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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!Glauber, o contestador: cinema, política e sociedade na obra Terra em Transe - 1967 Popular Versão: PDF
Atualização:  26/9/2013
Descrição:
MACIEL, Marcelo Johny

Neste artigo apresentarei, por meio da obra cinematográfica Terra em Transe, dirigida pelo cineasta Glauber Rocha, as várias formas de representação nacional. O filme conta com os personagens e figuras nacionais de nossa história, as músicas tradicionais da cultura brasileira como o samba, candomblé e poesias de autores brasileiros, além de recursos de estilo bem próprios do autor. Todos esses recursos citados têm como principal objetivo interpretar a crítica de Glauber Rocha e mostrar como estava a política brasileira no período em que o filme fora produzido. Dentro do recorte temporal analisado, eclodem no Brasil acontecimentos importantes como a ditadura militar que trás consigo os movimentos populares. Os interesses políticos são abordados no filme, pois esta é a intenção do Cinema Novo, mas em específico, Glauber Rocha quer, por meio de seus filmes, fazer a crítica a estas formas de governo utilizando recursos inusitados e ao mesmo tempo mostrar um Brasil real.

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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!O Cinema com Recurso Didático nas Aulas de História Popular Versão: PDF
Atualização:  6/6/2014
Descrição:
Este trabalho tem o intuito de apresentar o uso do cinema como recurso importante para o ensino de História, tendo como pressupostos teórico a Educação Histórica. O cinema, enquanto produto cultural, atua na formação das "ideias históricas" e em sala de aula, devendo, assim, ocupar um lugar de destaque nas aulas de História. Desde as primeiras décadas do século XX, educadores defendem a utilização do cinema como um recurso didático, visto que quando usado em contextos escolares, colabora na formação da "consciência histórica" dos estudantes (RÜSEN, 2001). Para as pesquisadoras Olga Magalhães e Henriqueta Alface (2011, p. 255), o cinema pode ser incluido no planejamento do professor de História desde que sejam considerados algumas questões: a faixa etária do aluno, o nível de ensino, a relação direta com com os conteúdos e o respeito com os valores socioculturais do meio onde a escola está inserida. Isso porque o uso do filme não pode ser visto como apenas "passar o filme", é necessário conduzir os alunos a uma percepção crítica, tornando o filme significativo. Em relação à bibliografia especializada em cinema e educação esta sugere algumas etapas para o bom uso do filme na escola - são elas: apresentação da sinopse, exibição do filme e debate sobre temas apresentados em determinados trechos do filme. Cabe também ao professor escolher como apresentar aos estudantes o filme: se completo ou selecionar alguns fragmentos que favoreçam o processo de ensino e aprendizagem. Conforme Pablo Blasco (2006, p. 28), o uso do fragmento mostra-se eficiente porque se insere na chamada "cultura do espetáculo", marcada pela " informação rápida, o impacto, o intuitivo, em detrimento do raciocionio linear, lógico e especulativo". No entanto, a maioria dos pesquisadores consideram a fragmentação do filme como um procedimento equivocado, porque essa leitura fracionada compromete a apreciação do cinema como obra de arte (NAPOLITANO, 2009). A partir desses pressupostos teóricos que este trabalho se propõe a comparar ambas as maneiras de uso do cinema em sala de aula, em trechos ou na íntegra, a fim de auxiliar a prática docente do ensino de História.

Palavras-chave: História. coíbem. Ensino. Aprendizagem.

Downloads 3225  3225  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Revista de Educação Histórica - REDUH  Site http://www.lapeduh.ufpr.br/revista/
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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!Depoimento e apropriação: artifícios narrativos e crítica ao contexto social em Pão e sangue  Popular Versão: PDF
Atualização:  25/9/2013
Descrição:
ARAUJO, Rodrigo Gomes de

Este artigo problematiza e contextualiza o livro Pão e sangue, publicado em 1988 pelo escritor Dalton Trevisan. Num primeiro momento são discutidas as formas de representação e apropriação presentes na obra, a partir dos conceitos de Roger Chartier. Posteriormente, buscam-se as possíveis relações entre o livro e a conjuntura de sua publicação. Parte-se do diálogo com as proposições do historiador Jörn Rüsen, segundo o qual as narrativas são produzidas com a finalidade de interpretar experiências atuais do tempo. Relacionando o livro de Dalton com sua conjuntura, a década de 1980, é possível interpretá-lo como uma crítica à banalização da violência, fazendo com que os leitores questionem até que ponto a violência narrada se configura como uma realidade social.

Palavras-chave: História literária. Narrativa. Dalton Trevisan.

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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!João Goulart - 30 anos de Silêncio Popular Versão: PDF
Atualização:  26/9/2013
Descrição:
TORRES, Pedro Henrique

O Caderno B do Jornal do Brasil do dia 10 de setembro de 1976 anunciava em letras garrafais: MAO – Poeta, Guerreiro e Líder1. A matéria que preenche todo o caderno traz uma enorme veneração ao líder comunista chinês Mao Tse Tung. Os crimes cometidos em nome da revolução chinesa ou da revolução cultural ainda não tinham vindo a público. Exaltar Mao Tse Tung e tudo que representava a revolução chinesa para o Ocidente na década de 60/70 pareciam uma provocação contra a ditadura militar brasileira. Passados trinta anos, nenhum dos grandes jornais brasileiros fizeram questão de lembrar, ou de nos lembrar, do trigésimo aniversário da morte do líder chinês. A China já não é mais a mesma. Acredito que no momento de excepcional crescimento econômico, nem os próprios chineses fizeram muita festa pela memória de Mao. Nossos jornais, impresso ou televisivo, ao contrário, passaram os três dias que antecederam o dia 11 de setembro, relembrando a queda das torres gêmeas do World Trade Center em Nova York no ano 2001. O que era mais interessante para os meios de comunicação? Nos fazer lembrar a China maoísta ou a queda das torres em Nova York? A memória é objeto de disputa, representa interesses políticos, econômicos e culturais. Por isso, tivemos três dias de "Atentado em NY". Essa pequena introdução pode parecer bem distante do título de meu trabalho: João Goulart - 30 anos de Silêncio. Mas não é. Exatamente no mesmo ano: 1976, dois ex- presidentes do Brasil morreram – Juscelino Kubitschek e João Goulart. Juscelino que vislumbrava a possibilidade de voltar à presidência em uma possível eleição de 1965, fora humilhado pelos militares em constantes interrogatórios. Jango, apelido de infância do presidente Goulart, jamais retornaria ao país que deixará em 1964.

Palavras-chave: Imprensa. João Goulart. Ditadura militar.

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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!História oral e memória do povo da fronteira: Santo Antonio do Sudoeste e o golpe de 1964 Popular Versão: PDF
Atualização:  26/9/2013
Descrição:
BERNARDI, Lunalva E.

No artigo, fazem-se reflexões que permitam rever fatos da história oral e a memória do povo da fronteira com a Argentina, buscando através de depoimentos, identificar acontecimentos e aprofundar fatos sobre a eclosão do golpe de 1964 e seus reflexos na vida da comunidade desse município.

Palavras-chave: História oral. Memória. Depoimentos.

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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!Revolução Constitucionalista de 1932: articulações de um movimento Popular Versão: PDF
Atualização:  27/9/2013
Descrição:
NUNES, Vanessa

Objetivamos com esta pesquisa, sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, analisar a forma de engajamento dos militares paulistas e sua visão sobre o movimento que participaram, os grupos sociais que constituíram o levante e suas articulações. Para tanto, faremos o relato da trajetória da Revolução de 1930 até a eclosão da Revolução de 1932, analisando as posições tomadas pelos seus protagonistas, buscando responder se houve uma Revolução, ou seja, uma verdadeira natureza de revolução. Utilizamos como base argumentativa, livros de fundamentação teórica para a solução das argumentações ou de novas problemáticas e fontes documentais. Os resultados obtidos indicam que havia uma “imposição”, um discurso ideológico dos articuladores do movimento para persuadir as classes envolvidas e criar toda uma imagem e um ideário distorcido do real. Assim, esse mito permaneceu, o de um movimento intitulado “Revolução”.

Palavras-chave: História do Brasil. Revolução de 1932. Movimento. Articulações de Poder. Contra-Revolução. Período Vargas.

Downloads 3419  3419  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Universidade Paranaense - UNIPAR  Site 
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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!"Utopia e Paixão": sociabilidades estudantis e militância política  Popular Versão: PDF
Atualização:  23/9/2013
Descrição:
ZALLA, Jocelito

O presente artigo pretende ser uma breve contribuição aos estudos sobre o movimento estudantil contemporâneo no Brasil, tendo como ponto de partida uma entidade de base fundada na década de 80 e como objeto principal a análise da dinâmica de sua constituição. Quando da implementação do Campus do Vale da UFRGS no final da década de 70, o então Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Letras fora instalado nos primeiros prédios construídos no local. Naquele momento, o espaço destinado à organização dos estudantes passou a abrigar um diretório uno, englobando os alunos de todos os cursos da unidade, o DAIU (Diretório Acadêmico dos Institutos Unificado). Já nos idos de 1979, teve início uma discussão acerca da organização de centros acadêmicos por cursos. A proposta parece ter encontrado não apenas adeptos, mas também muitas dificuldades. Os estudantes de História da UFRGS não permaneceram alheios a esse movimento. Em 1984, as discussões recomeçaram, mas, devido a uma greve dos docentes, o projeto de centro acadêmico dos estudantes de História acabou sendo postergado por mais alguns meses. Em 1985, um grupo de estudantes, grande parte das turmas de 1984 e 1985, abriu novas rodadas de discussões e criou aquele que deveria ser o órgão representativo dos discentes de História: o CHIST.

Palavras-chave: Movimento estudantil. UFRGS. Discentes de História.

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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!Educação Histórica e Patrimônio: Experiências de Educação Patrimonial na Ilha do Mel Popular Versão: PDF
Atualização:  25/9/2013
Descrição:
NASCIMENTO, Evandro C. do

A proposta deste artigo é apresentar experiências de educação patrimonial na Ilha do Mel – Paranaguá/PR desenvolvidas no primeiro semestre de 2012, com alunos do 6º ano do Colégio Estadual Lucy Requião de Mello e Silva. Neste contexto, a Educação Histórica surge como um corpo teórico e metodológico que orienta tais investigações e possibilita a utilização do patrimônio como recurso para as aulas de História. Partindo das teorias de Jörn Rüsen, Jacques Lee Goff, Peter Lee e Isabel Barca este trabalho busca investigar a relação que a educação patrimonial tem com a Educação Histórica e apresentar as experiências da pesquisa empírica. Tal investigação revela que o patrimônio, quando enquadrado na perspectiva da Educação Histórica, contribui para o desenvolvimento da consciência histórica dos alunos.

Palavras-chave: Consciência Histórica. Narrativa Histórica. Aula Oficina.

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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!Etnicidade e ensino de História: a matriz cultural africana. Popular Versão: PDF
Atualização:  26/9/2013
Descrição:
FLORES, Elio Chaves

O ensaio discute o ensino de História da África na cultura escolar a partir de dois campos de produção e representações étnico-raciais: o estado da arte na universidade e a recente legislação sobre as questões étnico-raciais em relação à História da África. Parto da hipótese de que as estruturas curriculares dos cursos de História reproduzem para a educação básica o cânone da mestiçagem. O grande desafio para os estudos africanistas seria, portanto, ultrapassar os limites da seleção cultural.

Palavras-chave: Africanismo. Ensino de História. Questão racial.

Downloads 3568  3568  Tamanho do arquivo 0 bytes  Plataforma Revista Tempo - UFF  Site http://www.historia.uff.br/tempo/site/
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Categoria: História Artigos
Fazer Download agora!Uma Geração em debate: Beats ou Beatniks? Popular Versão: PDF
Atualização:  30/9/2013
Descrição:
ALMEIDA, Marcos Abreu Leitão de

O presente artigo tem como objetivo entender de que forma a Geração Beat foi recepcionada pela sociedade americana da década de 1950, e como seus membros, por sua vez, reagiram a esta recepção. Entendemos que o melhor percurso para alcançar tal objetivo seria o de recuperar o amplo debate nos principais periódicos americanos que tinha como questão premente entender o que era ser beat. Ao efetuar tal operação, resgataremos os dilemas, intenções, e preocupações de homens que viveram nos Estados Unidos no fim da década de 50 adentrando, ao menos um pouco, no seu universo mental, além de re-inserir a Geração Beat em seu contexto de produção. É notável a quantidade de produções, acadêmicas ou não, que afirmam que a Geração Beat é a origem da contracultura dos anos 60. Ainda que não se possa negar que os Beats influenciaram muito a contracultura – a ponto de Ginsberg afirmar que as letras de Bob Dylan eram a certeza de que a "tocha" havia sido passada -, também é inegável que o ídolo das origens é o canto das sereias de todo historiador e deve ser evitado, pois o leva frequentemente ao anacronismo. Quando os livros dos escritores Beats foram lançados na segunda metade da década de 1950, nos Estados Unidos, seus autores encontraram em setores consideráveis da sociedade americana um público hostil. Classificados como subliteratura, com poemas censurados, e extremamente criticados nos principais jornais americanos, alguns membros da Geração Beat tentaram se defender. Disso resultou um amplo debate que recheou diversas páginas dos impressos americanos, entre 1957 (ano do lançamento de On the Road) e 1960, sobre o que era a Geração Beat. Tais debates envolviam jornalistas, escritores, críticos literários, e até psiquiatras e políticos, além dos próprios beats.

Palavras-chave: Geração Beat. Década de 50. Arte. Cultura.

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