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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Perguntas de leitura e construção de sentidos: experiência com 6º ano do ensino fundamental Popular Versão: 
Atualização:  19/2/2016
Descrição:
RODRIGUES, Adélia Aparecida Pereira da Silva

Este estudo, vinculado ao Grupo de Pesquisa “Interação e Escrita” (UEM_CNPq – www.escrita.uem.br) e SEED-Paraná, destaca uma prática de avaliação de leitura muito presente nas salas de aula, as perguntas de leitura, que, embora sejam recorrentes em todas as disciplinas, não se efetivam como eficientes no processo de ensino e aprendizagem. O trabalho realizado no 6º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública de Maringá, no Noroeste paranaense, objetivou demonstrar como é possível alterar as tradicionais perguntas de leitura, que normalmente figuram no livro didático, construindo questionamentos pertinentes, que levam o aluno a refletir sobre suas construções de sentidos e discutir o assunto do texto de forma autônoma e crítica. No intuito de atingir o objetivo, partiu-se das perspectivas sobre leitura, centradas nos estudos da Linguística Aplicada e da prática escolar de leitura, pressupostos discutidos por Dell‟Isola (1996), Solé (1998), Colomer & Camps (2002) e ampliados por Menegassi (1995; 2010; 2011), o qual ressalta a necessidade dessa proposta como parte do processo de desenvolvimento do leitor na escola, para a construção do sentido, fator determinante a qualquer leitura em sala de aula.

Palavras-chave: Leitura. Perguntas. Ensino Fundamental.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Geração Coca - Cola, Filhos da Revolução: efeitos de sentido em canções da Legião Urbana Popular Versão: PDF
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
SANTOS, Cleverson Lucas dos

Este trabalho busca compreender os efeitos de sentido produzidos pelas canções da banda brasiliense Legião Urbana, sob o viés da Análise de Discurso de Linha Francesa, considerando as condições de produção discursivas na constituição dos sujeitos jovens e da juventude. Para tanto, tem como ponto de partida um recorte sobre a produção da banda Legião Urbana em seus três primeiros trabalhos: Legião Urbana (1985), Dois (1986), Que País é Este (1987), que contém canções individuais e/ou coletivas compostas por Renato Russo, no período da banda Aborto Elétrico (1978-1982) e de seu solo Trovador Solitário (1982). A pesquisa fundamenta-se no referencial teórico-metodológico da Análise de Discurso, nos estudos Pêcheux (1990, 1997, 2009) e nos desdobramentos brasileiros presentes em Orlandi (1997, 2004, 2005, 2007, 2008, 2012); Mariani (2003); Nunes (2006) e Rodriguez-Alcalá (2011), que possibilitaram verificar o funcionamento discursivo presentes no dito da materialidade linguística presente nas canções, bem como no não-dito, que se coloca na perspectiva de silêncio fundante, possibilidade mesma do dizer e silêncio local, silenciamento, da censura do período em questão, e, em outras materialidades discursivas, como o não-verbal correspondente à sonoridade. Ressalve-se que as constantes referências ao pensamento e à história de vida de Renato Russo, o líder da banda, acontecem devido a literatura existente sobre a banda e seus primórdios terem nele seu principal interlocutor. As histórias de Renato e da banda acabam por misturar-se. Foram, então, subdivididas as 32 canções dos três discos em cinco unidades temáticas, apresentando as inter-relações dos sujeitos jovens construídas em três planos: individual, social e institucional. Por fim, observou-se que a juventude primeiramente constituída correspondia a jovens de classe média e alta, situados em um espaço que possibilitou brechas, mesmo em meio à repressão da ditadura, e, aliados à própria compreensão que se tinha e que ainda permanece de que esses sujeitos estão ainda em formação, em quaisquer que sejam as FDs, possibilitando que tenham discursos divergentes aos postos, sem que isso signifique realmente um rompimento com estas. Por outro lado, ao compreenderem essa condição, os sujeitos irão valer-se da repetição das condições impostas, para parafrasear a própria vida, fazendo do mesmo algo diferente.

PALAVRAS-CHAVE: Análise de Discurso. Legião Urbana. Juventude.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora! A Ordem dos Constituintes Sintáticos na Formação de Sentenças em Libras na Perspectiva da Linguíst Popular Versão: PDF
Atualização:  6/6/2017
Descrição:
OLIZAROSKI, Iara Mikal Holland

Das muitas questões que vem desafiando a comunidade científica de um ponto de vista gramatical, uma, para a qual ainda não há consenso, diz respeito à ordem dos constituintes das sentenças produzidas na Língua Brasileira de Sinais (Libras), pois, embora seja ela língua das pessoas surdas do Brasil desde 2002, oficializada por meio da Lei nº 10.436 e regulamentada pelo Decreto nº 5.626 em 2005, um dos grandes problemas para sua utilização e descrição linguística refere-se ao pouco conhecimento que se tem quanto à organização e estruturação de suas sentenças. Assim, ao se discutir a Libras numa perspectiva linguístico-teórica, surgem problemas de cunho sintático, os quais acenam para várias indagações, sendo três delas as que nortearam essa pesquisa, a saber: (i). Quais são os padrões sintáticos admitidos pela Libras? (ii) O que motiva e/ou licencia esses padrões? e; (iii) As ordens sintáticas manifestadas nas sentenças produzidas em Libras seria, exclusivamente, em decorrência de sua modalidade visuoespacial, diante do tipo de verbo que pode apresentar? Assim, no propósito de encontrar resposta(s) a essa problematização, traçamos, como objetivo geral, “a reflexão sobre a organização dos sintagmas das sentenças produzidas em Libras”. Na perspectiva de alcançar esse objetivo, sustentamos a pesquisa nos pressupostos teóricos da Linguística Funcional, a qual tenta explicar a estrutura da sentença em termos de função linguística. Assim sendo, partimos de postulados de Greenberg (1963), para o qual a grande maioria das línguas tem diversas ordens variantes, mas apenas uma dominante, podendo ser elas distribuídas em SVO, SOV, VSO, VOS, OSV ou OVS; perpassamos, dentre outros, por Hopper e Thompson (1980), no intuito de verificar se a transitividade concebida por meio de um continuum escalar de dez parâmetros influencia na organização dos constituintes sintáticos das sentenças em Libras; buscamos, ainda, em Chafe (1979), Borba (2002) e Ferreira Brito (2010) questões pontuais referente ao verbo como o valor sintático-semântico e a classificação em modalidade visuoespacial. Nessa perspectiva, adotamos como metodologia a pesquisa de natureza básica, do tipo revisão bibliográfica e de cunho qualiquantitativo. Assumimos como técnica e procedimento de coleta de dados a seleção de sentenças em Língua Portuguesa no Corpus do Português/2006, submetendo-as, após sua preparação, à interpretação por um informante surdo, o que nos remeteu também à pesquisa de campo. A transcrição dessas sentenças para a glosa-Libras resultou em um Corpus Paralelo constituído de 114 sentenças, por meio do qual pudemos realizar análises sintáticas com vistas à reflexão sobre a organização dos sintagmas das sentenças produzidas em Libras – nosso objetivo central. Como resultado desse processo de investigação, constatamos que, em Libras, tendem a manifestar-se os padrões SVO, SOV e OSV, sendo a transitividade forte indício de motivação e/ou licenciamento desses padrões, bem como a modalidade visuoespacial associada ao valor sintático-semântico do verbo, isso porque atinamos, no decorrer das reflexões, que o mesmo tipo de verbo em classificação na Libras pode apresentar ordens distintas num mesmo pólo de transitividade, ou seja, sentenças de baixa transitividade, contendo verbos de processo ou verbos de estado e, na Libras, não-direcionais ancorados ao corpo, tendem, mais comumente, a apresentar o padrão SVO. Já as sentenças de alta transitividade contendo verbos de ação-processo e ação e, na Libras, direcionais irreversíveis, direcionais reversíveis, classificadores, não-direcionais ancorados ao corpo, que incorporam o objeto e instrumentais tendem a apresentar os padrões SVO, SOV e OSV. Assim, apesar da disparidade em classificação na Libras esses verbos coincidem em valor sintático-semântico bem como no pólo de transitividade sentencial. Isso nos levou a deduzir que apenas o tipo de verbo em sua modalidade visuoespacial não pode ser preponderante motivador da ordem dos constituintes sintáticos das sentenças produzidas em Libras.

Palavras-chave: Libras. Ordem dos constituintes sintáticos. Linguística funcional. Transitividade sentencial.

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Fazer Download agora! Avaliação e Autoavaliação da Produção Escrita de Alunos do 7º Ano: Avanços, Tensões e Desafios Popular Versão: PDF
Atualização:  7/6/2017
Descrição:
SCHNORR, Lucilene Aparecida Spielmann

O texto do aluno frequentemente é visto como um produto pronto e acabado, para o qual se direciona um olhar que busca capturar "erros de português". Aspectos como conteúdo, coerência e atendimento à situação de produção recebem menos atenção do que os desvios da norma padrão. Enfatizar um determinado componente textual como o mencionado é necessário. Todavia, não podemos perder de vista a ideia de que um texto compreende um projeto de dizer. Tal projeto deverá se realizar por meio da escolha de um gênero de discurso, e se materializar por meio de um texto. Isso mostra a necessidade de focalizar outros aspectos, e também de avaliá-los para, em caso de dificuldades observadas na produção dos alunos, propor atividades para sua superação. Com esse entendimento, buscamos refletir sobre o processo de avaliação de textos escritos por alunos de um 7º ano de uma escola da rede pública estadual de ensino de um município do Oeste do Paraná, a fim de verificarmos se a aplicação de instrumentos com critérios de avaliação da produção escrita contribui para um melhor desempenho acadêmico dos alunos. A sala de aula foi o contexto de nosso estudo. Foi nele que surgiu o fenômeno em investigação: a avaliação da produção textual escrita. Como docente-pesquisadora, interessamo-nos em compreender tal fenômeno por meio da investigação de nossa própria prática pedagógica. Assim, o objetivo geral dessa pesquisa foi analisar os efeitos da aplicação de instrumentos diagnósticos – tabela de diagnóstico e lista de controle/constatações – para a avaliação e autoavaliação da produção textual escrita e da utilização de diferentes formas de correção textual, entre elas, as formas propostas por Serafini (1998), Ruiz (2013[2001]) e Biasotto e Conceição (2015). Por isso, a reflexão compreendeu a discussão sobre critérios e instrumentos de avaliação e formas de correção, apresentados à turma por meio de diferentes estratégias de interação entre professora e alunos. Situada no campo da Linguística Aplicada, trata-se de uma pesquisa qualitativa-interpretativa, com cunho etnográfico, caracterizada como pesquisa-ação. As análises realizadas permitiram verificar que os objetivos foram atendidos, pois a utilização de instrumentos de avaliação e autoavaliação e de diferentes formas de correção da produção textual escrita possibilitaram ao professor um reconhecimento mais exato dos aspectos dominados e não dominados na produção textual, sendo uma via de diálogo que conduziu os alunos, progressivamente, a um melhor desempenho acadêmico.

Palavras-chave: Produção textual escrita. Ensino. Avaliação.

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Fazer Download agora! A Construção de Verbetes com Base em Letra de Música: uma Proposta Pedagógica Popular Versão: PDF
Atualização:  8/6/2017
Descrição:
DUARTE, Rogério Aparecido

Esta pesquisa tem como objetivo principal ampliar e desenvolver a competência lexical dos alunos por meio do uso do dicionário em sala de aula, para isso levanta reflexões a respeito do ensino do léxico em ambiente escolar, haja vista que, segundo especialistas os estudos nesta área vem se desenvolvendo cada vez mais, contudo o dicionário continua sendo subutilizado no ensino/aprendizagem da língua materna. Em face disso, este estudo defende que o léxico receba a devida atenção quanto à sua abordagem em ambiente escolar, para que não venha sendo visto apenas em suas dimensões puramente linguísticas, mas também como componente essencial para a construção de sentidos nos diversos contextos discursivos por onde circula o falante. Assim sendo, e tendo em vista que o léxico faz parte de um dos componentes mais importantes da língua portuguesa, faz-se necessário lançar um novo olhar sobre as possibilidades de equipará-lo, em grau de importância no ensino da língua, à gramática, à morfologia e à sintaxe. As bases teóricas desta pesquisa assentam-se sobre os estudos relacionados à lexicologia, lexicografia e à lexicografia pedagógica. Propôs-se como intervenção a construção de verbetes com base em letra de música a fim de levar o aluno a usar e manejar o dicionário de maneira eficiente, tomando-o como objeto de estudo para que possa desenvolver suas competências comunicativas, incluindo-se aí a leitura, a escrita, a oralidade ampliando assim, também sua competência lexical. Dessa forma, foram aplicados preliminarmente questionários para a obtenção de informações a respeito das perspectivas de conhecimento e uso de dicionários por parte do público-alvo. A análise desses dados é que de certa forma, orientou a intervenção dessa pesquisa, por isso se optou por instrumentalizar os alunos por meio de uma sequência de atividades referentes à estrutura e ao manejo correto dos dicionários. Isso feito partiu-se para construção de verbetes com base em letra de música. Comprovou-se assim, que ao receberem instruções sobre a estrutura e de como usar o dicionário, os alunos na sua grande maioria obtiveram sucesso no manejo e na busca por informações pertinentes à produção dos verbetes, por meio da análise dos dados obtidos das sequências de atividades comprovou-se que o trabalho com o léxico em sala de aula pode trazer novas perspectivas para o ensino da língua materna, mas para isso, é preciso ampliar as abordagens que tratam do ensino e do uso do dicionário em sala de aula e valorizar sua importância como ferramenta pedagógica para o desenvolvimento lexical dos alunos, tendo em vista que, esse tipo de obra lexicográfica pode servir-lhes de apoio aos estudos, além de transmitir-lhes grandes lições sobre a língua.

Palavras-chave: Léxico. Dicionário. Lexicografia. Lexicografia pedagógica. Verbete.

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Fazer Download agora!Facebook: espaço de interação e aprendizagem colaborativa no processo de construção da língua matern Popular Versão: 
Atualização:  15/2/2017
Descrição:
IZIDÓRIO, Fernanda

A contemporaneidade trouxe com a modernidade os desafios tecnológicos que acarretaram uma mudança no comportamento das pessoas. Esta era digital vem ao encontro dos interesses da sociedade atual. Pensando nos anseios dessa sociedade e repensando o ensino-aprendizagem de língua materna, o presente trabalho aborda o letramento digital como evento pedagógico facilitador da aprendizagem, aliando as TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação) à Educação. Tem como objeto de pesquisa a rede social virtual Facebook, presente no ambiente digital, por considerarmos que esta oportuniza a interatividade, a aprendizagem colaborativa e possibilidades pedagógicas. O objetivo foi investigar como o Facebook pode contribuir no processo de ensino-aprendizagem da língua materna, as possibilidades existentes nesse gênero digital e seu potencial pedagógico. As reflexões acerca da linguagem em ambiente digital são norteadas pelos pressupostos teóricos dos autores COSCARELLI e RIBEIRO (2007), LÉVY (2008), TAKAKI (2012), XAVIER (2004), COSTA (2012), CASTELLS (2004), SOARES (2002), TOJAL (2013) entre outros estudiosos da área. A proposta metodológica empregada neste trabalho foi norteada pela abordagem qualitativa do tipo Pesquisa-Ação, de caráter investigativo e participativo, supõe o conhecimento da realidade com o objetivo de transformá-la pela ação coletiva como processo de melhoria da prática profissional. Agregando à pesquisa, as cinco etapas de interação em um grupo virtual descritas por Salmon (2000). Os sujeitos contemplados nessa pesquisa foram alunos de 9º ano do Ensino Fundamental II. Os resultados da pesquisa demonstraram que a rede social Facebook promove a leitura e escrita de diversos gêneros textuais, bem como de hipertextos e propicia um espaço de construção do conhecimento por meio do trabalho colaborativo. Nesse sentido, o Facebook contribui para o ensino- aprendizagem da língua materna e para o letramento digital.


Palavras-chave: Letramento Digital. Redes Sociais. Facebook. Língua Materna. EnsinoAprendizagem.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Entre a fala e a escrita: caminhos possíveis para o trabalho com a ortografia no ensino fundamental  Popular Versão: PDF
Atualização:  23/2/2016
Descrição:
MARQUARDT, Valéria Caimi

Esta pesquisa tem o objetivo de apresentar reflexões sobre o ensino da Língua Portuguesa diante de fenômenos da variação linguística, das dificuldades dos alunos na compreensão do código escrito e da opacidade entre fala e escrita. Muitos dos problemas ortográficos, que se esperam superados por alunos nas séries finais do Ensino Fundamental, ainda persistem, comprometendo o desempenho nas operações linguísticas necessárias ao sentido e à significação da leitura e da escrita. As produções de textos de alunos do 9º ano, investigados neste trabalho, apresentam, de modo geral, dificuldades em relação ao domínio do código escrito. Segundo Busse (2013), os alunos ainda revelam hipóteses sobre regras ortográficas e de organização da escrita que comprometem o desenvolvimento do texto no nível da coesão e da coerência. Com o propósito de encontrar resposta(s) para essa problematização, propomo-nos a descrever e a analisar erros ortográficos, provenientes da relação fala e escrita, registrados em produções dos alunos das séries finais do Ensino Fundamental e criar uma proposta didática para tentar saná-los. Ao identificar os problemas ortográficos e analisá-los, a partir dos princípios da variação linguística e da fonologia, desenvolveu-se um roteiro de atividades de leitura, de escrita e de sistematização da língua para aplicação em sala de aula. Após a aplicação, verificaram-se os resultados, no que tange ao domínio do código. Como resultado desse processo de investigação, entendemos que é necessário tanto um trabalho sistematizado com a ortografia, a fim de corrigir problemas que se arrastam e se perpetuam na trajetória escolar dos alunos, quanto voltar-se para as questões da variação linguística e do ensino da língua pautadas numa pedagogia culturalmente sensível.

PALAVRAS-CHAVE: Fala. Escrita. Ortografia. Variação linguística.

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Fazer Download agora!Os Domínios da Intimidade: o Privado e o Público nas Crônicas de Rachel de Queiroz Popular Versão: PDF
Atualização:  19/10/2017
Descrição:
Figueiredo, Adriana Giarola Ferraz

Esta pesquisa tem como objetivo verificar a representação da intimidade, partindo do conceito e da constituição do privado e do público nas crônicas de Rachel de Queiroz. Sendo o texto cronístico um relato dos acontecimentos cotidianos, o próprio desenho de certos tipos humanos e uma possibilidade de interação com o efêmero, mas significativo, cabe, nesse contexto uma análise precisa e intimista, considerando a figura do eu e as ligações desse eu com o outro e com os fatos que o cercam.

Palavras-chave: Crônica. Intimidade. Privado. Público. Rachel de Queiroz.

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Fazer Download agora! Do Rap aos "contos Crespos", de Luiz Silva (cuti): A Voz da Resistência em Sala de Aula Popular Versão: PDF
Atualização:  2/6/2017
Descrição:
ROSSO, Donete Simoni

Esta pesquisa consiste em um estudo voltado à literatura e ao ensino escolar, com interfaces na leitura, escrita e interculturalidade. Tem por objetivo analisar a pertinência de se trabalhar atividades de leitura e escrita com os alunos do 9º Ano do Ensino Fundamental a partir de letras de rap nacional e de contos de Luiz Silva (Cuti), especificamente no livro Contos Crespos (2008), com vistas a desenvolver ou fomentar a criticidade e a leitura emancipatória. Constitui-se de uma pesquisa bibliográfica juntamente com uma proposta prática de atividades em sala de aula. Quanto aos procedimentos técnicos, encaixa-se como pesquisa-ação, com abordagem qualitativa. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: análise documental de atividades de interpretação e produções textuais – letras de rap e comentários crítico-reflexivos – conforme Unidade Didática elaborada no decorrer do mestrado especificamente para esse fim. Espera-se, com essa proposta, incentivar o debate intercultural em sala de aula com o suporte de formas estéticas elaboradas por sujeitos historicamente silenciados, como os rappers e os escritores negros, além de motivar professores – possíveis leitores desta dissertação – a experimentarem tal possibilidade de abordagem pedagógica e, com isso, aprofundarem o tema desta pesquisa em outros vieses. A abordagem teórica está voltada à concepção de língua e de literatura como práticas sociais, visto que estas nascem das necessidades de interação da vida social e da problematização – política, social, econômica – entre os falantes, amparada em Bakhtin (1997/2003/2010) e na leitura como letramento, defendida por Soares (2001/2006) e Kleiman (1995/2006). As estratégias de leitura, com base no método recepcional proposto por Aguiar e Bordini (1993) e Zilberman (1989), fundamentam-se na Estética da Recepção segundo Jauss (2002). As bases teóricas do processo de leitura e de formação de leitor contam com o aporte de Lajolo (1997/1999), Orlandi (1988), Silva (2005) e Zilberman (1982). Para as questões literárias, foi buscado respaldo em Bosi (1986), Candido (1972/2004), Cortázar (2006), Compagnon (2009), Rosenfeld (1976), Barthes (2007), Petit (2008), Gotlib (2006), Cuti (2010), Andrade (1999), Proença Filho (2004), Duarte (2014) e Bernd (1997/2011), entre outros.

Palavras-chave: Rap. Contos. Leitura emancipatória. Resistência. Ensino.

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Categoria: Língua Portuguesa Dissertações Produções de Profissionais da Seed: Dissertações
Fazer Download agora!Atlas Linguístico de Curiúva-PR: Aspectos Lexicais Popular Versão: PDF
Atualização:  22/6/2016
Descrição:
SIQUEIRA, Fátima da Silva.

Esta dissertação, composta de dois volumes,tem por objetivo principal construir um Atlas Linguístico da cidade de Curiúva,registrando em cartas linguísticas,algumas variantes lexicais da fala coletadas por meio de questionário estruturado, observadas em usuários naturais do município de Curiúva, Paraná. Neste trabalho,realizado sob o método geolinguístico, considerando,sobretudo, os pressupostos da Dialetologia Pluridimensional, objetivamos, especificamente:(i) analisar os dados coletados, com base nas variáveis faixa etária, sexo e escolaridade; (ii) comparar alguns dados coletados nesta pesquisa com os registrados por Aguilera (1994) e por Altino (2007), trabalhos de maior abrangência realizados no estado, que possibilitarão visualizar a qual região linguística paranaense pertence Curiúva; (iii) compor um arquivo de dados das entrevistas e disponibilizar para a sala 169 (UEL -Regional ALiB –Paraná) para pesquisas linguísticas posteriores. Como instrumento de coleta de dadosfoi utilizado o questionário completo do Atlas Linguístico do Brasil(ALiB, 2001), a fim de propiciar material suficiente para seguintes estudos nesta área, considerando a fato de não termos explorado o corpus em sua totalidade, ao optarmos por trabalhar somente o léxico desta comunidade. As entrevistas foram realizadas in loco junto a 24 curiuvenses, em 06 pontos linguísticos selecionados mediante maior importância na formação da cidade. Os dados apontampara inovações linguísticas entre os jovens e para maior conhecimento de mundo entre os idosos, principalmente, no que diz respeito a variantes tipicamente rurais. Quanto ao polimorfismo, foi observada maior produtividade lexical entre homens do que entre as mulheres e, ao contrário de nossa hipótese inicial,concluímos que o município não apresenta uma linguagem sulistano que diz respeito ao léxico, apesar de haver marcas queremetem tanto para o norte quanto para o sul.

Palavras-chave: Dialetologia. Geolinguística. Atlas Linguístico. Curiúva.

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