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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Um Protótipo Didático para o Multiletramento com Gênero Meme para um Nono Ano Popular Versão: PDF
Atualização:  3/1/2019
Descrição:
BRAGA, Betania Elisabete

Este trabalho faz parte das pesquisas desenvolvidas no Mestrado Profissional (Profletras/UEM/CAPES) e segue a linha teórico-metodológica dos estudos dialógicos bakhtinianos, ancorando-se na concepção interacionista e dialógica da linguagem para o ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa. Preocupa-se também com a inserção de práticas de multiletramentos com textos multissemióticos nas aulas de leitura e análise linguística. Buscamos desenvolver uma proposta de atividades didáticas de leitura e análise linguística com o gênero meme, em um nono ano, da educação básica da rede estadual de ensino. O estudo tem como objetivo geral refletir sobre os processos de elaboração e implementação de um protótipo didático (ROJO; MOURA, 2012) com o gênero discursivo meme em um nono ano, da rede pública de ensino, contribuindo para os estudos dos multiletramentos, à luz da perspectiva dialógica da linguagem. Nossa pesquisa foi gerada a partir da seguinte questão: por que os alunos do nono ano do ensino fundamental não analisam de maneira crítica os memes que compartilham em suas redes sociais e aplicativos de troca de mensagem? O trabalho considerou a hipótese de que se o professor proporcionar aos alunos situações interativas em que eles necessitem desenvolver a leitura crítica, podemos (re)significar em textos multimodais os discursos de racismo, machismo, bullying e homofobia com os quais a sociedade convive. Dessa maneira, nossa pesquisa está ancorada nos estudos bakhtinianos sobre enunciado e gêneros discursivos (BAKHTIN, 2016; BAKHTIN, 1997; VOLOCHINOV, 2006), nos estudos dos multiletramentos (MELO; ROJO, 2016; ROJO, 2005; 2009; 2012; ROJO; BARBOSA, 2015) e nos conceitos teórico-metodológicos em relação às práticas de leitura e análise linguística, na perspectiva dialógica da linguagem (GERALDI, 1991; HILA, 2009; MENEGASSI, 2010; 2008; PERFEITO, 2007; RITTER, 2012). Caracterizamos nossa investigação como uma pesquisa-ação, qualitativo-interpretativa, de cunho etnográfico e de natureza aplicada, que se desenvolveu em uma turma do nono ano do ensino fundamental, em uma escola da rede pública de Ivaiporã/PR. Percebemos, em nossa experiência como professora de língua portuguesa da rede pública, que os alunos compartilham/curtem discursos com conteúdos que reforçam aspectos negativos e/ou preconceituosos das relações sociais. Diante disso, elaboramos um protótipo didático que buscasse ler criticamente esses textos, (re)significando os efeitos que eles têm na sociedade e analisando como os alunos se colocam diante deles antes e depois da análise. Os resultados da pesquisa demonstraram que os alunos se identificam mais com os discursos de racismo e homofobia, consideram, quase sempre, o bullying como brincadeira e não reconhecem os discursos de machismo. A reação dos alunos ratifica a forma como a sociedade enxerga esses temas e esperamos, com nosso trabalho, contribuir para a construção de novas formas de se relacionar com essas questões.

Palavras-chave: Multiletramentos. Leitura crítica. Pesquisa-ação. Meme.

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Fazer Download agora!A Leitura e o Letramento Literário como Ferramentas Transformadoras no Contexto do Programa de Acele Popular Versão: PDF
Atualização:  3/1/2019
Descrição:
Assoni, Ana Paula Ribeiro

A presente pesquisa tem por objetivo mostrar os resultados dos estudos realizados, no âmbito do Programa de Mestrado Profissional em Letras – PROFLETRAS. Em virtude da amplitude do tema que envolve essa pesquisa, a saber: a leitura e o letramento literário, buscamos apresentar um recorte teórico, cuja perspectiva recai sob a observação da construção descritiva no texto literário. Assim, o objetivo principal desse trabalho é apresentar uma proposta de intervenção didática voltada para prática da leitura e do letramento literário em uma turma de 8° ano do Ensino Fundamental de uma escola pública, que atende alunos do PAE (Programa de Aceleração Escolar), na cidade de Maringá, buscando, por um lado, incentivar o exercício da leitura literária no ambiente escolar, por intermédio da ampliação das possibilidades de análise e de interpretação desse tipo de linguagem e, por outro, mostrar o importante papel que a descrição desempenha na construção de uma narrativa. Em princípio, a sequência descritiva é, na maioria das vezes, vista como um exercício que não necessita de muitas habilidades para ser reproduzido, no entanto, ela possui características estruturais próprias que requerem uma observação mais cuidadosa dos recursos que a linguagem dispõe para a elaboração desse modo de organização discursivo. Assim, a perspectiva desse trabalho não objetiva o estudo da linguagem literária, utilizando, para tanto, fundamentos linguísticos, mas, a observação atenta dos recursos disponíveis da língua que são utilizados na construção descritiva nesse contexto. Por meio desse estudo, esperamos que nossos alunos se tornem leitores competentes, e possam compreender a estreita relação entre língua e literatura, a intencionalidade contida no âmbito literário junto à expressividade transmitida pelo conjunto linguístico. Assim, O corpus escolhido para a realização dessa pesquisa é o conto “A primeira só”, de Marina Colasanti (2006). Elaboramos, a partir do estudo do conto, uma proposta de intervenção didática sob o modelo da sequência básica, sugerida por Cosson (2014). Para o desenvolvimento do nosso trabalho, utilizamos os estudos de Cosson (2014), Micheletti (2001), Zilberman (2009), Charaudeau (2008), Jouve (2012) Candido (2013), Adam (2011), Adam e Revaz (1997), Bakhtin (1988), Marcuschi (2010), Kristeva (1974), entre outros. Como contribuições, a pesquisa aponta a necessidade de se redimensionar o trabalho com literatura no Ensino Fundamental, de modo a contribuir de maneira relevante para o desenvolvimento dos educandos, sobretudo, os que estão inseridos no contexto do PAE, pois o programa não oferece um material que possui perspectivas voltadas à realidade dessas turmas. A pesquisa sugere que a prática do letramento literário, por meio da observação dos recursos utilizados na construção descritiva, é uma possibilidade – dentre outras – de motivar a leitura literária; de promover a humanização que advém do trabalho com o texto literário, de auxiliar na formação de leitores proficientes, capazes de compreender os textos que leem, de realizar inferências e de apreender os sentidos que eles veiculam.

Palavras-chave: Leitura. Letramento literário. Sequência básica. Conto. Descrição. Programa de Aceleração de Estudos. PAE.

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Fazer Download agora!As Relações entre Ficção Histórica e Autobiografia na Obra Terra Vermelha de Domingos Pellegrini Popular Versão: PDF
Atualização:  3/1/2019
Descrição:
RIBEIRO, Alessandra Pilati

O presente trabalho busca analisar a obra Terra vermelha, de Domingos Pellegrini, identificando as relações entre ficção histórica e memória a fim de compreender o uso da autobiografia como estratégia de recuperação do passado histórico de uma família e afirmação de Pellegrini como escritor paranaense. Para cumprir este propósito, recuperaremos, no primeiro capítulo, os conceitos de memória coletiva e a memória individual, elencando desde os preceitos da antiguidade clássica, representados por Platão e Aristóteles, passando por Tomás de Aquino e Santo Agostinho, até as teorias literárias contemporâneas, representadas pela reflexão de Maurice Halbwachs. As reflexões sobre romance histórico, ficção histórica, metaficção historiográfica, autobiografia e autoficção também serão recuperadas, no segundo capítulo, no sentido de compreender como Pellegrini (re)constrói a história de sua família, considerando a escassez de análises da obra deste escritor dentro de um viés autobiográfico. Os autores que utilizaremos para cumprir este propósito serão Paul Ricoeur, György Lukács, Philippe Lejeune, Pedro Brum dos Santos, Marilene Weinhardt, Linda Hutcheon, entre outros. No terceiro capítulo, consideraremos a importância de Domingos Pellegrini no cenário literário brasileiro, bem como sua inserção no contexto da literatura paranaense contemporânea a as amizades com intelectuais de relevância na época de sua formação intelectual, entre eles Paulo Leminski. O que se depreende de Terra vermelha, além dos aspectos da história paranaense, é o choque entre memória coletiva e a memória individual, trazido à tona por intermédio da narração do neto, que seria o próprio Pellegrini, reforçando, com isso, o componente autobiográfico da narrativa. O referido choque permite uma reflexão, no desfecho do romance, quanto à representatividade dos valores tão bem estabelecidos pelos personagens principais na construção da autobiografia, na qual a história da colonização e agricultura paranaense servem de pano de fundo para o desenrolar da saga de uma família.

Palavras-chave: Memória. Ficção histórica. Autobiografia.

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Fazer Download agora!Letramento Literário: Práticas de Leitura do Texto Literário nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Popular Versão: PDF
Atualização:  23/4/2018
Descrição:
ZUCKI, Renata

A pesquisa aqui apresentada focaliza-se em reflexões e análises sobre as práticas de leitura do texto literário na escola. A partir de estudos e de nosso conhecimento empírico sobre a temática, observamos inúmeros questionamentos que perpassam o assunto; entretanto, as questões mais importantes que motivaram a realização dessa pesquisa dizem respeito a como a leitura do texto literário contribui para o letramento e desenvolvimento do senso crítico dos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental e, principalmente, como podemos construir um caminho na formação de um futuro leitor crítico, já no início do processo de escolarização. Com o propósito de encontrar respostas a essa problematização, investigamos e analisamos como vêm ocorrendo as práticas iniciais de letramento literário com alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental de uma Escola da Rede Municipal de Ensino de Cascavel - PR. Além disso, buscamos elaborar e propor práticas de leitura de textos de literatura, sob a forma de um Projeto de Intervenção Pedagógica (Oficinas Literárias), com vistas à constituição de uma proposta de letramento literário na referida escola; refletindo sobre a importância desse trabalho, bem como, analisando os problemas, dificuldades e resultados alcançados na realização dessas práticas por professores e alunos envolvidos nesse processo. Na perspectiva de alcançar os objetivos propostos, sustentamos a pesquisa nos pressupostos teóricos de autores que partilham da visão sociointeracionista da leitura, como Geraldi (1997) e Rojo (2004); e da essência artística e humanizadora da literatura, dentre os quais destacamos: Cândido (1972), Lajolo (1993), Azevedo (1999), Petit (2008), Zilberman (2009), Soares (2011), Cosson (2012) e Kleiman (2012), entre outros. Para embasar a elaboração de nosso Projeto de Intervenção, recorremos às proposições da Estética da Recepção, de Jauss (1994) e Iser (1979), e à concepção de Intertextualidade da Literatura Comparada, de Fillola (1994). Para a análise do objeto-problema: o processo de formação de leitores de literatura na escola (anos iniciais), realizamos um estudo exploratório em uma turma de 5º ano da escola investigada, utilizando uma abordagem qualitativa. Trata-se, portanto, de uma pesquisa bibliográfico-qualitativa, cujos procedimentos desenvolveram-se pelo viés da pesquisa-ação. Como resultado desse processo de investigação, entendemos que o trabalho escolar com a literatura não pode continuar a ocorrer de maneira intuitiva e espontânea, ou apenas servir de pretexto para o ensino da língua; mas que deve ser tomado como conhecimento elaborado, que contribui para a humanização e emancipação dos alunos, e que por isso precisa ser intencional e sistematizado desde o início do processo de escolarização.

Palavras-chave: Letramento literário. Estética da recepção. Concepções e práticas literárias. Leituras intertextualizadas.

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Fazer Download agora!Secret@riado Executivo: uma Investigação do Uso das Ferramentas Tecnológicas na Formação Acadêmica Popular Versão: PDF
Atualização:  20/4/2018
Descrição:
OLIVEIRA, Maria da Conceição

Este trabalho vincula-se à linha de pesquisa “Ensino de Linguagens e suas Tecnologias” e teve como motivação a nossa prática pedagógica junto aos alunos do 1º ano do Curso de Secretariado Executivo. Iniciamos o processo investigativo deste trabalho a partir da hipótese de que, no contexto atual vigente, no qual temos as novas tecnologias presentes em nosso cotidiano, sendo uma das suas formas os dispositivos móveis, se estes forem inseridos na academia, como ferramentas eficazes, podem auxiliar no processo de formação do aluno de secretariado executivo. Para tanto, para validar nossa pesquisa, fomos a campo, no intuito de conhecer os dispositivos móveis utilizados pelos acadêmicos e com qual finalidade o acessam. Diante disso, elegemos como objetivo geral desta pesquisa investigar a importância da tecnologia na formação do acadêmico do curso de Secretariado Executivo. Nossos objetivos específicos são: (a) apresentar as atividades advindas da Tecnologia que influenciam na profissão de Secretariado Executivo na atualidade; (b) analisar a Grade Curricular do Curso de Secretariado Executivo, quanto à seleção lexical, a fim de verificar se a questão da tecnologia e dos multiletramentos se fazem presentes; e (c) mapear as preferências de ferramentas de leitura dos alunos do Curso de Secretariado Executivo, diante dos dispositivos móveis existentes, bem como investigar a importância delas, via mediação docente. A metodologia de pesquisa é qualitativa, descritivo-analítica, sendo o questionário o instrumento utilizado para coleta de dados. O corpus é composto por 30 acadêmicos ingressos do Curso de Graduação de Secretariado Executivo de uma Universidade Pública, na cidade de Londrina, Paraná. Para percorrer um caminho metodológico para sedimentar nosso objeto de investigação, fundamentamo-nos em autores como Lévy (1999), Jenkins (2009), Kenski (2012), Moran (2012), Rojo (2012), dentre outros que abordam a temática investigada. Os resultados apontaram que os dispositivos móveis são ferramentas eficazes que auxiliam tanto o discente como o docente, colaborando com a (re)construção dos saberes acadêmicos. Assim, entendemos que o papel do professor, como mediador do uso das novas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem, foi ratificado. Quanto à presença das novas tecnologias em sala de aula, os dados evidenciaram que são tímidas as ações no ambiente acadêmico, havendo uma lacuna entre a teoria e a prática, visto que o uso das novas tecnologias é essencial no cotidiano do profissional de Secretariado Executivo. Os dados apontaram para as proficuidades de uma intervenção na prática pedagógica, bem como no projeto político pedagógico do curso. Sugerimos que a intervenção nas práticas de ensino sejam realizadas por meio de oficinas aos docentes e discentes, com o foco na temática do multiletramento e no uso das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação. O resultado da pesquisa apontou que, apesar de haver na Universidade pesquisada ferramentas essenciais como a internet Wi-Fi, para promover o uso das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, o uso de tais tecnologias na formação acadêmica dos alunos do Curso de Secretariado Executivo deve ir ao encontro das mudanças sociais tecnológicas presentes na realidade das práticas profissionais.

Palavras-chave: Ensino. Tecnologia. Dispositivos móveis. Secretariado Executivo.

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Fazer Download agora!O Encontro entre Guimarães Rosa e García Márquez em uma Esquina da Latino-americanidade Popular Versão: PDF
Atualização:  20/4/2018
Descrição:
MARINO, Jociele Fernanda Rodrigues

Silviano Santiago, ao teorizar sobre as novas tendências literárias no ensaio “O entre-lugar do discurso latino-americano”, discorre sobre a relação antropofágica que transforma um leitor, devorador de livros, em escritor. Com este mesmo pensamento, Moreiras (1999) fala do “tercer espacio” e Bernd (1998) do “caminho do meio”, mas, independente do nome, o foco do presente estudo é situar a literatura latino-americana em um espaço próprio de enunciação, contraposto ao da literatura europeia. A característica principal dessa nova escrita latino-americana é a relação que se cria entre autor e leitor através do diálogo tratado entre os dois e a forma como este diálogo se desenvolve. Esta pesquisa, de caráter dialético e bibliográfico, tem como objetivo contextualizar as obras Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, e Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez, no espaço sugerido por Santiago (2000) que, aqui, metaforicamente é identificado como uma esquina da latino-americanidade. Para tanto, no primeiro capítulo, com base na teoria do entre-lugar, nas considerações de Cortázar (1999, 2001) sobre o escritor latino-americano e nas de Rama (2008) sobre o contexto sociocultural latino-americano, foi possível aproximar os romances em análise. A partir de então, no segundo capítulo, analisou-se Grande sertão: veredas, com base nos estudos de Coutinho (1983), Garbulio (1972) e Rosenfield (2006) com o intuito de estabelecer uma correlação entre a obra rosiana e o contexto latino-americano. Em seguida, procurou-se esclarecer o que seria o sertão percorrido por Riobaldo, sua localização e sua temporalidade, para que, enfim, se discutisse sobre o quê fala este narrador. No terceiro capítulo, tendo como suporte teórico Vargas Llosa (2006), Ludmer (1989) e Montaner (1987), analisou-se Cem anos de solidão, objetivando demonstrar que a engenhosa obra de García Márquez renovou o mito de Édipo, ao mesmo tempo em que “reescreveu” a história do povoamento da América Latina. Dessa forma, a presente dissertação procurou indicar possibilidade de leituras para estes dois ícones da literatura latino-americana, compreendendo suas especificidades, contexto de produção, escritura, similitudes e diferenças.

Palavras-chave: Entre-lugar. Grande sertão: veredas. Cem anos de solidão.

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Fazer Download agora!Os Domínios da Intimidade: o Privado e o Público nas Crônicas de Rachel de Queiroz Popular Versão: PDF
Atualização:  19/10/2017
Descrição:
Figueiredo, Adriana Giarola Ferraz

Esta pesquisa tem como objetivo verificar a representação da intimidade, partindo do conceito e da constituição do privado e do público nas crônicas de Rachel de Queiroz. Sendo o texto cronístico um relato dos acontecimentos cotidianos, o próprio desenho de certos tipos humanos e uma possibilidade de interação com o efêmero, mas significativo, cabe, nesse contexto uma análise precisa e intimista, considerando a figura do eu e as ligações desse eu com o outro e com os fatos que o cercam.

Palavras-chave: Crônica. Intimidade. Privado. Público. Rachel de Queiroz.

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Fazer Download agora!De Saint-Exupéry a Limeira: uma Leitura Comparativa de O Pequeno Príncipe Popular Versão: PDF
Atualização:  17/10/2017
Descrição:
OLIVEIRA, Pedrina Carvalho de

Ao ministrarmos aulas de literatura para turmas de Ensino Médio, constatamos que grande parte dos alunos não aprecia textos poéticos, pois os consideram de difícil compreensão. Como despertar o interesse pela leitura de poesia? Após experiências exitosas, envolvendo a abordagem da literatura de cordel, percebemos que a estrutura composicional desse gênero discursivo pode sensibilizar os alunos para a linguagem poética. Desse modo, optamos por produzir, para esta dissertação, uma “sequência expandida de leitura”, destinada a alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II, abordando a literatura de cordel. Esta proposta, além de atender à necessidade de produção de material didático voltado para a poesia, vem ao encontro de outra carência observada nas escolas: a de se abordar o letramento literário – como ressaltam Candido (2004), Compagnon (2009), Cosson (2014) e Michelleti (2000) – e, especialmente, a literatura não canônica – conforme assevera Abreu (2006). Para elaboração desse material, escolhemos o conto filosófico de Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe (1943), e sua versão em cordel, publicada pelo cordelista pernambucano Josué Limeira, em 2015. A contextualização das obras selecionadas se deu a partir das pesquisas realizadas por Munhoz (2014) sobre a vida e obra do escritor francês e de entrevistas concedidas pelo cordelista e pelo ilustrador de O Pequeno Príncipe em Cordel (2015). Para conceituarmos e analisarmos os gêneros discursivos a que pertencem as obras, recorremos a Cortázar (2013), Bosi (1989) e Aragão (1985), que abordam a teoria do conto, e a Abreu (2006), Evaristo (2011) e Marinho e Pinheiro (2012), que tratam da valorização do cordel e da literatura não canônica. Para a elaboração das atividades, analisamos os dois enunciados, seguindo as etapas de leitura sugeridas por Cosson (2014), Michelleti (2000) e rediscutidas por Corsi (2015), observando os elementos que, segundo Bakhtin (2003), constituem os gêneros discursivos – “conteúdo temático”, “estrutura composicional” e “estilo”. A análise das relações intertextuais entre as obras foi realizada a partir dos estudos de Kristeva (1974), Nitrini (2000), Jenny (1979), Samoyault (2008) e das categorias hipertextuais e hiperestéticas de Genette (1989). Os encaminhamentos previstos em nossa proposta, embasados nas proposições de Rildo Cosson (2014), ressaltam o diálogo entre os textos abordados, suas especificidades estruturais, a valorização da literatura de cordel, as relações entre o gênero épico – a que se filia o cordel – e o gênero lírico, utilizando outros gêneros discursivos e recursos audiovisuais para explorar o conteúdo temático e contextualizar as obras. Após as atividades de leitura e interpretação dos enunciados, os alunos são convidados a produzirem seus próprios cordéis, para que, também através do fazer poético, estejam mais sensíveis e receptivos às composições com as quais se depararem ao longo de sua vida.

Palavras-chave: Literatura de Cordel. Letramento literário. Intertextualidade. O Pequeno Príncipe. O Pequeno Príncipe em Cordel.

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Fazer Download agora! “Quando me Dei Conta de que Era Negra(o)/Branca(o)? ”: um Estudo a partir de Relatos Autobiográfic Popular Versão: PDF
Atualização:  17/10/2017
Descrição:
SOUTA, Marivete

Esta pesquisa se situa na área dos estudos da Linguagem e investigou como as(os) alunas(os) negras(os) e brancas(os) de um colégio da rede pública estadual do Paraná expressam suas identidades étnico-raciais por meio da produção de relatos autobiográficos. Para tanto, foram elencados os seguintes objetivos: verificar se/quais conflitos de identidade racial aparecem nas produções de alunas(os) negras(os) e brancas(os); identificar o papel da escola e outras instituições e/ou meios na (re)construção da(s) identidade(s) raciais e analisar como uma SD com o gênero relato autobiográfico, com a perspectiva do letramento racial crítico e da educação antirracista pode contribuir para a construção da identidade étnico-racial. Os conceitos de raça na perspectiva sociológica foram retomados, trazendo a concepção de raça como uma construção histórica e cultural, a partir de autores como Gomes (2005, 2012); Guimarães (1999, 2011) e Munanga (1994, 1999, 2005, 2005) dessa área. Discuti branqueamento, branquidade e branquitude, embasada em autores da área da Psicologia como: Bento (2014); Piza (2005, 2014); Cardoso (2008; 2010; 2011; 2014) da área de Ciências Sociais. A concepção de identidade foi baseada em autores como: Hall (2011) e Moita Lopes(2002). Focalizei a construção da identidade de adolescentes e jovens, pois são os sujeitos desta pesquisa. A opção metodológica foi a pesquisa-intervenção, com a perspectiva do letramento racial crítico e a educação antirracista, com aplicação de uma SD, e o relato autobiográfico, que foi instrumento de geração de dados, assim como o diário de bordo. Da área de Linguagens, referenciei-me em autores como: Ferreira (2006, 2009, 2014, 2015) e Moita Lopes (1992, 2002, 2006). As (os) alunas (os) expressaram suas identidades étnico-raciais por emio dos relatos, partindo de recordações de como se deram conta de que eram negras (os) brancas (os). À medida que contaram se tinham pensado alguma vez sobre sua cor de pele, foram trazendo lembranças que as (os) fizeram ter a percepção de sua raça. Pela análise dos dados, foi possível observar alguns conflitos de identidade como o branqueamento e o discurso da hegemonia racial, contradizendo-se com afirmações de que a cor da pele influencia em como foram/são tratados. O papel da escola entre instituições e /ou meios que contribuíram para a construção das identidades foi reafirmada, reiterando a importância da educação para as relações étnico-raciais. Pudemos concluir com esta pesquisa que através de um trabalho na perspectiva do letramento racial crítico e da educação antirracista é possível ressignificar a branquitude, contribuindo assim para a formação de cidadãos críticos que possam construir um mundo menos excludente.

Palavras-chave: Identidade racial. Branquitude. Narrativas autobiográficas. Adolescentes e jovens.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora! Políticas de Currículo para a Disciplina de Língua Portuguesa nas Escolas Estaduais do Paraná (198 Popular Versão: PDF
Atualização:  8/6/2017
Descrição:
LOCH, Silvana Aparecida

A história do Brasil, de colonização por meio da língua, da religião, da política, da economia, nos deu a materialidade para essa pesquisa. O objetivo foi compreender a trajetória histórica da constituição da língua e das propostas curriculares de língua portuguesa das escolas estaduais do Paraná, dos anos finais do Ensino Fundamental, no período de 1987 a 2016, bem como seus fundamentos teórico-metodológicos. O processo de pesquisa foi orientado pelas categorias da totalidade e da contradição. Utilizamos como recursos metodológicos a pesquisa bibliográfica, referenciada principalmente em: Mariani (1991; 2003; 2004); Mattos e Silva (2004a; 2004b; 2008); Orlandi (1990; 2002); Bakhtin (2004); Carboni e Maestri (2003); Evangelista (2012); Freitas (2007; 2015); Barreto (1998); Hidalgo, Mello e Sapelli (2010); Saviani (1989; 2007); Volochínov (2013). Realizamos análise documental, buscando compreender as seguintes propostas: Currículo Básico para a escola pública do estado do Paraná – CB (1990); Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa – PCNLP (1998); Diretrizes Curriculares da Educação Básica Língua Portuguesa – DCELP (2008); e Complexos de Estudo (2013). Fizemos entrevistas semiestruturadas com educadores da educação básica que atuam nas escolas estaduais, desde os anos de 1990 e aplicamos questionários a educadores de escolas Itinerantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST que acompanham a implementação das propostas dos Complexos de Estudo. A escrita foi organizada da seguinte forma: no primeiro capítulo explicitamos a materialidade da constituição da língua no Brasil, a língua como um meio de dominação do colonizador e apresentamos quais foram as políticas de colonização linguística. No segundo capítulo, a partir da compreensão da língua como construção histórica e de seu caráter de classe, apresentamos a trajetória da disciplina de língua portuguesa no contexto do currículo brasileiro. No terceiro capítulo analisamos as referidas propostas curriculares de língua portuguesa no Paraná, de 1987 a 2016, explicitando o contexto histórico, a estrutura dos documentos que as apresentam e as concepções que lhes dão sustentação. Diante da pesquisa, percebemos que a língua foi/é instrumento de poder, e que cada movimento curricular expressou a correlação de forças do seu período histórico, político e social, portanto têm determinantes e marca de classe. Explicitamos políticas de construção curricular orientadas tanto pelo Ministério da Educação - MEC, como pela Secretaria de Estado da Educação - Seed/PR e também pelo MST, portanto, de abrangência nacional e estadual. Concluímos que não há neutralidade na produção do currículo, e que as iniciativas contra-hegemônicas precisam ser potencializadas.

Palavras-Chave: Língua Portuguesa. Políticas de currículo. Propostas curriculares. Currículo Básico para a escola pública do estado do Paraná. Parâmetros Curriculares Nacionais. Diretrizes Curriculares Estaduais. Complexos de estudo.

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