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Categoria: Língua Portuguesa Teses Produções de Profissionais da Seed: Teses
Fazer Download agora!Literatura infanto-juvenil e política educacional: estratégias de racialização no programa... Popular Versão: PDF
Atualização:  24/2/2016
Descrição:
ARAUJO, Débora Cristina

O presente estudo investigou a maior política educacional de distribuição de livros a bibliotecas das escolas públicas brasileiras, o Programa Nacional de Biblioteca da Escola (PNBE), com o objetivo de interpretar como as relações internas dentro das instituições que gestam e executam o Programa podem estar influenciando a composição dos seus acervos, no que se refere à diversidade étnico-racial e à qualidade literária. A literatura infanto-juvenil foi o principal gênero literário considerado na análise do PNBE por representar a maioria das obras dos acervos. Neste sentido, a pergunta de partida que mobilizou a pesquisa foi assim definida: é possível identificar, no PNBE, estratégias de racialização operando para estabelecer relações hierárquicas do ponto de vista da diversidade étnico-racial? Utilizando um conceito restrito de diversidade étnico-racial (relações negras/os-brancas/os), o presente estudo estabeleceu-se sobre três eixos: PNBE, discursos e racialização. As instituições do Ministério da Educação (MEC) envolvidas na análise foram a Secretaria de Educação Básica (por meio da Coordenação-Geral de Materiais Didáticos) e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, bem como a Instituição de Ensino Superior responsável pela avaliação pedagógica do PNBE. Foram utilizados como instrumentos de análise documentos oficiais, estudos acadêmicos, questionário, entrevista e comunicações virtuais. Fundamentada em teorias e perspectivas dos estudos críticos sobre o racismo, esta pesquisa uniu-se a teóricas/os que vêm evidenciando o quanto e como o racismo institucional tem operado em políticas educacionais, cerceando a potencialização de tais políticas no sentido de cumprirem os preceitos legais de uma efetiva educação das Relações Étnico-Raciais. No tocante à trajetória de personagens negras na literatura infanto-juvenil, apenas nas últimas décadas, sobretudo a partir dos anos 2000, é que características mais positivas passaram a ser identificadas nas obras, embora tenha predominado ainda a sub-representação, levando à categorização de um “otimismo parcimonioso”. No tocante aos estudos sobre o PNBE, a maior parte das pesquisas analisadas não conseguiu inserir o eixo raça como categoria analítica, revelando facetas das dificuldades/resistências da inclusão de outros eixos de desigualdade para além do econômico como fator negativo em uma política educacional. A produção dos editais do PNBE em várias de suas versões demonstrou o quanto as concepções de literatura e diversidade são dúbias, contraditórias e fragmentadas. Tal contexto requereu da pesquisa um aprofundamento sobre características que concorrem no que seria a melhor definição de “qualidade literária”, evidenciando o caráter político presente na disputa entre um e outro modelo de literatura. A racialização atuou por meio de várias estratégias, em especial a dissimulação, o silêncio e a legitimação, manifestados em ações e em discursos das pessoas representantes das instituições, bem como em documentos oficiais do MEC. As interpretações do estudo fomentaram, ao seu término, a possibilidade de indicação de sugestões de mudanças para a melhoria desta política educacional tão importante para a formação de leitoras/es e fomento à leitura nas escolas públicas brasileiras.

Palavras-chave: Programa Nacional de Biblioteca da Escola. Literatura infantojuvenil. Racialização. Discurso. Política educacional.

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Fazer Download agora!O limite espacial urbano: marginalidade e exclusão em contos de Dalton Trevisan e de João Antônio Popular Versão: PDF
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
MILAN, Cléia Garcia da Cruz.


Esta pesquisa tem como proposta analisar a constituição do espaço urbano em alguns contos de Dalton Trevisan e de João Antônio, investigando a marginalização e a exclusão das personagens. Em Dalton Trevisan o espaço percorrido pelas personagens são ambientes domésticos que compreendem um universo de exclusão, enquanto que em João Antônio o espaço urbano das ruas é onde as personagens atuam e tentam resolver os seus problemas, enquanto caminham, igualmente excluídas e marginalizadas. Para isso, escolhemos como corpus para análise da tese cinco contos de cada autor: “Que fim levou o vampiro de Curitiba”, “O vampiro de Curitiba”, “Debaixo da Ponte Preta”, “Menino caçando passarinho”, “Clínica de repouso” e “Uma Negrinha acenando”, de Dalton Trevisan; “Lapa acordada para morrer”, “Abraçado ao meu rancor”, “Maria de Jesus de Souza”, “Meninão do caixote”, “Guardador”, “Retalhos de fome numa tarde de G.C.”, de João Antônio. Os contos foram divididos por temática para que pudéssemos realizar a análise comparativa entre os autores. Assim, temas como a melancolia, o rancor, a exploração sexual e o crime hediondo, o olhar do menino, a velhice e a prostituição na adolescência perpassam os contos dos dois autores. Além disso, as personagens que compõem as narrativas selecionadas sofrem mediante as condições do espaço urbano que habitam e também por falta de estrutura física, emocional e financeira para enfrentar situações que as levam para a miséria e violência urbana. Nesse sentido, o espaço urbano se configura em uma estratégia narrativa tanto para Dalton Trevisan quanto para João Antônio.

Palavras-chave: Dalton Trevisan. João Antônio. Espaço urbano. Marginalização.

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Fazer Download agora!Orações complexas da Língua Kaingang Popular Versão: PDF
Atualização:  24/2/2016
Descrição:
TABOSA, Luciana Pereira

Esta tese descreve as orações complexas da língua kaingang com base nos pressupostos teóricos da Linguística Descritiva e Funcional. Tem como objetivos: abordar, de um ponto de vista descritivo, as orações complexas do kaingang, com vistas a contribuir na elaboração de uma gramática pedagógica da língua; possibilitar material de fácil acesso a professores bilíngues das escolas indígenas do Norte do Paraná; contribuir com os estudos comparativos das línguas da família linguística Jê e; descrever a estrutura das orações subordinadas – completivas, relativas e adverbiais – e das orações coordenadas, partindo da escala de integração gramatical proposta por Payne (1997). Além de Payne (1997), a análise embasouse nos pressupostos teóricos de Andrews (2007), Haspelmath (2007), Givón (1979, 2001), Keenan (1985), Keenan e Comrie (1997) Noonan (1985, 2007), Santana (2010), Thompson, Longacre e Hwang (2007). Apresenta dados coletados com um informante professor bilíngue da Terra Indígena Apucaraninha (Tamarana – PR). Para coleta de dados utilizou-se questionários constituídos de orações, em português, com a estrutura do objeto de análise. Aponta como principais resultados: a) a língua diferencia a marcação de caso dos argumentos S, A e O nas orações principais e subordinadas, exibindo o sistema nominativo-acusativo nas orações principais e o sistema ergativo-absolutivo nas orações subordinadas. As orações coordenadas, assim como as orações simples da língua, exibem o sistema nominativoacusativo; b) há semelhanças na estrutura das orações subordinadas completivas e relativas: em ambas as construções, a oração subordinada ocorre como uma oração encaixada na posição de um argumento da oração principal; c) as orações completivas e relativas não apresentam uma marca morfológica na oração subordinada, de maneira que a subordinação dessas orações à oração principal se dá em termos semânticos; d) constatou-se cinco tipos de orações subordinadas adverbiais: temporais, locativas, condicionais, finais e causais; e) nas orações adverbiais, há o emprego de conjunções e advérbios; f) constatou-se quatro tipos de coordenação: conjuntiva, disjuntiva, adversativa e conclusiva; g) a língua permite a coordenação de sintagmas e orações por meio de conjunções, advérbios e indicadores de opinião que funcionam como coordenadores, segundo Haspelmath (2007).

Palavras-chave: Kaingang. Descrição. Orações complexas.

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Fazer Download agora!Prática de Análise Linguística no Trabalho com Gêneros Discursivos: em Foco, a Produção e a Reescrit Versão: PDF
Atualização:  31/1/2019
Descrição:
GEDOZ, Sueli

A pesquisa que apresento neste estudo refere-se à prática de análise linguística associada ao trabalho com a produção e a reescrita textual. Trata-se de uma investigação ancorada nos pressupostos da Linguística Aplicada, na abordagem qualitativa interpretativista, recorrendo à perspectiva de cunho etnográfico e à pesquisa-ação como delineamento metodológico. A inquietação que deu origem ao trabalho sustenta-se na indagação sobre a forma que a prática de análise linguística, entendida como encaminhamento que vai além do trabalho com a gramática normativa, pode contribuir para o processo de produção e reescrita de textos na sala de aula. Com o intuito de responder a esse questionamento, o objetivo é investigar as contribuições do trabalho com a análise linguística para o processo de produção e reescrita de textos, focalizando uma turma do 7º ano do ensino fundamental. O recorte investigativo toma o texto, organizado num gênero discursivo, como ponto de partida e elemento norteador do ensino da Língua Portuguesa. A linha teórica ampara-se na Análise Dialógica do Discurso e no método sociológico para abordagem dos gêneros discursivos, conforme Bakhtin/Volochinov (2004 [1929]) e Bakhtin (2011 [1979]). Além disso, recorro a fontes que conferem às práticas de análise linguística, produção e reescrita textual um viés dialógico no trabalho com a linguagem. Pautando-me nessa orientação teórica e no contexto da sala de aula, percebi resultados que indicam a necessidade de associação entre todas as práticas discursivas que organizam o ensino da Língua Portuguesa. No que tange às práticas focalizadas (análise linguística, escrita, reescrita), considero que todas são perpassadas e subsidiadas pela análise linguística, pois produzir e reescrever textos requer, indiscutivelmente, a análise dos elementos linguístico-discursivos que compõem a produção escrita.

Palavras-chave: Práticas discursivas. Análise linguística. Produção escrita. Reescrita textual. Gêneros discursivos.

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Categoria: Língua Portuguesa Teses Produções de Profissionais da Seed: Teses
Fazer Download agora!Um olhar sobre o cotidiano escolar: prática docente e compromisso discente Popular Versão: PDF
Atualização:  24/2/2016
Descrição:
MALINOSKI, Marlei Gomes da Silva

A tese “Um olhar sobre o cotidiano escolar: entre práticas docentes e compromisso discente”, tem por objeto de estudo a relação docente e discente no cotidiano escolar. A questão norteadora trata: o que revelar sobre esse cotidiano, constituído de rotinas e de tantos cotidianos, entre prática docente e compromisso discente, que possibilite um repensar sobre as relações/intersecções nas práticas escolares? A questão foi moldada durante a investigação pela especificidade do tipo de pesquisa do tipo etnográfica. O argumento não foi primário, na pesquisa do tipo etnográfica surge como resultado da interação com o campo investigado e os sujeitos, uma vez que em uma pesquisa deste tipo o olhar do pesquisador emerge descobertas possíveis das interpretações e análises realizadas. A investigação focalizou um estudo sobre o cotidiano escolar para compreender a relação produzida pela intersecção entre a prática docente e o compromisso discente.

Palavras-chave: Cotidiano escolar. Práticas docentes. Compromisso discente. Etnografia.

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