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Fazer Download agora!O Movimento Underground e a Religiosidade: Comunidade Gólgota (2001 - 2015) Popular Versão: PDF
Atualização:  30/1/2019
Descrição:
MASCHIO, Maralice

Esta Tese pretende analisar a Comunidade Gólgota, na cidade de Curitiba/PR, a partir de um enfoque que busca privilegiar a dinâmica religiosa evangélica brasileira, entre 2001 (ano em que a Comunidade surgiu) até 2015 (quando identificamos uma alteração discursiva por parte das lideranças da Gólgota, não mais se apresentando como emergente e criticando o universo pós-moderno). Para tanto, partimos de uma abordagem sobre o protestantismo em suas origens, num movimento histórico de desdobramento das igrejas e denominações religiosas. A seguir, traçamos um cenário do Pentecostalismo ao longo do século XX no Brasil, por intermédio de suas igrejas e dissidências religiosas. O exercício ajuda a observar a Gólgota como possível expressão das igrejas emergentes, surgidas na virada do século XX para o XXI, que recorrem aos meios midiáticos, linguagem descontraída e público-alvo como os jovens undergrounds. Questionamos em que medida a Comunidade Gólgota pode ser vista como uma comunidade diferenciada, quais são as aproximações com outras denominações religiosas e quais são os limites de sua atuação, dialogando com autores como Paul Freston (1993; 1994), Antonio Gouvêa Mendonça (2005) e Magali Cunha (2007). A Gólgota volta-se para um público específico, os Undergrounds curitibanos (roqueiros, motociclistas, cabeludos, tatuados, com idade entre 18 e 35 anos, em geral universitários ou com formação superior concluída), com a oferta de expressões estilísticas e estéticas do rock para os que não encontraram identificação em outras denominações religiosas frequentadas, no próprio campo evangélico. Assim, alguns tiveram experiência como desigrejados ou pelo viés do trânsito religioso até chegarem à Gólgota, que trabalha neste vazio deixado pelas igrejas protestantes/pentecostais mais tradicionais. Frequentamos cultos, percorremos o ciberespaço institucional e produzimos entrevistas orais com lideranças e membresia religiosa. A etnografia nos auxiliou no exercício de entendermos dinamicamente os espaços que estávamos observando, além das diferentes formas, como foi possível captar, das relações existentes entre os indivíduos e grupos. Posteriormente, transformarmos o texto em linguagem e interpretação histórica.

Palavras-chave: Protestantismo. Pentecostalismo. Igrejas emergentes. Comunidade gólgota. Juventude. Undergrounds. Mídia. Lideranças.

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