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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora! “Quando me Dei Conta de que Era Negra(o)/Branca(o)? ”: um Estudo a partir de Relatos Autobiográfic Novos da semana Versão: PDF
Atualização:  17/10/2017
Descrição:
SOUTA, Marivete

Esta pesquisa se situa na área dos estudos da Linguagem e investigou como as(os) alunas(os) negras(os) e brancas(os) de um colégio da rede pública estadual do Paraná expressam suas identidades étnico-raciais por meio da produção de relatos autobiográficos. Para tanto, foram elencados os seguintes objetivos: verificar se/quais conflitos de identidade racial aparecem nas produções de alunas(os) negras(os) e brancas(os); identificar o papel da escola e outras instituições e/ou meios na (re)construção da(s) identidade(s) raciais e analisar como uma SD com o gênero relato autobiográfico, com a perspectiva do letramento racial crítico e da educação antirracista pode contribuir para a construção da identidade étnico-racial. Os conceitos de raça na perspectiva sociológica foram retomados, trazendo a concepção de raça como uma construção histórica e cultural, a partir de autores como Gomes (2005, 2012); Guimarães (1999, 2011) e Munanga (1994, 1999, 2005, 2005) dessa área. Discuti branqueamento, branquidade e branquitude, embasada em autores da área da Psicologia como: Bento (2014); Piza (2005, 2014); Cardoso (2008; 2010; 2011; 2014) da área de Ciências Sociais. A concepção de identidade foi baseada em autores como: Hall (2011) e Moita Lopes(2002). Focalizei a construção da identidade de adolescentes e jovens, pois são os sujeitos desta pesquisa. A opção metodológica foi a pesquisa-intervenção, com a perspectiva do letramento racial crítico e a educação antirracista, com aplicação de uma SD, e o relato autobiográfico, que foi instrumento de geração de dados, assim como o diário de bordo. Da área de Linguagens, referenciei-me em autores como: Ferreira (2006, 2009, 2014, 2015) e Moita Lopes (1992, 2002, 2006). As (os) alunas (os) expressaram suas identidades étnico-raciais por emio dos relatos, partindo de recordações de como se deram conta de que eram negras (os) brancas (os). À medida que contaram se tinham pensado alguma vez sobre sua cor de pele, foram trazendo lembranças que as (os) fizeram ter a percepção de sua raça. Pela análise dos dados, foi possível observar alguns conflitos de identidade como o branqueamento e o discurso da hegemonia racial, contradizendo-se com afirmações de que a cor da pele influencia em como foram/são tratados. O papel da escola entre instituições e /ou meios que contribuíram para a construção das identidades foi reafirmada, reiterando a importância da educação para as relações étnico-raciais. Pudemos concluir com esta pesquisa que através de um trabalho na perspectiva do letramento racial crítico e da educação antirracista é possível ressignificar a branquitude, contribuindo assim para a formação de cidadãos críticos que possam construir um mundo menos excludente.

Palavras-chave: Identidade racial. Branquitude. Narrativas autobiográficas. Adolescentes e jovens.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Os Domínios da Intimidade: o Privado e o Público nas Crônicas de Rachel de Queiroz Novos da semana Versão: PDF
Atualização:  19/10/2017
Descrição:
Figueiredo, Adriana Giarola Ferraz

Esta pesquisa tem como objetivo verificar a representação da intimidade, partindo do conceito e da constituição do privado e do público nas crônicas de Rachel de Queiroz. Sendo o texto cronístico um relato dos acontecimentos cotidianos, o próprio desenho de certos tipos humanos e uma possibilidade de interação com o efêmero, mas significativo, cabe, nesse contexto uma análise precisa e intimista, considerando a figura do eu e as ligações desse eu com o outro e com os fatos que o cercam.

Palavras-chave: Crônica. Intimidade. Privado. Público. Rachel de Queiroz.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!De Saint-Exupéry a Limeira: uma Leitura Comparativa de O Pequeno Príncipe Novos da semana Versão: PDF
Atualização:  17/10/2017
Descrição:
OLIVEIRA, Pedrina Carvalho de

Ao ministrarmos aulas de literatura para turmas de Ensino Médio, constatamos que grande parte dos alunos não aprecia textos poéticos, pois os consideram de difícil compreensão. Como despertar o interesse pela leitura de poesia? Após experiências exitosas, envolvendo a abordagem da literatura de cordel, percebemos que a estrutura composicional desse gênero discursivo pode sensibilizar os alunos para a linguagem poética. Desse modo, optamos por produzir, para esta dissertação, uma “sequência expandida de leitura”, destinada a alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II, abordando a literatura de cordel. Esta proposta, além de atender à necessidade de produção de material didático voltado para a poesia, vem ao encontro de outra carência observada nas escolas: a de se abordar o letramento literário – como ressaltam Candido (2004), Compagnon (2009), Cosson (2014) e Michelleti (2000) – e, especialmente, a literatura não canônica – conforme assevera Abreu (2006). Para elaboração desse material, escolhemos o conto filosófico de Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe (1943), e sua versão em cordel, publicada pelo cordelista pernambucano Josué Limeira, em 2015. A contextualização das obras selecionadas se deu a partir das pesquisas realizadas por Munhoz (2014) sobre a vida e obra do escritor francês e de entrevistas concedidas pelo cordelista e pelo ilustrador de O Pequeno Príncipe em Cordel (2015). Para conceituarmos e analisarmos os gêneros discursivos a que pertencem as obras, recorremos a Cortázar (2013), Bosi (1989) e Aragão (1985), que abordam a teoria do conto, e a Abreu (2006), Evaristo (2011) e Marinho e Pinheiro (2012), que tratam da valorização do cordel e da literatura não canônica. Para a elaboração das atividades, analisamos os dois enunciados, seguindo as etapas de leitura sugeridas por Cosson (2014), Michelleti (2000) e rediscutidas por Corsi (2015), observando os elementos que, segundo Bakhtin (2003), constituem os gêneros discursivos – “conteúdo temático”, “estrutura composicional” e “estilo”. A análise das relações intertextuais entre as obras foi realizada a partir dos estudos de Kristeva (1974), Nitrini (2000), Jenny (1979), Samoyault (2008) e das categorias hipertextuais e hiperestéticas de Genette (1989). Os encaminhamentos previstos em nossa proposta, embasados nas proposições de Rildo Cosson (2014), ressaltam o diálogo entre os textos abordados, suas especificidades estruturais, a valorização da literatura de cordel, as relações entre o gênero épico – a que se filia o cordel – e o gênero lírico, utilizando outros gêneros discursivos e recursos audiovisuais para explorar o conteúdo temático e contextualizar as obras. Após as atividades de leitura e interpretação dos enunciados, os alunos são convidados a produzirem seus próprios cordéis, para que, também através do fazer poético, estejam mais sensíveis e receptivos às composições com as quais se depararem ao longo de sua vida.

Palavras-chave: Literatura de Cordel. Letramento literário. Intertextualidade. O Pequeno Príncipe. O Pequeno Príncipe em Cordel.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora! Estórias Abensonhadas, de Mia Couto: Artes de Fazer Leitura Literária na Escola Versão: PDF
Atualização:  8/6/2017
Descrição:
CASTRO, Neuza Brazil de

Este trabalho apresenta uma proposta de Sequência Expandida em Leitura Literária, na Educação Básica, segundo o aporte teórico de Rildo Cosson, desenvolvido por meio de sua obra Letramento Literário: teoria e prática (2014). Para o encaminhamento das atividades, foram selecionados contos da obra Estórias Abensonhadas (2012), de Mia Couto, a fim de estudar, nas narrativas, as configurações simbólicas e culturais da espacialidade africana contemporânea, especialmente as contingências impostas ao idoso. Nesse sentido, foram utilizadas as proposições de Kwame Anthony Appiah (1997) e de Frantz Fanon (2008). Já em relação às imagens simbólicas, recorrentes nos relatos, correlacionadas aos espaços culturais construídos historicamente, foram aplicadas as bases conceituais sobre os Elementos da Imaginação da Matéria, de Gaston Bachelard (1984-1962), bem como, de Michel de Certeau (1998), sobre as proposições capazes de refutar a sociedade de disciplina, pelas artes de fazer, nas quais mecanismos de resistência estariam situados nas práticas ordinárias, nos traços do cotidiano. Este estudo, atrelado às práticas de Leitura Literária compartilhada com alunos adolescentes do 8º ano do Ensino Fundamental II, ressaltou, também, a teoria de Michel Thiollent (2008), vinculada à Pesquisa-Ação, e os estudos de Michèle Petit (2008) dedicados à formação leitora. No decorrer da aplicação do Projeto de Intervenção na escola pública, no município de Planalto, Paraná, foi observado o vínculo concretizado entre pesquisadora, professores colaboradores, alunos, pais e sociedade local, cujas atividades contextualizadas, empreendidas no exercício de realização coletiva, comprovaram nossas expectativas, e a Leitura Literária no âmbito escolar pôde ser proposta com ampla repercussão social daqueles que a efetivaram.

Palavras-chave: Sequência expandida. Leitura literária. Mia Couto. Ensino Fundamental.

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Fazer Download agora!Narrativas autobiográficas de mulheres que (con)vivem com o HIV: identidades sociais de gênero Versão: PDF
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
OLIVEIRA , Linite Adma de


Este trabalho assume a identidade compreendida como um processo de produção simbólica e discursiva (SILVA, 2014) através de práticas e interações sociais. A pesquisa teve como justificativa o silenciamento histórico em relação à construção identitária da mulher, a qual, nas relações de poder, é deixada aquém. Assim, os discursos expressos são entendidos como inscritos em práticas diversas. Os objetivos da pesquisa são: conhecer as experiências de vida das mulheres participantes da pesquisa antes de conviverem com o HIV; entender o processo de reconstrução da identidade social feminina a partir das experiências vividas na convivência com o HIV e reconhecer as possibilidades futuras e perspectivas reveladas como ressignificação de uma identidade social de gênero na convivência com o HIV. A pesquisa foi embasada nos referenciais teóricos de identidades sociais de gênero e nos teóricos da linguística aplicada. Na compreensão da identidade de gênero respaldei-me em Louro (2009), Butler (2003) e Pinto (2009), enquanto que Borba (2008, 2010) e Norton (2010) foram tomados como referenciais teóricos para questões de identidade, gênero no contexto do HIV. A pesquisa também teve como base teórica os estudos de linguagem e análise crítica do discurso de Van Dijk (2008) e Fairclough (2001, 2008) como alguns dos autores. A metodologia utilizada foi a pesquisa qualitativa narrativa, a qual se caracteriza como metodologia e método de investigação. O espaço tridimensional (CLANDININ; CONNELLY, 2000) foi o que norteou a geração de dados - narrativas autobiográficas de mulheres que vivem ou convivem com o HIV. Os resultados obtidos nas narrativas apontam que antes do HIV as identidades sociais reveladas das mulheres pesquisadas mostram que elas têm vínculo afetivo com a figura masculina e acreditam que os afazeres domésticos e cuidado com o outro são suas incumbências. Atualmente, temem o abandono e têm medo de serem julgadas. Nas narrativas referentes logo após à notificação à soropositividade ao HIV, apontaram as identidades maternal, filial e conjugal sobrepostas à identidade soropositiva ao HIV. A adesão à terapia antirretroviral dá-se pela preocupação com o corpo e saúde, por inquietarem-se com os filhos ou outro ente da família. Lamentam por não terem tido preocupação com sua saúde sexual antes de (con)viverem com o HIV ou por confiarem ao extremo em seus companheiros. Nas narrativas das perspectivas futuras dessas mulheres, elas apontam a importância de uma educação sexual preventiva aos jovens e se demonstram mais empoderadas na busca de outros relacionamentos e de conhecimentos e informações relacionadas à saúde sexual. Apontam a importância da ONG como espaço para assumir e discutir a identidade soropositiva ao HIV. As identidades sociais de gênero remetem as mulheres não só às questões negativas, mas também a uma chamada performativa de suas identidades para a reconstrução e vida performativa no processo de reflexão acerca de suas relações sociais no campo afetivo, econômico, social e pessoal. Concluo que as identidades de ser mulher se entrecruzam e que, o processo de construção e reconstrução faz parte do viver. Falar de HIV é falar das relações sociais e práticas sociais entre seres humanos. Além disso, a maneira como falo do outro, muito pode dizer de mim mesmo ou de quais discursos compõem as minhas identidades. Viver é construir e desconstruirmos a nós mesmos a todo tempo.

Palavras-chave: Narrativas autobiográficas. HIV. Identidade de gênero. Mulheres.

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Fazer Download agora! Ensino da Ortografia: uma Proposta de Trabalho Reflexivo com o 7º Ano do Ensino Fundamental Versão: PDF
Atualização:  6/6/2017
Descrição:
ROMANINO, Julhana Cella

Esta pesquisa apresenta uma descrição e análise dos erros ortográficos registrados em produções escritas de alunos do 7º ano do Ensino Fundamental, com a finalidade de propor atividades que os auxiliem a compreender o funcionamento da escrita em sua variante padrão. As questões relacionadas à escrita ortográfica têm denunciado um trabalho, às vezes, superficial da escola no que tange à compreensão do código escrito, à consciência fonológica e às arbitrariedades da língua. Os alunos demonstram a incompreensão do funcionamento da escrita, transcrevendo a sua fala e registrando marcas dialetais. Na perspectiva de alcançar o objetivo proposto, sustentamos a pesquisa nos pressupostos teóricos e metodológicos da Linguística Aplicada e nos estudos de autores como: Cagliari (1998, 2007, 2009), Bortoni-Ricardo (2004, 2005, 2006, 2008), Oliveira (2005) e Morais (2007, 2010). Para o desenvolvimento da pesquisa optamos pela abordagem qualitativa, e o método da pesquisa-ação. Na tentativa de compreender os processos pelos quais o aluno aprende a escrita ortográfica, após a realização de produções de textos de diferentes gêneros discursivos, os erros foram identificados e catalogados a partir de Oliveira (2005), para verificação das ocorrências e delimitação dos fenômenos a serem explorados na Unidade Didática. Foi possível perceber muitas ocorrências de equívocos decorrentes das arbitrariedades da própria língua e erros relacionados à presença da oralidade na escrita. A unidade didática contempla atividades de produção e fixação da escrita, buscando descrever o trajeto que o aluno realiza na compreensão do sistema gráfico da língua. A partir de reflexões sobre a fala e a escrita e seus princípios, práticas de leitura e de escrita, pretende-se envolver o aluno em situações reais de escrita, para que crie uma postura de autor, assumindo a palavra em toda a sua dimensão. Esperamos que esta proposta possa auxiliar no trabalho com a escrita, especificamente a ortografia, de forma a levar o aluno a dominar o código gráfico da língua e ampliar sua competência linguística.

Palavras-chave: Escrita. Ortografia. Ensino fundamental.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Tecnologias nas aulas de língua portuguesa: refletindo sobre a formação continuada dos professores Versão: PDF
Atualização:  23/2/2016
Descrição:
GODOY, Wilson Cabral

Esta pesquisa teve como objetivo analisar como foi a formação continuada dos professores de Língua Portuguesa do ensino médio para o uso das tecnologias em um município da região Metropolitana de Curitiba, no Estado do Paraná. Como problema de pesquisa, temos a seguinte questão: qual formação continuada o professor de Língua Portuguesa, do ensino médio, teve no período de 2008 a 2012 para trabalhar com as tecnologias na sala de aula? O estudo foi realizado em três escolas públicas do município de Colombo. Baseamos esta pesquisa numa abordagem metodológica qualitativa, sendo os instrumentos de coleta de dados utilizados um questionário e entrevista, aplicados aos professores de ensino médio dos três colégios pesquisados. Na abordagem teórica, buscamos discutir a tecnologia a partir da cultura, dos movimentos emergentes com a sociedade da informação e da cibercultura, e, para isso, utilizamos autores como, Rockwell (1995); Lopes (1999); Forquin (1993); Lemos (2010); Lévy (1996); Moran (2007, 2012); Sancho (2006) e Brito e Purificação (2008, 2011). A pesquisa traz a organização do ensino médio no Brasil e particularmente no Paraná. Apresenta os programas em nível Federal e Regional de formação em andamento. Nos resultados, verificamos que o professor é aberto às Tecnologias Educacionais (TE) e está preocupado com a sua formação para o uso destas. No entanto, a pesquisa apontou várias questõesproblemas que envolvem o uso do laboratório de informática, revelando que há muito por fazer por parte da Secretaria Estadual de Educação (SEED) para que o professor sinta-se motivado a incluir o uso do laboratório de informática no cotidiano da escola.

Palavras-chave: Formação continuada de professores. Tecnologias educacionais. Laboratório de informática. Educação básica/Ensino médio.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora! Ações Colaborativas para Encaminhamentos da Produção e da Reescrita Textual no Ensino Fundamental Versão: PDF
Atualização:  8/6/2017
Descrição:
TURKIEWICZ, Rosemary de Oliveira Schoffen

Desde a década de 1980, o ensino de Língua Portuguesa vem sendo discutido por estudiosos e pesquisadores, sustentados pelo pressuposto dialógico e interacionista da linguagem, conforme defendido pelo Círculo de Bakhtin, escopo teórico presente nas Diretrizes Curriculares do estado do Paraná, que reconhecem o texto-enunciado como unidade de ensino que se configura em determinado gênero discursivo. Logo, as propostas de produção de texto na escola deveriam priorizar a interação, haja vista que para Bakhtin/Volochinov (2014[1929]), a língua só se concretiza em enunciados concretos dentro de um processo de interlocução. O distanciamento, entre os professores de Língua Portuguesa, dessa compreensão, faz-nos inferir que tais pressupostos não foram compreendidos, talvez pela ausência de formação adequada e/ou período de tempo suficiente para articular teoria e prática conforme o que rege os documentos. Ao fazermos parte dessa realidade escolar, atuando como docente da rede estadual, optamos por desenvolver uma pesquisa-ação-crítica-colaborativa envolvendo duas docentes de 6° e 9° anos do ensino fundamental, de um município da região noroeste do estado do Paraná. Assim, nosso olhar se voltou mais especificamente para o seguinte tema: ações colaborativas da prática docente no que se refere aos encaminhamentos da produção e da reescrita textual. Essa opção se justifica por acreditarmos que uma formação continuada embasada nos princípios da ação colaborativa pode auxiliar com a fundamentação teórico-metodológica acerca dos processos de produção e reescrita textual, de modo a garantir mais segurança para o desenvolvimento de sua prática pedagógica. Esse propósito investigativo sustentou-se nas seguintes indagações: a)Como um grupo de professores do 6º ao 9°ano compreende os pressupostos teórico-metodológicos previstos nas DCE? b)O que tem feito o professor do 6º ao 9°ano, em termos de encaminhamentos para a produção, correção e reescrita de textos? c)Como nós, pesquisadora, podemos desenvolver ações colaborativas focadas nas dificuldades docentes para o encaminhamento da produção, e reescrita textual, de modo a contemplar as orientações teórico-metodológicas que constam nas DCE? d)Que alterações teórico-metodológicas são apresentadas a partir das ações de mediação da pesquisadora? Assim, nosso objetivo geral foi Refletir sobre as ações colaborativas desenvolvidas em orientações teórico-metodológicas sobre a prática de produção e reescrita de texto e suas contribuições nos encaminhamentos didático-pedagógicos nas séries finais do Ensino Fundamental. A pesquisa circunscreveu-se na área da Linguística Aplicada, sob a concepção de linguagem explicitada pelo Círculo de Bakhtin, pautando-se nos princípios da teoria histórico-cultural, a partir dos estudos de Vygotsky e Leontiev, e nas propostas de ensino da produção textual abordadas, primeiramente, por Geraldi (2007[1984]), passando por vários pesquisadores da área. Assumimos, como procedimento metodológico, a pesquisa-ação-crítico-colaborativa, ao promovermos reflexões com as professoras do ensino fundamental sobre a própria prática a fim de construírem novos conhecimentos a respeito dos encaminhamentos da produção e da reescrita textual. Os resultados de todo processo da pesquisa demonstram: a) a compreensão do caráter processual da escrita, que compreende as etapas de planejamento, efetivação da escrita, revisão e reescrita; b) o aprimoramento no desenvolvimento de atividades de produção e reescrita textual; c) a internalização e a apropriação dos pressupostos teórico-metodológicos concernentes à concepção de linguagem interacionista e dialógica; d) necessidade de rever a forma pontual como se organizam as formações continuadas no contexto do ensino fundamental; e) necessidade de se investir em orientações teóricas e metodológicas colaborativas quanto ao trabalho com a escrita, que possibilitem acompanhar a prática pedagógica nesse contexto de ensino.

Palavras-chave: Pesquisa-ação-crítico-colaborativa. Formação continuada de professores. Produção textual. Reescrita textual.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!O ensino do uso da modalização para alunos do fundamental II: uma prática possível Versão: PDF
Atualização:  19/2/2016
Descrição:
MELCHIOR, Jaqueline Pizzi

Este trabalho apresenta pesquisa realizada com objetivo de elaborar proposta de aplicação teórica sobre o ensino da modalização para alunos do 9º ano do ensino fundamental. Relata-se aplicação de proposta didática em escola pública da zona urbana da cidade de Cascavel, Estado do Paraná, nos anos de 2013 e 2014. Partiuse da hipótese de que os alunos daquele 9º ano do ensino fundamental possuíam uma baixa competência argumentativa em situações de produção escrita, ao se posicionarem em relação a uma questão polêmica. Aplicou-se proposta didática com base nos estudos de Cervoni (1989), Koch (2011), Castilho e Castilho (1993) e Neves (1996), autores que serviram para o entendimento de que elementos linguísticos, tais como conjunções, advérbios, adjetivos, etc, servem para a construção da argumentação do texto. Considerou-se que a modalização é uma estratégia semântico-discursiva possível em diferentes gêneros textuais/discursivos, capaz de permitir ao enunciador deixar registrado, em seu discurso, marcas de sua subjetividade ou objetividade por meio da escolha de elementos linguísticos que constituem um ato de fala particular. O corpus escolhido para análise é constituído de quatro textos produzidos pelos alunos a partir de uma situação polêmica na escola, que envolvia a escolha dos representantes do colégio por meio de uma votação on-line. Expõe-se metodologia utilizada na proposta didática e análise dos resultados visualizados em produções do gênero comentário on-line, em grupo criado na rede social Facebook. Este trabalho possibilitou perceber que o ensino do uso da modalização para alunos do ensino fundamental é uma prática possível que, associada à produção do gênero comentário on-line, promove interação e possibilidade de inserção das novas tecnologias no processo de aprendizagem. Espera-se contribuir com o processo de ensino do uso da modalização, não como um conteúdo isolado, mas como um fenômeno presente na linguagem humana, que deve ser associado à aprendizagem da leitura e escrita.

PALAVRAS-CHAVE: Modalização. Ensino fundamental. Comentário on-line.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora! Compreensões dos Professores de Língua Portuguesa sobre os Pressupostos Teórico-metodológicos das Versão: PDF
Atualização:  5/6/2017
Descrição:
MENEZES, Estela Mari Tomazelli Silveira

O tema desta pesquisa é o trabalho com os gêneros discursivos em turmas de 6º a 9º anos do Ensino Fundamental, em escolas públicas da Rede Estadual, a partir do que está proposto nas Diretrizes Curriculares Estaduais – DCE – (PARANÁ, 2008). Esse interesse pelo tema sustenta-se na preocupação de que, se no trabalho com a linguagem não considerarmos os gêneros discursivos, incorremos no risco de focar a língua apenas como forma e estrutura, revelando, assim, outra concepção de linguagem que se distancia daquela defendida por esse documento curricular que norteia o ensino no Estado do Paraná. Nessa perspectiva, nosso propósito foi responder às seguintes perguntas de pesquisa: a) Qual é a compreensão do professor da disciplina de Língua Portuguesa (LP), na rede estadual de ensino de Cascavel, em relação aos pressupostos teórico-metodológicos das DCE, no trabalho com os gêneros discursivos na sala de aula? b) De que forma essa compreensão está transparecendo nos encaminhamentos didáticos da disciplina? c) A formação continuada (FC) ofertada pelo Estado, após a publicação das DCE, tem favorecido a compreensão dos pressupostos teórico-metodológicos desse documento? Para isso, propomos, como objetivo geral, verificar como estava ocorrendo o trabalho com os gêneros discursivos em turmas de 6º a 9º ano do Ensino Fundamental da rede pública Estadual de Cascavel, a partir do que está proposto nas DCE e se as formações, após a implementação do documento, contribuíram de alguma forma. Para que esse objetivo se materializasse, foi necessário eleger um quadro teórico que coadunasse com o que é proposto pelas DCE, ao explorar conceitos como concepção dialógica de linguagem, discurso, gêneros discursivos, enunciado e texto, os quais são apresentados por Bakhtin/Volochínov (2009[1929]) e Bakhtin (2003[1979]; 2010[1929]; 2010[1975]). Recorremos, ainda, a outros autores que compartilham dessa teoria: Brait (2003, 2005, 2012); Rodrigues (2005); Faraco (2009, 2011); Acosta-Pereira (2013); Costa-Hübes (2014); dentre outros. Trata-se, assim, de uma pesquisa que se insere na Linguística Aplicada, tendo em vista que se voltou para o estudo da linguagem no âmbito educacional. Quanto à perspectiva metodológica, inscreve-se dentro de uma abordagem qualitativa-interpretativista, de cunho etnográfico, estudo de caso. Os sujeitos foram 4 professoras que atuam nos anos finais do Ensino Fundamental em duas escolas estaduais no Município de Cascavel, e os dados foram gerados por meio de entrevistas e observação de aulas. Como resultado, concluímos que as docentes que se colocaram como sujeitos da pesquisa, mesmo não compreendendo integralmente a base teórico-metodológica do documento e não obtendo subsídios suficientes por meio das FC ofertadas pelo Estado, ministram suas aulas em torno do conteúdo gênero discursivo com autonomia, explorando-o de acordo com o conhecimento que têm sobre o assunto.

Palavras-chave: Concepção dialógica de linguagem. Gênero discursivo. Formação continuada. Ensino de Língua Portuguesa.

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