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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Modos de Estar na Escola: Experimentar, Criar, Contagiar Popular Versão: PDF
Atualização:  8/6/2017
Descrição:
SANTOS, Pollyana Aguiar Fonseca

Esta pesquisa investigou processos experimentais de formação disparados por um projeto realizado em uma escola estadual de Curitiba, durante o ano de 2014. Buscou-se, com a pesquisa, acompanhar alguns efeitos produzidos com sua proposição, especialmente práticas instauradoras de formações como potências liberadoras de devires. Devires efetuados nos/pelos encontros envolvendo a comunidade escolar, entre ideias, corpos, conflitos, olhares, desejos potencializados com o desenvolvimento do projeto e tudo que o envolveu. Nesse sentido, evidenciou-se a dimensão processual do projeto e seus desdobramentos – especialmente durante o ano de 2015 –, buscando, com a cartografia (DELEUZE; GUATTARI, 1995; DELEUZE; PARNET, 1998), seguir os traçados de algumas das linhas que o compõem. Operar a cartografia exigiu desnaturalização, suspensão dos automatismos e desterritorialização, em um movimento para construir uma sensibilidade, uma abertura para o acontecimento. Buscou-se, com a pesquisa, dar passagem ao que acontece, performatizando um corpo-pesquisadora atento e presente. Compondo uma escrita com várias vozes, buscou-se ainda apontar a potência de alguns desdobramentos do projeto, no sentido da produção de outras relações e práticas pedagógicas, atravessando e indo além das rotinas e repetições. O projeto ultrapassou as fronteiras da sala de aula, dos muros da escola e das grades curriculares, através da promoção de debates, pesquisas, visitas, intervenções, esgarçando os tecidos mais endurecidos das tramas do cotidiano escolar, possibilitando aberturas para uma educação menor (GALLO, 2007; 2013; 2015). Os processos de formação envolveram aprendizagens que se deram por contágio, apostando também na potência dos estudantes para desestabilizar os processos de subjetivação excludentes (GUATTARI; ROLNIK, 1986). Criaram-se fendas no espaço-tempo escolar para a emergência do inesperado, mobilizando os grupos, contagiando a comunidade escolar e potencializando a produção de outros modos de estar na escola.

Palavras-chave: Educação menor. Formação. Cartografia. Experiência. Singularização.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Avaliação do Ensino e Aprendizagem Escolar: Relações entre as Políticas Públicas de Avaliação e a Pr Popular Versão: PDF
Atualização:  4/1/2019
Descrição:
FANTINEL, Cristiane A.

A avaliação, atividade contínua de análise sobre os resultados alcançados em contradição com os objetivos determinados, gera movimento no processo de ensino e aprendizagem na relação com os métodos e conteúdos. Elemento da ação educativa, ganhou ênfase nas políticas públicas educacionais com o advento do neoliberalismo. Tema amplo e multifacetado, está presente no cotidiano da escola, permeado por questionamentos constantes sobre sua função e sua prática, em um contexto social meritocrático e excludente. Diante de tal contexto, buscamos investigar como se constituem as práticas avaliativas dos docentes do ensino fundamental, anos finais, frente às orientações para a avaliação do ensino e aprendizagem escolar emanadas das políticas públicas de avaliação para a educação básica. A investigação delineou-se por um estudo de caso, com análise documental e entrevista semiestruturada. A análise considerou a realidade socioeconômica e política à qual os dados estão relacionados. Com o objetivo de compreender as relações entre as políticas públicas de avaliação e a prática avaliativa do ensino e aprendizagem escolar, nos anos finais do ensino fundamental em um colégio estadual no município de Pato Branco/PR, historicizamos a avaliação e denotamos a relação intrínseca entre o modo de produção de cada período histórico e o modelo educacional vigente, o que condiciona o formato avaliativo de acordo com a concepção de homem, sociedade e trabalho hegemônicas, com maior destaque para o final do século XX, e a incidência das perspectivas neoliberais, condição que se desdobra pelo século XXI e que influencia a educação até a atualidade; analisamos as políticas públicas que orientam a avaliação da aprendizagem escolar na educação básica do estado do Paraná com o estudo dos documentos oficiais e orientações advindos dos órgãos gestores da educação, em que se evidenciou o direcionamento neoliberal da educação, promovendo a perspectiva do mérito, fomentando a competição, a classificação e a exclusão social, em que se valorizam competências e habilidades em detrimento do conhecimento científico historicamente construído, uma política de avaliação na qual a atenção está voltada à elevação de indicadores, ao controle da escola através de índices, formação para o mercado de trabalho e manutenção da perspectiva da educação como um bem a ser adquirido e consumido de acordo com as capacidades e talentos; e analisamos a constituição da prática avaliativa do ensino e aprendizagem no contexto escolar. Concluímos que as políticas públicas são incisivas na organização escolar e prática pedagógica, com influência na construção dos documentos oficiais da escola e direcionamento na organização avaliativa através das legislações, instruções, orientações, formações continuadas e programas. Evidenciamos a prática neotecnicista no cotidiano escolar, bem como a percepção do neoconstrutivismo como uma possibilidade salutar para superação de tal prática. Destacamos, também, na prática avaliativa, o produtivismo, a quantificação do conhecimento e o processo de culpabilização assumidos pela comunidade escolar. São evidenciadas políticas públicas de avaliação que influenciam a prática pedagógica, a partir de uma perspectiva reducionista e controladora da educação, em detrimento de uma educação com qualidade social.

Palavras-chave: Políticas públicas de avaliação. Avaliação do ensino e aprendizagem escolar. Prática pedagógica.

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Fazer Download agora!Políticas Públicas Educacionais para Universalização da Alfabetização com Ênfase na Penitênciária de Popular Versão: PDF
Atualização:  16/4/2018
Descrição:
ROGOWSKI, Delir Freitas

A dissertação investiga o desenvolvimento de políticas públicas educacionais para a universalização da alfabetização no Paraná, à população no contexto da privação de liberdade pela EJA e programa de governo, segundo a Constituição Federal/1988, a Lei de Execução Penal – Lei 7.210/1984, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/1996, com objetivo de desvendá-las. A metodologia da pesquisa descritiva e documental inclui análise da legislação na qualidade do tratamento penal, inclusive consulta no SPR em busca do perfil e dados escolares dos presos na PEC–Penitenciária Estadual de Cascavel/PR. O referencial teórico constitui-se por abordagens conceituais e contemporâneas de políticas públicas educacionais e penais, a partir do estudo além da legislação já citada, da Lei 10.172/2001, do Plano Ibero-Americano e na internet, inclusive em sites oficiais. A EJA, no início do século XXI, emerge como política da educação básica implementada e traz importantes transformações com respeito a diversidade e especificidades dos sujeitos. Em 1990, na Conferência Mundial de Educação para Todos, em Jomtien -Tailândia, alcançou-se valioso progresso de discussão e criação dos documentos básicos para erradicação do analfabetismo. Na América Latina, em 1º lugar está o Brasil, com 14 milhões e 815 mil (IBGE-2000), cria em 2003, o Programa Brasil Alfabetizado com meta de 50% de redução nas regiões com maior público alvo e por adesão, no estado, o denominado Paraná Alfabetizado, com ⅓ do investimento pela União. O compromisso do Plano Ibero-Americano, coordenado pela Organização dos ix Estados Ibero-Americanos (OEI), após estudos em 2006, indicou ações como
solução aos países, e ao Brasil: durante 9 anos, investimento de 3% do orçamento do MEC, porém aplicou-se somente 1%. Os marcos legais à educação prisional se fortaleceram a partir da cooperação e parceria governamental entre MEC/MJ e no Paraná, entre SEED/SEJU, à universalização da alfabetização, culminou na criação dos CEEBJA/APED específicos ao contexto da privação de liberdade e seleção de Servidor Público por edital. A criação da CEQP/DEPEN-PR em 2012, com demanda identificada de 799 presos analfabetos na triagem, (re) definiu ações e metodologias para ampliação da Assistência Educacional, elencando o analfabetismo, como prioridade entre os desafios a enfrentar. Assim, o programa de governo é implantado em 2013 para matrícula, por medida de segurança, daquele preso impossibilitado de frequentar aula diariamente, colaborando com a redução para 77 analfabetos em 2014 e proposta de superação do analfabetismo em 2016. Na PEC, do início da pesquisa, o maior índice foi em 2011 com 5,05% e em 2014 com 0%. Nos marcos operacionais, o Técnico Pedagógico SEJA-DEB/SEED concebe o nome do Monitor/Alfabetizador, selecionado por edital específico, com critérios estabelecidos à função, para ensinar até 05 Alfabetizandos (analfabeto), na cela. Em conclusão, no estado do Paraná, foram desenvolvidas duas formas de inserção do analfabeto à universalização da alfabetização: pela EJA (educação formal) e pelo PPA como resultado do consenso elaborado no âmbito nacional e internacional. É notória, a necessidade de ampliar oferta à educação prisional pela EJA, com mais investimentos inclusive para construção de salas de aula nas unidades penais.

Palavras-chave: Universalização da alfabetização. Educação de jovens e adultos. Educação prisional. Paraná Alfabetizado. PEC.


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Fazer Download agora!Pedagogia da Alternância e Formação do Jovem na Casa Familiar Rural De Coronel Vivida - PR: Avanço Popular Versão: PDF
Atualização:  2/6/2017
Descrição:
DETOGNI, Andreia Aparecida

O objetivo central da pesquisa foi analisar a formação dos jovens na Casa Familiar Rural de Coronel Vivida – PR, buscando compreender os possíveis limites e desafios da inserção do jovem alternante na propriedade rural e como a família recebe e auxilia nessa prática. Nesse sentido, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com os jovens alternantes, matriculados no último ano do “Curso Técnico em Alimentos” da Casa Familiar Rural, e seus familiares. Os sujeitos da pesquisa são oito (08) jovens e sete (07) famílias. O estudo foi realizado através de uma abordagem qualitativa e quantitativa, fundamentada no método do materialismo dialético, os elementos de investigação consistiram em pesquisa bibliográfica e documental, tendo como fontes de consultas, obras que referenciam as temáticas discutidas, tais como Gramsci (2000), Caldart (2003), Saviani (2007; 2012), Molina (2006; 2015), Passador (2006), Guedin (2012), Estevam (2012) e Ribeiro (2013). Destarte, buscou-se o entendimento sobre o campo, suas contradições, modernização e implicações na história de seu povo, bem como a compreensão sobre as finalidades e contribuições da Pedagogia da Alternância na vida dos jovens e seus familiares. Deste modo, o processo de busca e análise a que nos dedicamos tornou possível a constituição de elementos para refletirmos a proposta da Pedagogia da Alternância desenvolvida na Casa Familiar Rural do município de Coronel Vivida, o que possibilitou a observação e constatação das potencialidades e limitações desta prática formativa. No resultado de nossa pesquisa, destacamos enquanto avanços da Pedagogia da Alternância o número reduzido de alunos por turma, o período integral de estudos, a segurança dos jovens alternantes e o atendimento personalizado desenvolvido pelos monitores e professores. Enquanto condições limitadoras, observamos a pouca ou inexistência da prática na propriedade familiar dos conhecimentos apreendidos e discutidos na Casa Familiar, sua estrutura física fragilizada, e sua adequação a distintas vertentes teóricas que não tomam o trabalho como princípio educativo, ocasionando uma prática que se esforça em adaptar-se a conjuntura social vigorante.

Palavras chave: Pedagogia da Alternância. Casa Familiar Rural. Juventude do Campo. Educação do Campo.

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Fazer Download agora!Escravos e criados nas escolas noturnas de primeiras letras na Província do Paraná (1872-1888) Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
MOREIRA DA SILVA, Vicente

Esse estudo mostra a presença de escravos e criados nas Escolas Noturnas de Primeiras Letras da Província do Paraná, no século XIX, nos municípios de Paranaguá, Curitiba, Morretes e Campo Largo. Analisa o regime escravocrata e as legislações de ensino, de 1872 a 1888, que proibiam o escravo matricular-se e frequentar escolas nesse período. A pesquisa tem como enfoque a análise de fontes historiográficas primárias: cartas, mapas de escolas, leis: decretos e regulamentos da Instrução pública, atos e relatórios dos governos, relatórios de professores, inspetores e de autoridades, Recenseamento do Império de 1872, as quais permitiram construir um perfil das escolas noturnas paranaenses no século XIX. As abordagens e dados apresentados elucidam os debates que se configuraram no Paraná em torno da Educação Popular, da relação escravidão e instrução e da passagem do trabalho escravo para o trabalho livre, permeados pela indagação: Escravos e criados tiveram acesso às escolas na Província do Paraná, no século XIX? O debate que se propõe procura romper o entendimento do escravo-coisa, do escravo-objeto; transpondo-o a outro foco de discussão: a do escravo como sujeito social; mostrando que na fase abolicionista os debates que se configuraram em torno do acesso do escravo à instrução estavam explicitamente revestidos de caráter ideológico. As reflexões teóricas partiram das abordagens de Gilberto Freyre, Emilia Viotti da Costa, Fernando Henrique Cardoso, Mário José Maestri Filho, Emílio Gennari, Robert Daibert Junior, Sidnei Challoub, Florestan Fernandes, Katia de Queiros Mattoso e outros. Fernando Franco Netto, Sebastião Ferrarini, João Borba de Camargo, Ruy Christovam Wachowicz, Márcia Elisa de Campos Graf, David Carneiro, Octavio Ianni e Romário Martins, serviram de suporte teórico para compreender a escravidão na província, pelo fato de que suas obras reportam exclusivamente à História do Paraná. Assim, as conclusões a que se chegou a partir da análise das fontes consultadas é a de que os dados encontrados, de certa forma, ressignificam a historiografia do negro na educação no Paraná, no século XIX, permitindo evidenciar outros sentidos, os quais não estão comumente abordados nas literaturas até então existentes.

Palavras-chave: Educação. História da Educação. Paraná. Século XIX. Escravidão.

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Fazer Download agora! O Movimento Estudantil Secundarista em Guarapuava Durante a Ditadura Civil-Militar Brasileira  Popular Versão: PDF
Atualização:  2/6/2017
Descrição:
SCHINEMANN, Claudineia

Este estudo tem como objetivo analisar a atuação do movimento estudantil secundarista de Guarapuava durante a ditadura civil-militar brasileira (1964 – 1985). O recorte temporal justifica-se por ter sido o período em que a organização estudantil atuou de modo significativo no cenário nacional e teve mais visibilidade social. Durante o levantamento bibliográfico encontramos a carência de fontes escritas a cerca da história da educação guarapuavana no período assinalado e a ausência de estudos sobre o movimento estudantil secundarista guarapuavano que nos levou a recorrer às fontes orais e aos periódicos veiculados na cidade. Para o desenvolvimento da pesquisa, a orientação teórico-metodológica adotada foi baseada no materialismo histórico-dialético, por ser o método que permite interpretar a realidade numa lógica dialética. A investigação desse modo deve se apropriar do objeto interpretando-o junto à sociedade e aos sujeitos envolvidos no processo da construção histórica. Deste modo, o trabalho foi dividido em três partes: no primeiro capítulo foi destacada a atuação do movimento estudantil secundarista de Guarapuava no período da ditadura civil-militar brasileira. O segundo capítulo contextualiza esse período na cidade e apresenta de modo breve a história do município para que a partir dessas informações possamos compreender como se configurava a cidade e engendrar uma discussão com o cenário nacional durante a instauração do regime militar brasileiro. O terceiro capítulo apresenta o movimento estudantil enquanto movimento social, sua trajetória no país destacando o período da ditadura civil-militar brasileira, quando a organização estudantil ganha maior visibilidade social. Percebemos com isso como a atuação dos estudantes secundaristas guarapuavanos foi significativa na história da cidade e na própria história do movimento. Acreditar que com suas ações, mesmo que locais, poderiam mudar o mundo foi uma das características do movimento estudantil de Guarapuava.

Palavras-chave: Movimento Estudantil Secundarista. História. Guarapuava.

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Fazer Download agora!Contribuição da pedagogia histórico-crítica noprocesso de formação docente-discente. Popular Versão: PDF
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
KASPCHAK, Marilene


Nesta pesquisa visou-se, a partir da discussão teórica, abordar a prática de planejamento docente-discente, mediante a execução das cinco fases do processo didático-pedagógico proposto por Gasparin (2009). O objetivo consistiu em apontar a contribuição da Pedagogia Histórico-Crítica como referencial teórico-prático ao processo de ensino escolar. Investigou-se uma forma de planejamento, qual seja, a elaboração do projeto de trabalho docente-discente na perspectiva Histórico-Crítica e sua aplicação, como condição para uma organização do ensino formativo, promotor da aprendizagem e desenvolvimento. Ao considerar que os conteúdos escolares podem ser entendidos nessa perspectiva teórico-metodológica, como uma necessidade individual e social, a fim de que, ao serem apropriados possam constituir-se em instrumentos de mudanças sociais, elegemos como problema a ser investigado: como pode ocorrer a contribuição da Pedagogia Histórico-Crítica no processo de formação docente-discente? Neste sentido, após estudo das teorias pertinentes à compreensão da prática-teoria-prática como processo dialético do ensino e da aprendizagem escolar, realizou-se a análise dos resultados da pesquisa empírica a partir da elaboração e execução de projetos de trabalho na perspectiva da didática proposta para a Pedagogia Histórico-Crítica. Para a coleta dos dados pesquisados e a pertinente análise, de certa forma já praticando a teoria, contamos comum grupo de alunos e professores do curso de Formação de Docentes de uma Instituição Pública do Estado do Paraná, os quais se propuseram a participar de momentos de formação, de elaboração e aplicação do planejamento, mediante as cinco fases do processo didático-dialético. A prática dialética exercitada no processo de formação docente-discente fundamentou-se nos pressupostos da Pedagogia Histórico-Crítica, cujo método de investigação e de elaboração do conhecimento científico tem base no materialismo histórico-dialético advindo de Marx. A teoria Histórico-Cultural pautada em Vigotski, que utiliza o mesmo método científico, serviu de aporte teórico ao nosso estudo para o entendimento da relação ensino e aprendizagem como processos indissociáveis, que concorrem para a formação tanto dos alunos como do professor. A partir dos estudos realizados e da aplicação das fases do processo didático, revelaram-se nos resultados dessa pesquisa as contribuições da Pedagogia Histórico
-Crítica enquanto possibilidade formativa dos alunos e professores. O planejamento revela-se em certa medida, nessa perspectiva teórico-metodológica, como instrumento significativo de formação docente-discente, decorrente do processo de mediação das relações do sujeito com a realidade objetiva e dos elementos culturais como expressão das experiências e conhecimentos produzidos pela humanidade.

Palavras-chave: Pedagogia Histórico-Crítica. Formação docente-discente. Didática da Pedagogia Histórico-Crítica.

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Fazer Download agora!A libras como elemento de acessibilidade informacional para o surdo no mercado de trabalho Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
MEZZARI, Vanessa Caroline

Vygotsky afirma que a aprendizagem acontece por meio da interação social, mediada por instrumentos e signos, sendo que o principal signo é a linguagem (MOREIRA, 2011). A língua oral é compartilhada pelos ouvintes, enquanto a língua de sinais é compartilhada pelas pessoas surdas; assim surdos e ouvintes, geralmente não compartilham uma língua com um, não interagindo, nem mesmo despertando o compartilhamento de informações e consequente aprendizado. Uma das possibilidades de se garantir o aprendizado é por meio do acesso e uso da informação, que levam de forma subjacente à escolarização, qualificação e inserção no mercado de trabalho. Pesquisa exploratória e descritiva, de natureza aplicada, do tipo mista. Utilizou-se no método de pesquisa uma survey com questões direcionadas aos surdos de Foz do Iguaçu com idade entre 15 e 59 anos. Acrescida de entrevistas com empresas e de outro questionário com professores de surdos da mesma cidade. A amostragem é não probabilística, do tipo intencional. Este estudo analisa a acessibilidade informacional do surdo, bem como sua inserção no mercado de trabalho por meio do uso da Libras. Mapeia as políticas públicas e legislação vigente no Brasil que beneficiam a inclusão social do surdo. Investiga a Libras como elemento de interação social e consequente aprendizagem. Mapeia os motivos que levam o surdo ingressar ou não no mercado de trabalho. Enumera os fatores motivadores da entrada ou não do surdo no mercado de trabalho, pelo viés das empresas. Investiga, sob a ótica dos professores, a realidade vivenciada pelo aluno surdo em sala de aula, que, mesmo de forma subjacente, modifica sua inserção no mercado de trabalho. Os principais resultados levantados foram: importância da língua de sinais na interação do surdo em sociedade; falta de qualificação do surdo como elemento que motiva o seu não ingresso ao mercado de trabalho; falta de comunicação entre surdos e ouvintes como dificuldade no momento de contratar o surdo; dificuldades dos surdos no domínio da Língua Portuguesa; acesso à informação desigual entre surdos e ouvintes; Ensino Médio insuficiente na preparação para o mercado de trabalho; e lei como dispositivo de inclusão social. Conclui que o não compartilhamento de uma língua comum entre surdos e ouvintes é a principal dificuldade enfrentada pelo surdo em sociedade e consequentemente
na sua inserção no mercado de trabalho, visto que impede que o acesso e o uso da informação por parte do surdo aconteça de forma espontânea e eficaz. A disseminação da Libras entre os ouvintes é uma das formas de minimizar as barreiras enfrentadas pelos surdos. Empresas, surdos e professores já compartilham este entendimento da importância da língua de sinais para a interação social do surdo, gerando aprendizagem e inserção no mercado de trabalho.

Palavras-chave: Libras. Uso da informação. Mercado de trabalho. Aprendizagem.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!O programa Ensino Médio Inovador e sua relação com os dados de fluxo escolar Popular Versão: PDF
Atualização:  21/6/2016
Descrição:
ISLEB, Vivian

O presente trabalho tem como objeto de pesquisa o Programa Ensino Médio Inovador – ProEMI e sua relação com o fluxo escolar. O ProEMI foi criado em 2009, pela Secretaria da Educação Básica do Ministério da Educação, instituído pela Portaria nº 971, de 09/10/2009 e tem como público-alvo as escolas públicas de Ensino Médio. Desde a sua criação, foram publicadas três versões do Documento Orientador do ProEMI, que oferecem orientações voltadas à implantação, implementação, acompanhamento e avaliação do Programa. Como parte de seus objetivos, o ProEMI busca induzir mudanças curriculares, ampliar a carga horária, incentivar práticas pedagógicas diferenciadas e contribuir para o enfrentamento da reprovação e do abandono escolar. Com base nas finalidades e nas orientações do ProEMI, o objetivo central desta pesquisa foi monitorar os resultados do abandono e da reprovação escolar e averiguar em que medida o ProEMI pode contribuir para o movimento destas taxas bem como se este movimento sinaliza alguma tendência para o cenário nacional. Para isso, investigaram-se os dados de fluxo escolar (reprovação e abandono) das escolas estaduais sem o Programa e do conjunto de escolas com o ProEMI (339), que fizeram adesão em 2009, distribuídas em 17 estados e no Distrito Federal. Como parte do procedimento de coleta de dados, utilizaram-se como referência os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP, do período de 2007 – 2011. Por meio dos dados levantados, foram identificadas quatro tendências diferentes no movimento do fluxo escolar de cada estado participante e de seu conjunto de escolas com e sem o ProEMI.

Palavras chaves: Programa Ensino Médio Inovador. ProEMI. Abandono escolar. Reprovação escolar. Fluxo escolar.

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Categoria: Pedagogia Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora! Imaginários de Violências e Conflitos na Relação Professor/ Aluno Popular Versão: PDF
Atualização:  5/6/2017
Descrição:
OLIVEIRA, Eliane dos Santos Macedo

As relações societais isentas de intencionalidades pré-definidas, os entrecruzamentos tribais e a ambivalência que marcam as deambulações e o “estar com” das pessoas, no contexto da pós-modernidade, constituem a polissemia do cotidiano, que é, anódino, banal e permeado por sentimentos de pertença e de repulsa. Os conflitos e as violências, muitas vezes, decorridos dos sentimentos de repulsa entre as pessoas, embora sejam situados como processos negativos, podem ter utilidade, quando ocorrem relações sociais divergentes e desproporcionais entre elas, contribuindo para evitar que ocorram supressões e aniquilamentos. Neste estudo, objetivamos apreender os imaginários de conflitos e violências na relação entre professores e alunos. Primeiramente, por entendermos que a escola é um espaço sociocultural onde as relações societais pós-modernas estão mescladas e confrontando estruturas e organizações modernas. Segundo, por percebermos que os conflitos e violências na relação entre professores e alunos são recorrentes e se não compreendidos de maneira contextual, podem anular a possibilidade de sua percepção como resistência aos poderes instituídos e violências totalitárias. Esta pesquisa qualitativa, compôs-se: pelo diálogo com autores (Gilbert Durand, Michel Maffesoli, Georg Simmel, Boaventura de Souza Santos, Carlos Gadea, entre outros autores), cujas obras são referências clássicas nas discussões sobre imaginários, pós-modernidade, violências e conflitos, abordados na pesquisa bibliográfica; pela pesquisa documental contemplando a análise de Atas da Equipe Pedagógica, intencionando desbravar os indicativos de violências totalitárias e encaminhamentos supressores em intervenções pedagógicas; também se constituiu pela pesquisa de campo, cujo arcabouço formou-se por entrevistas semiestruturadas com alunos e com professores e também, pelas entrevistas em grupo, por meio da técnica de Grupo Focal, com alunos de uma instituição de ensino pública estadual, localizada na região metropolitana de Campo Mourão, no interior do Estado do Paraná. O córpus de dados resultante da investigação foram organizados com base na técnica de Análise de Conteúdo e analisados a partir da sociologia formista, que permitiram revelar os confrontos entre os imaginários de professores e alunos, no âmbito de suas relações no cotidiano escolar, os quais, manifestaram-se a partir de recusas, enfrentamentos, a falta de diálogo entre estes personagens, bem como, uma série de elementos que denotam a recorrência com que ocorrem conflitos e se expressam violências no contexto da sala de aula.

Palavras-chave: Imaginários. Conflitos. Violências. Relação professor-aluno.

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