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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A Dimensão Estética Sobre as Florestas Tropicais no Ensino de Ecologia Popular Versão: pdf
Atualização:  19/3/2012
Descrição:
SENICIATO, Tatiana Seniciato; CAVASSAN, Osmar Cavassan; CALDEIRA, Ana Maria de Andrade

O trabalho analisa a dimensão estética no ensino das florestas tropicais em disciplinas de ecologia. Utiliza-se da semiótica peirceana para revelar as relações de significação dos dados obtidos na pesquisa. A análise semiótica aponta que há um certo constrangimento em se considerar a dimensão estética das florestas tropicais na prática docente dos entrevistados, ao mesmo tempo em que prevalece a abordagem científica, embora todos os professores reconheçam a importância da dimensão estética e sua consequente implicação ética no ensino e na conservação dos ambientes naturais.

Palavras-chave: Ensino de Ecologia. Licenciatura em Ciências Biológicas. Dimensão estética. Formação de valores. Semiótica peirceana.

Downloads 408  408  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma UFRGS  Site http://www.if.ufrgs.br/ienci/main/artigos/openAbstract.php?idArtigo=213
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A Educação Não-formal e a Divulgação Científica: O que pensa quem faz? Popular Versão: pdf
Atualização:  19/3/2012
Descrição:
CHELINI, Maria Julia; FERNANDES, Alessandra B.; FERNANDES, José A.; FLORENTINO, Harlei A.; LOURENÇO, Márcia F.; MARANDINO, Martha; MARTINS, Luciana C.; RACHID, Viviane; SILVEIRA, Rodrigo V. M. da.

A educação em ciências está presente nos espaços não-formais de educação e nas diferentes mídias, havendo a necessidade de pesquisas sobre essa temática. O Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Educação Não-Formal e Divulgação em Ciências na FEUSP vem buscando compreender o significado dessas práticas. Neste trabalho, houve a intenção de definir e aprofundar os conceitos de educação não-formal e divulgação científica, a partir do levantamento teórico e da experiência de profissionais que atuam nestas áreas. Os dados obtidos até o presente momento reforçam a percepção da inexistência de uma definição comum desses termos tanto na bibliografia, quanto entre os profissionais da área, pois já foi verificado o uso de critérios diferenciados para a definição dos termos em estudo.

Palavras-chave: Educação. Ciências. Formal e não-formal. Práticas.

Downloads 1574  1574  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo  Site http://paje.fe.usp.br/estrutura/geenf/textos/oquepensa_trabcongresso5.pdf
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A Epistemologia de Kuhn Popular Versão: PDF
Atualização:  19/3/2012
Descrição:
OSTERMANN, Fernanda

Neste trabalho, é apresentada a epistemologia proposta por Kuhn, a partir de alguns conceitos principais de sua teoria: paradigma, ciência normal, revolução científica, incomensurabilidade. O modelo kuhniano encara o desenvolvimento científico como uma seqüência de períodos de ciência normal, nos quais a comunidade científica adere a um paradigma. Estes períodos, por sua vez, são interrompidos por revoluções científicas, marcadas por crises/anomalias no paradigma dominante, culminando com sua ruptura. A crise é superada quando surge um novo candidato a paradigma. Ao comparar o antigo e o novo paradigma, Kuhn defende a tese da incomensurabilidade. Algumas implicações de suas idéias para o ensino de Ciências são também discutidas.

Palavras-chave: Kuhn. Ensino de ciências.

Downloads 300  300  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Cad.Cat.Ens.Fis., v.13,n3: p.184-196, dez.1996.  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A evolução dos instrumentos de observação astronômica e o contexto histórico-científico Popular Versão: pdf
Atualização:  8/10/2012
Descrição:
FORÇA, Ana Claudia; PEREZ, Everton Piza; QUINTILIO, Maria Salete Vaceli; ALVES, Vagner Camarini

A visão de um céu estrelado numa noite límpida tem fascinado a Humanidade desde os tempos pré-históricos. O homem começou a “fazer ciência” a partir do momento em que se perguntou o que eram as estrelas e porque estavam ali, desenhando a aparência do céu e tentando predizer os fenômenos celestes. A partir do momento em que Galileu apontou sua luneta para céu, iniciou-se uma estreita relação entre a evolução dos instrumentos astronômicos, a tecnologia, a história e a ciência. Para isso, basta citarmos a grande revolução cósmica, iniciada por Nicolau Copérnico, que nos tirou da idade das trevas e nos guiou ao Renascimento. Usando uma luneta, Galileu deu suporte às idéias de Copérnico, culminando com a teoria da Gravitação Universal de Newton (Kaufmann 1994; Jatenco-Pereira et al. 2000). Atualmente, muitas pesquisas têm sido realizadas dentro da temática da melhoria do ensino de Ciências. No entanto, a História da Ciência ensinada nos ensinos fundamental e médio, e até no superior, apresenta problemas, como erros factuais e conceituais (Bastos 1998). Na área de Astronomia, por exemplo, não é raro folhear livros didáticos e encontrar dezenas de erros grosseiros. Outro problema é a falta de contextualização dos poucos textos disponíveis, que, em geral, não mostram a relação entre Ciência e Sociedade. Portanto, podemos seguir o caminho de evolução dos instrumentos de observação astronômica, ligando-a a produção de conhecimento científico, implementação da tecnologia e sua influência na História. No presente trabalho estuda-se a evolução desses instrumentos a partir do olho humano, considerado o mais importante dentre os instrumentos de observação visual. Esse trabalho se desenvolve a partir de uma análise dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM), de como os textos didáticos trabalham a Óptica e a Astronomia e faz uma proposta didática para o ensino de Óptica fundamentado nos equipamentos da astronomia. A intenção é que a metodologia aqui proposta possa ser aplicada no Ensino Médio, dentro da realidade educacional das escolas públicas ou privadas de nosso estado e também do país.

Downloads 24744  24744  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Unoeste -SP  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A ficção científica e o ensino de ciências: o imaginário como formador do real e do racional Popular Versão: pdf
Atualização:  19/3/2012
Descrição:
MALUFI, Marcilene Cristina Gomes; SOUZA, Aguinaldo Robinson de

Este artigo apresenta uma reflexão sobre a inserção da ficção científica no ensino de Ciências, no qual buscamos identificar como a ficção científica incorpora elementos na estrutura conceitual dos educandos partindo do pressuposto de que teria um papel de desencadeadora e/ou organizadora da aprendizagem. O filme "Jurassic Park" foi estudado como constitutivo do conhecimento, transmutando o ficcional no real/racional, possibilitando a organização hierárquica dos conceitos, acrescendo novos elementos na estrutura conceitual dos educandos e atuando, também, na mediação do conhecimento - ora organizando, ora desencadeando.

Palavras-chave: Ensino de Ciências. Ficção científica. Imaginário. Real e racional.

Downloads 409  409  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma USP  Site http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v14n2/a06v14n2.pdf
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A Física das Tempestades e dos Raios Popular Versão: PDF
Atualização:  19/3/2012
Descrição:
SABA, Marcelo M.F.

Neste artigo explicam-se diversos aspectos sobre a física envolvida na formação de nuvens de tempestades e relâmpagos, fenômenos que por milhares de anos assustaram a humanidade e com os quais devemos ter alguns cuidados.

Palavras-chave: Tempestades. Raios. Relâmpagos.

Downloads 333  333  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Física na Escola, v. 2, n. 1, 2001  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A história da ciência como aliada no ensino de genética Popular Versão: PDF
Atualização:  29/5/2013
Descrição:
SCHEID, Neusa Maria John; FERRARI, Nadir.

Um número significativo de trabalhos em Ensino de Genética tem sido apresentado nos últimos encontros científicos, tanto da área de Genética como de outras áreas das Ciências Biológicas e da Educação. A relevância desta nova área de pesquisa é evidenciada quando, nos cursos de formação continuada de professores, temas relacionados à Genética surgem como uma das maiores preocupações no ensino de Biologia..

Palavras-chave: História da Ciência. Concepção de Ciência. Ensino de Genética.

Downloads 312  312  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma   Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A história da ciência e o ensino de biologia Popular Versão: PDF
Atualização:  29/5/2013
Descrição:
MARTINS, Lilian Al-Chueyr Pereira

A História da Ciência pode ser utilizada como um dispositivo didático útil, contribuindo para tornar o ensino da ciência a nível médio mais interessante e facilitar sua aprendizagem. Isso pode ser aplicado tanto ao ensino da Biologia como ao ensino de outras disciplinas.

Palavras-chave: História da Ciência. Ensino da Biologia.

Downloads 649  649  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Ciência & Ensino  Site 
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A História da Disciplina Escolar Ciências nas Dissertações e Teses Brasileiras no Período 1981-1995 Popular Versão: pdf
Atualização:  19/3/2012
Descrição:
FERREIRA, Marcia Serra; MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa

O artigo aborda a história da disciplina escolar de ciências, na produção acadêmica brasileira entre 1981 e 1995. Analisa nove dissertações e teses que focalizam o ensino fundamental e que possuem um viés histórico. Com base em Goodson, argumenta que o entendimento do processo de construção social de uma determinada disciplina exige a consideração de fatores internos e externos. Destaca, ao mesmo tempo, a importância de se analisarem, entre os diversos fatores internos, as teses e dissertações defendidas nos programas de pós-graduação. Afirma que ainda há muito a ser investigado sobre a área em pauta, uma vez que boa parte dos trabalhos realizados são muito descritivos.

Palavras-chave: Currículo. Ensino de Ciências. História das disciplinas.

Downloads 1122  1122  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma ENSAIO – Vol 03, n. 01, jun. 2001.  Site http://www.fae.ufmg.br/ensaio/v3_n2/marciantonio.PDF
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Categoria: Ciências Artigos
Fazer Download agora!A Importância da Biodiversidade Popular Versão: PDF
Atualização:  19/2/2013
Descrição:
SANTOS, Fernando Santiago dos.

Diversas são as definições que podem ser aplicadas ao termo biodiversidade, incluindo as mais simples (riqueza do número de espécies) e outras mais abrangentes e complexas (variedade de seres vivos da Terra, fruto de bilhões de anos de evolução, moldada pelos processos de seleção natural e também pelas interferências antrópicas). A biodiversidade pode ser interpretada do ponto de vista da variação intra-específica e incluir, em maior escala, a variedade de tipos de comunidades ou ecossistemas de dada região. Ainda não há consenso entre os pesquisadores acerca do número de espécies existentes atualmente em nosso planeta. A disparidade numérica (entre três e 30 milhões de espécies) deve-se, entre outros fatores, às dificuldades de identificação e descrição dos grupos biológicos, além da extinção de espécies que sequer chegam a ser inventariadas e catalogadas. Algumas estimativas recentes apontam o Brasil como um dos países mega-diversos, com cerca de 50 mil espécies de fanerógamas e com 13% do total mundial de espécies de plantas, animais e fungos. Além disto, poucas unidades federativas brasileiras dispõem de listagens de plantas e animais. São Paulo e Santa Catarina, por exemplo, têm sido apontados como os estados com trabalhos mais completos de suas faunas e floras, destacando-se, no primeiro, os esforços do programa Biota da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Biota – FAPESP). Em dez anos de trabalho, cerca de duas mil novas espécies foram catalogadas nesse programa. Com o intuito de preservar o patrimônio genético em nosso planeta, 25 áreas de alto endemismo e fortes pressões antropogênicas (hot spots) foram reconhecidas: estas áreas detêm 44% de espécies de plantas do mundo e 35% de espécies de vertebrados (excluindo peixes). O bioma atlântico e o cerrado são dois hot spots brasileiros com expressividade no panorama mundial. Particularmente no cenário brasileiro, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), visando à preservação e à conservação do patrimônio biológico nacional, reconhece diversas Unidades de Conservação (UCs) como as UCs de Proteção Integral (Parques Nacionais e Reservas Biológicas, por exemplo) e as UCs de Uso Sustentável (Florestas Nacionais, Reservas Particulares do Patrimônio Natural, por exemplo). Muitas são as ameaças à biodiversidade, principalmente nas regiões intertropicais (favorecidas, em milhões de anos, por alternância entre períodos quentes e de glaciações, que modificaram o clima e a estrutura da Terra): destruição de habitats, introdução de espécies exóticas oriundas de água de lastro, por meio de trânsito de sementes etc., diminuição de endemismo, contrabando, caça e pesca predatórias, extinção de espécies, entre outras. Neste contexto, é importante a investigação acerca do papel desempenhado pelas espécies-chave nas funções ecológicas dos ecossistemas e o comprometimento destes em função da extinção dessas espécies, além da suscetibilidade a doenças e dizimações em massa existente entre populações cujos indivíduos possuem pouca variação genética. Levantamentos da Convenção sobre a Diversidade Biológica da ONU apontam taxas de perda de espécies que chegam a cem vezes à da extinção natural. Tais taxas têm tido um crescimento exponencial recentemente. Em face desta situação, é premente a ação de governos e sociedade civil organizada para a tomada de decisões que visem a alternativas viáveis que conciliem desenvolvimento sem comprometimento da imensa riqueza biológica de nossa biosfera.


Downloads 21181  21181  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Revista Paidéi@, Vol. 2, n. 4, 2010  Site http://revistapaideia.unimesvirtual.com.br
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