores da educação, em que se evidenciou o direcionamento neoliberal da educação, promovendo a perspectiva do mérito, fomentando a competição, a classificação e a exclusão social, em que se valorizam competências e habilidades em detrimento do conhecimento científico historicamente construído, uma política de avaliação na qual a atenção está voltada à elevação de indicadores, ao controle da escola através de índices, formação para o mercado de trabalho e manutenção da perspectiva da educação como um bem a ser adquirido e consumido de acordo com as capacidades e talentos; e analisamos a constituição da prática avaliativa do ensino e aprendizagem no contexto escolar. Concluímos que as políticas públicas são incisivas na organização escolar e prática pedagógica, com influência na construção dos documentos oficiais da escola e direcionamento na organização avaliativa através das legislações, instruções, orientações, formações continuadas e programas. Evidenciamos a prática neotecnicista no cotidiano escolar, bem como a percepção do neoconstrutivismo como uma possibilidade salutar para superação de tal prática. Destacamos, também, na prática avaliativa, o produtivismo, a quantificação do conhecimento e o processo de culpabilização assumidos pela comunidade escolar. São evidenciadas políticas públicas de avaliação que influenciam a prática pedagógica, a partir de uma perspectiva reducionista e controladora da educação, em detrimento de uma educação com qualidade social.

Palavras-chave: Políticas públicas de avaliação. Avaliação do ensino e aprendizagem escolar. Prática pedagógica.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Construção social do conceito de adolescência e suas implicações no contexto escolar Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
MELO, Marcia Cristina Henares de

Este trabalho tem como objeto de estudo a construção social do conceito de adolescência e suas implicações no contexto escolar. Os objetivos gerais da pesquisa são identificar a forma como professores e alunos do ensino médio percebem a adolescência e analisar a influênciadessas percepções nas relações que se estabelecem entre esses sujeitos e suas implicações no contexto escolar. Utilizou-se como fundamentação teórica, principalmente, as contribuições de Muuss (1966) sobre as principais teorias da adolescência postuladas pela Psicologia do Desenvolvimento, como a Teoria da Psicologia Biogenética, de S. Stanley Hall, a Teoria Psicanalítica, de Sigmund Freud e a Teoria do Estabelecimento da Identidade do Ego, de Erik Erikson. Os conceitos de Habitus, Campo e Violência simbólica, de Pierre Bourdieu (1992), e os conceitos de Estigma, Identidade social e real, de Erving Goffman (2004), direcionam, nesta pesquisa, a compreensão acerca da forma como se engendram as relações objetivas e subjetivas entre indivíduo e sociedade. A pesquisa de campo foi realizada em uma escola de Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino do Município de Ibaiti – PR, e utilizou os seguintes instrumentos de coleta de dados: a) a pesquisa documental, que recorreu aos registros da coordenação pedagógica sobre situações de conflitos envolvendo professores e alunos; e, b) a roda de conversa, uma adaptação da técnica do Grupo Focal, que contou com dois grupos distintos de participantes: um de professores e outro de alunos. Para análise e tratamento das informações, utilizou-se a técnica da Análise de Conteúdo (BARDIN, 1977). Os resultados alcançados indicam que: a) professores e alunos possuem uma imagem pré-concebida sobre a adolescência, fortemente ligada à ideia de curtição, adrenalina, prazer e irresponsabilidade; b) as percepções apresentam influência de discursos psicologizados, porém, apesar de não se apresentarem conectadas à ideia de crises, conflitos e turbulência, remetem à imagem do sujeito despreocupado, irresponsável e desinteressado do mundo adulto de maneira geral, o que permite inferir a presença de uma estigmatização do comportamento adolescente; c) o reconhecimento de uma identidade singular nas relações que se estabelecem no interior da escola é objeto de desejo tanto do aluno adolescente quanto do professor; d) apesar dos constantes conflitos que permeiam as relações entre adolescentes e adultos a presença de uma referência adulta é reivindicada pelos adolescentes participantes desta pesquisa; e) as dificuldades geradas pelos conflitos oriundos das percepções estigmatizadas sobre a condição adolescente promovem a demissão do ato educativo. Os resultados desta pesquisa apontam para uma necessária superação dos impactos provenientes da estigmatização da adolescência no cotidiano escolar. Direcionam também algumas provocações para o desvelamento das verdadeiras identidades dos sujeitos escolares e levantam reflexões acerca das possibilidades para que estes possam construir conjuntamente uma prática educativa interativa comprometida com as demandas dos indivíduos reais que compõem a escola.

Palavras-chave: Adolescência. Habitus. Estigma. Relações professor/aluno.

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